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Uma paciente idosa, portadora de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial, encontra-se em tratamento para dor neuropática crônica com um medicamento sujeito a controle especial. Recentemente, o médico prescreveu um novo anti-hipertensivo para melhor controle da pressão arterial. Ao verificar o histórico da paciente, o farmacêutico identifica que ela já faz uso de outros medicamentos, incluindo um hipoglicemiante oral. Considerando a complexidade da terapia medicamentosa, qual a ação mais apropriada do farmacêutico?
Orientar a paciente a suspender temporariamente o uso do hipoglicemiante oral para iniciar o novo anti-hipertensivo, a fim de evitar interações medicamentosas.
Disponibilizar folhetos informativos sobre cada medicamento prescrito, destacando os potenciais efeitos colaterais, para que a paciente esteja ciente dos riscos associados à terapia medicamentosa.
Entrar em contato com os prescritores dos medicamentos e sugerir uma revisão da terapia medicamentosa da paciente, considerando as interações e possíveis efeitos adversos.
Recusar a dispensação do medicamento sujeito a controle especial, orientando a paciente a procurar seu médico para avaliação global da terapia medicamentosa.
Dispensar os medicamentos conforme as prescrições médicas, sem intervenções, uma vez que são prescritos por diferentes especialistas.