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Segundo Correr e Otuki (2013), existem diversos métodos publicados na literatura para avaliação da farmacoterapia e identificação de problemas, discrepâncias ou inadequações, os quais têm por objetivo fornecer um raciocínio clínico sistemático e reprodutível, que permita realizar a melhor avaliação clínica possível. Sobre essas abordagens para avaliação da farmacoterapia, assinale a alternativa correta.
Métodos implícitos são abordagens mais abrangentes que dependem da avaliação do profissional, de seu acesso às informações do paciente, de sua competência e habilidades clínicas, e incluem o método Dáder e Pharmacotherapy Workup.
Métodos explícitos consistem geralmente em listas de medicamentos ou situações clínicas padronizadas envolvendo a farmacoterapia que podem levar a eventos adversos, como o método MAI (Medication Appropriateness Index) e a abordagem NO TEARS.
A avaliação da adesão ao tratamento não é realizada no método Pharmacotherapy Workup, sendo considerados apenas os resultados negativos advindos do uso do medicamento, incluindo os parâmetros de necessidade, efetividade e segurança.
Na primeira entrevista do Método Dáder, é feita exclusivamente a coleta de informações sobre problemas de saúde e medicamentos em uso, sendo nas entrevistas sucessivas realizadas as fases de estudo, avaliação e intervenção.
O MAI segue uma escala de três pontos e avalia critérios como indicação, efetividade, dose, interações medicamentosas e custos, considerando uma lista específica de medicamentos de baixo índice terapêutico, que devem ser utilizados com cautela.