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“Entretanto, na primeira parte da Metafísica, esta dedução...

“Entretanto, na primeira parte da Metafísica, esta dedução da nossa faculdade de conhecer a priori conduz a um estranho resultado aparentemente muito prejudicial ao inteiro fim da mesma e do qual se ocupa sua segunda parte, a saber, que com esta faculdade jamais podemos ultrapassar os limites da experiência possível, o que é justamente a ocupação desta ciência.” (KANT, I. Crítica da Razão Pura. Trad. de Valério Rohden e Udo Baldur Moosburger. São Paulo: Editora Nova Cultural, 2000. p.38.)

Do trecho acima podemos concluir que o objetivo de Immanuel Kant (1724-1804), em sua Crítica da razão pura, foi:


A

apontar o caminho para um conhecimento efetivo das realidades transcendentes.


B

estabelecer os limites da razão humana.


C

garantir a possibilidade de uma liberdade humana a partir da consideração iluminista de sujeito.


D

provar que o tempo e o espaço são ilimitados.


E

mostrar que as estruturas transcendentais pertencem às coisas.