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Um homem idoso, hipertenso, procura uma farmácia e relata uso diário de enalapril 20 mg, 1 comprimido de 12 em 12 horas, atenolol 50 mg, 1 comprimido ao dia, e furosemida 40 mg, 1 comprimido ao dia, para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva (ICC). O paciente sente desconforto gástrico e o farmacêutico indica o uso de um comprimido de hidróxido de alumínio (antiácido), sempre que sentir desconforto. Em relação a essa situação, a conduta do farmacêutico está:
Correta, pois a coadministração com antiácidos pode diminuir o dano estomacal, provocado pela administração dos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA).
Errada, pois o antiácido pode competir com o sítio ativo da enzima de conversão da angiotensina (ECA), diminuindo a eficácia do medicamento.
Correta, pois a coadministração com antiácidos aumenta o pH estomacal, favorecendo a absorção dos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA).
Errada, pois a coadministração com antiácidos pode diminuir a velocidade de liberação renal dos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA), aumentando o risco de toxicidade do medicamento.
Errada, pois a coadministração com antiácidos pode diminuir a biodisponibilidade oral do enalapril e de outros inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA), devido ao pH gástrico elevado.