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Em pacientes com bacteremia secundária a uma infecção localizada ou em pacientes com sepse, a hemocultura torna-se um exame relevante, pois seu resultado tem impacto direto na escolha da terapêutica e, consequentemente, no prognóstico do paciente. Sobre a hemocultura, assinale a alternativa INCORRETA.
Em pacientes com cateter de longa permanência, deve-se coletar uma amostra de cada via do cateter (discriminando nos frascos de hemocultura de qual via foi colhido) concomitantemente com uma amostra de veia periférica.
Preferencialmente, a coleta da hemocultura deve ser feita antes do início da antibioticoterapia, porém o uso prévio de antimicrobianos não é fator impeditivo da realização do exame.
O pico febril é o momento de maior destruição microbiana, podendo dificultar a recuperação de organismos viáveis, assim, deve-se dar preferência à coleta logo que detectado início de episódio febril.
A antissepsia adequada da pele é o fator que determina a probabilidade de uma hemocultura positiva ser considerada contaminação ou infecção.
Os frascos de hemocultura devem ser utilizados em temperatura ambiente, podendo, após a coleta, ser refrigerados (2° a 8°C) por um período de 24 horas.