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Um dos efeitos colaterais mais comuns de alguns anti-histamínicos é a perda completa do sono, razão por que determinados medicamentos desse grupo são utilizados por alguns motoristas para viagens noturnas.
A metilenodioximetanfetamina (MDMA), também denominada ecstasy, em doses elevadas, pode levar a hipertermia, agitação e morte.
A maioria dos fármacos administrados a mulheres durante a lactação pode ser detectada no leite materno, porém em concentrações muito baixas, não correspondendo uma exposição ao lactente como dose terapêutica ou tóxica. Entretanto, alguns fármacos são contra indicados durante a lactação, pois podem oferecer algum malefício ao lactente. Assinale a alternativa que contenha uma associação errônea entre o fármaco e o possível efeito sobre o lactente, respectivamente:
Cloranfenicol, supressão da medula óssea do lactente.
Diazepam, sedação no lactente.
Propiltiouracil, supressão da função da tireóide no lactente.
Ampicilina, síndrome do bebê cinzento.
O uso de fenobarbital em gestante no final da gravidez pode levar à depressão respiratória do recém-nascido.
A mielossupressão e a queda de cabelos — comuns em pacientes que usam alguns agentes quimioterápicos — ocorre porque essas drogas possuem grande afinidade por células que apresentam alta taxa de proliferação.
Os mecanismos pelos quais alguns fármacos produzem efeitos teratogênicos ainda não estão bem fundamentados e provavelmente se devam a diversos fatores. Por exemplo, os fármacos podem exercer ação direta sobre os processos de diferenciação nos tecidos em desenvolvimento. Assinale a alternativa correta que contenha o fármaco e seu respectivo efeito teratogênico de maior relevância:
Varfarina, bócio congênito.
Ácido valpróico, defeitos no tubo neural.
Propiltiouracil, defeitos no tubo neural.
Barbitúricos, bócio congênito.
O atenolol, um bloqueador dos receptores betaadrenérgicos, pode diminuir a freqüência cardíaca.
Alguns dos efeitos colaterais mais comuns do finasteride são a diminuição da libido e a impotência sexual.
O uso excessivo e prolongado da oximetazolina está associado ao aparecimento de congestão nasal por efeito rebote.
A dipirona é um analgésico potente e um dos seus efeitos colaterais mais perigosos é a hipotensão.
Os AINEs, inibidores seletivos da ciclooxigenase 2, são mais eficazes do que os AINEs não seletivos, entretanto, apresentam efeitos colaterais mais graves.
Os efeitos colaterais dos agentes quimioterápicos, tais como queda de cabelo, inflamação da mucosa e flebite, estão relacionados ao mecanismo de ação desses medicamentos sobre o ciclo celular.
São exemplos de efeitos tóxicos produzidos pelos analgésicos opióides, exceto:
Diminuição da pressão intracraniana.
Constipação.
Depressão respiratória.
Náuseas e vômitos.
AINEs podem diminuir a resposta hipotensora de alguns anti-hipertensivos, como, por exemplo, o enalapril.
Um dos principais efeitos colaterais relacionados ao uso das penicilinas é a reação de hipersensibilidade.
Um dos efeitos colaterais mais temidos pelo uso excessivo do paracetamol é a necrose hepática.
O uso de fenilefrina pode levar ao aumento da pressão arterial, a taquicardia e a arritmias cardíacas.
As anormalidades eletrolíticas mais freqüentes, tanto do ponto de vista clínico quanto em termos de valores laboratoriais anormais, envolvem o sódio. Este aspecto se deve ao fato de o sódio ser o cátion mais importante do organismo, tanto do ponto de vista quantitativo quanto pela sua influência na manutenção da eletroneutralidade. Pode provocar uma hiponatremia:
ingestão deficiente de água (por via oral ou intravenosa)
alimentação com alto teor protéico por sondas
superdosagem acidental de sódio
diuréticos
Os efeitos colaterais do uso de antipsicóticos incluem: sintomas extrapiramidais, discinesia tardia e hiperprolactinemia.