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Os analgésicos opioides devem ser utilizados com precaução em pacientes com cirrose devido, principalmente, à retenção de potássio.
As interações farmacológicas são uma das causas de reações adversas a medicamentos.
Estabelecer a relação de causa de uma suspeita de reação adversa a medicamento é atribuição complexa, que envolve, na maioria das vezes, aplicação de algoritmos. Uma das ferramentas utilizadas para evidenciar a força de relação causal de uma reação adversa a medicamentos é conhecida como algoritmo de
Repartição
Granada
Avogrado
Lasagna
Comparação
É comum os pacientes apresentarem reações adversas aos medicamentos utilizados durante o tratamento oncológico. A identificação, a notificação e o registro dessas reações podem ser chamados de farmacoepidemiologia.
A caquexia é um dos efeitos adversos do tratamento oncológico, podendo trazer consequências graves e interferir na terapia. O monitoramento desse efeito adverso faz parte de atividades realizadas dentro da assistência farmacêutica.
Na análise de causalidade das reações adversas a medicamentos (RAM), são adotados algoritmos de classificação. Os mais famosos são os algoritmos de Karsh Lasagna e Naranjo e col.
Sobre esses algoritmos, é correto afirmar:
A partir da definição de RAM, buscam descartar outras explicações para o efeito observado e assegurar a existência de uma sequência temporal adequada entre uso do fármaco e observação do efeito. Ambos exigem a informação sobre a reexposição ao fármaco para considerar uma reação adversa como definida.
A partir da definição de RAM, buscam descartar outras explicações para o efeito observado e assegurar a existência de uma sequência temporal adequada entre uso do fármaco e observação do efeito. Ambos exigem que o efeito reapareça após a reexposição ao fármaco para considerar uma reação adversa como definida.
Apenas o algoritmo de Naranjo considera a confirmação da reação por qualquer evidência objetiva na análise da causalidade.
Apenas o algoritmo de Karch Lasagna considera a existência de relatos prévios sobre a reação adversa na análise da causalidade.
O principal efeito indesejável causado pelos anticoagulantes orais é a:
asma
diabetes
epilepsia
hemorragia
pneumonia
A diarreia é uma séria complicação do tratamento oncológico, pois, quando não diagnosticada e tratada, pode desidratar o paciente e comprometer a resposta ao tratamento. Orientações nutricionais e farmacológicas auxiliam no tratamento e facilitam a recuperação do paciente.
Alguns efeitos colaterais provocados pela utilização do medicamento anti-hipertensivo captopril podem ser minimizados através da substituição do grupo sulfidrila de sua molécula pelo grupamento:
amina
nitrila
metila
etoxila
carboxila
Náuseas e vômitos são efeitos adversos desagradáveis na terapia com medicamentos oncológicos e que não podem ser evitados, e o farmacêutico não deve sugerir à equipe médica o uso de antieméticos para auxiliar o paciente.
As reações adversas a medicamentos são causas significativas de hospitalização, de aumento de permanência hospitalar e, até mesmo, de óbito. Segundo a Organização Mundial da Saúde, são definidas como qualquer efeito prejudicial ou indesejável, não intencional, que aparece após a administração de um medicamento em doses normalmente utilizadas no homem para profilaxia, diagnóstico ou tratamento de uma enfermidade.
Em relação às reações adversas a medicamentos é correto afirmar:
As reações adversas moderadas não requerem alterações da terapêutica nem tratamentos específicos ou o uso de antídotos. Também não tornam necessária a suspensão do fármaco, requerendo, entretanto, o ajuste de sua dose.
As reações do tipo A não são farmacologicamente previsíveis, nem dose dependentes, têm incidência e morbidade baixas, mas sua mortalidade pode ser alta.
As reações do tipo B são farmacologicamente previsíveis, mas não são dose dependentes, têm incidência e morbidade baixas, mas sua mortalidade pode ser alta.
As reações do tipo A são farmacologicamente previsíveis, geralmente dependem da dose, têm alta incidência e morbidade, mas baixa mortalidade.
As ações da farmacovigilância estão voltadas para a detecção precoce das reações adversas desconhecidas ou das interações medicamentosas e para o registro do aumento da frequência de ocorrência de reações adversas conhecidas.
A reação adversa é uma reação nociva e não intencional a um medicamento e ocorre normalmente pelo uso de doses maiores que as definidas para uso em humano.
O monitoramento pós-comercialização dos medicamentos é um procedimento que complementa as informações obtidas nos ensaios pré-clínicos e clínicos, sendo muito importante para a determinação da real indicação do medicamento, e dos seus efeitos indesejáveis.
A associação entre sulfametoxazol e trimetoprima, em dose fixa, aumenta o risco de ocorrência de RAM por interação medicamentosa indesejável.
Considera-se que ocorreu uma RAM quando se observa apenas uma das seguintes ocorrências: intervalo adequado entre o uso do medicamento e a reação; reação conhecida; reação que pode ser explicada pelo quadro clínico do paciente; melhora ao suspender a medicação; reaparecimento após a reexposição; confirmação durante o tratamento do paciente.
A inefetividade terapêutica é a falha inesperada de um medicamento em produzir o efeito planejado determinado por investigação científica prévia.
Os ensaios de toxicidade auxiliam na identificação dos efeitos adversos dos AINES. Os efeitos agudos devem ser avaliados após poucas horas, quando for administrada uma única dose, ou após 24 h da última dose, quando forem administradas múltiplas doses.
Entre os efeitos adversos da corticoterapia crônica, NÃO se inclui
hiperglicemia.
fascies lunar.
hipertensão.
osteoporose.
sialorreia.