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Uma escola de ciências decide adotar uma política de revisão anual de todas as suas teorias científicas, incentivando os alunos a questionarem as teorias estabelecidas e a propor novas hipóteses, mesmo sem dados experimentais prévios, com o argumento de que a ciência deve ser pluralista e aberta a múltiplas interpretações. Um professor, entretanto, alerta que o progresso científico só pode ser obtido através da falsificação rigorosa de hipóteses e teorias, e que o simples acúmulo de teorias contraditórias não contribui para o avanço do conhecimento. Com base na situação descrita, qual filósofo da ciência seria mais adequado para fundamentar o argumento do professor?
Karl Popper, que defende que o avanço da ciência ocorre por meio da falsificação das teorias, não por sua acumulação.
Thomas Kuhn, que afirma que o progresso da ciência ocorre através de revoluções científicas, que mudam os paradigmas estabelecidos.
Paul Feyerabend, que propõe que não existe um método científico fixo, e que a ciência deve adotar um pluralismo metodológico.
Gaston Bachelard, que argumenta que a ciência progride pela superação de obstáculos epistemológicos através de rupturas no conhecimento.