

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A natureza, física e humana, é o objeto imitável por excelência. Concebida como o Cosmo [...] cujas partes estão unidas em um todo que é referência da unidade, a natureza é a intermediária de Deus, exemplar de Sua vontade e, por mais próxima, passível de contemplação pelo homem. Segundo tal concepção espetacular do mundo, o Belo artístico deve ‘imitar’ o Belo natural.
(MONGELLI, 2003.)
Segundo Umberto Eco, “ao falar de problemas estéticos e ao propor regras de produção artísticas, a Antiguidade Clássica tinha o olhar voltado para a natureza”, já os medievais:
Intermediam as concepções divinas preconizadas desde os tempos imemoriais e as transformam em um verdadeiro culto ao ser humano.
Imprimem uma concepção de estética de cunho cosmológico-filosófico-religioso voltada para o inteligível enquanto ser transcendental.
Promovem uma apropriação da estética mitológica e etérea dos gregos, mas com uma visão mais racional e intelectualizada e dissociada de qualquer crença.
Substituem a visão cósmica concebida pelos artistas clássicos e consagram, de uma vez por todas, a especulação racional dissociada da fé ou da transcendência.