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Bertrand Russell defendia a existência de vários tipos de infelicidade e que suas causas residem no sistema social em detrimento da psicologia individual.
Certo
Errado
No sentido amplo, antropológico, cultura é tudo o que o ser humano produz para construir sua existência e atender a suas necessidades e desejos. A Conferência Mundial sobre Políticas Culturais, realizada pela Unesco no México em 1982, consagrou como conceito de cultura o conjunto das características distintivas, espirituais e materiais, intelectuais e afetivas que caracterizam uma sociedade ou um grupo social. A cultura engloba, além das artes e das letras, os modos de vida, os direitos fundamentais do ser humano, os sistemas de valores, as tradições e as crenças.
(Maria Lúcia de Arruda Aranha. Filosofia da Educação, 2006. Adaptado.)

(Alexandre Beck. https://tirasarmandinho.tumblr.com)
Depreende-se da comparação entre o excerto e a tirinha que o conceito de cultura refere-se
aos conhecimentos socialmente adquiridos, sobretudo àqueles saberes científicos comprovados empiricamente.
à diversidade das práticas sociais evidenciada, por exemplo, pelas variações linguísticas dos grupos populacionais.
às expressões linguísticas permanentes, apesar da diversidade espacial e temporal dos povos.
à classificação dos conhecimentos em superiores de matriz erudita e inferiores de origem popular.
à valorização das estruturas de comunicação de um povo, com ênfase nos testemunhos escritos.
Analise o excerto abaixo:
“É no homem que essa arte de dissimulação atinge o seu ponto culminante: a ilusão, a lisonja, a mentira e o engano, a calúnia, a ostentação, o fato de desviar a vida por um brilho emprestado e de usar máscaras, o véu da convenção, o fato de brincar de comediante diante dos outros e de si mesmo, em suma, o gracejo perpétuo que em todo lugar goza unicamente como amor da vaidade, são nele a tal ponto a regra e a lei, que quase nada é mais inconcebível do que o aparecimento, nos homens de um instinto de verdade honesto e puro.”
(NIETZSCHE, F. Verdade e mentira no sentido extra-moral. Comum, Rio de Janeiro, v. 6, n.17, p.8-9, jull./dez.2001.)
A partir da leitura, pode-se afirmar corretamente que
Jean Baudrillard concorda com Nietzsche pois a dissimulação deixa intacto o princípio de realidade, que se encontra apenas disfarçada.
a verdade pode ser alcançada de forma absoluta se homem superar a si mesmo e suas simulações transvalorando suas relações.
para Nietzsche, os seres humanos se relacionam permanentemente de forma dissimulada e, assim, a verdade se torna inconcebível.
Michel Foucault retoma o tema da dissimulação partindo do entendimento de que a verdade é uma ilusão produzida pela linguagem, a verdade assim é possível através do discurso.
o conceito de simulacro remonta a Platão, mas na cultura contemporânea, essa relação entre realidade e sua representação se tornou ultrapassada, pois os signos remetem perfeitamente a uma realidade que lhe dá fundamento.
O filosofo Felix Guatarri apresenta três concepções importantes para “cultura”. A mais antiga expressa a ideia de que é possível ter ou não ter determinada cultura, essa concepção permite, ainda, classificar certo indivíduo como pertencente ao meio culto ou inculto. O segundo significado do uso cotidiano da palavra “cultura” é sinônimo de “civilização”. A terceira concepção é o uso do termo “cultura” como “cultura de massa”. Está ligada a bens, equipamentos e conteúdos teóricos e ideológicos de produtos que estão à disposição das pessoas que querem e podem comprá-los.
Os três conceitos que expressam essa cultura são:
cultura popular, cultura cidadã, cultura comércio.
cultura eros, cultura racional, cultura inorgânica.
cultura institucional, cultura natural, cultura pop.
cultura valor, cultura alma-coletiva e cultura mercadoria.
cultura ativa, cultura popular, cultura normativa.
É possível afirmar que o senso comum nos coloca no dia a dia para entendê-lo e realizar uma série de ações a partir dele. Envolve as crenças, as superstições, o folclore, o carnaval, as novelas, os filmes, os quadrinhos, o futebol e tantos outros. Diante disso, o conhecimento proporcionado pelo senso comum
é particular, por se restringir a pequenas amostras da realidade, as quais servem de base a generalizações muitas vezes apressadas e imprecisas.
apesar de ser frequentemente subjetivo, porque depende do ponto de vista individual e pessoal, não deixa de ser rigoroso, já que as suas explicações são formuladas em enunciados gerais.
é unificador, por não reconhecer as conexões em situações nas quais elas poderiam ser verificadas.
é espontâneo, por isso as suas afirmações tendem a valer para a maior quantidade de casos observados. Sendo assim, não se distancia tanto do conhecimento científico. Ou seja, apesar de haver distinções, há pontos de contato entre ambas as formas de conhecimento, o que gera, a não especificidade de cada um desses conhecimentos.


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A obra Os retirantes foi pintada em 1944 pelo renomado artista brasileiro Candido Portinari (1903-1962). Em seu estilo próprio, misturando componentes surrealistas e figurativos, Portinari retrata a população excluída na busca por melhores condições de vida e trabalho. A obra certamente é impactante, mas será que é bela?

(https://masp.org.br/acervo/obra/retirantes)
Levando em conta os estudos filosóficos sobre o conceito de belo, assinale a alternativa correta.
A beleza de uma obra de arte depende da beleza do modelo que a obra retrata.
O conceito de beleza é comum a todas as civilizações desde a antiguidade clássica.
A beleza é uma qualidade complexa cuja atribuição pode provocar controvérsias.
A distinção entre o belo e o feio depende da simetria entre os conteúdos da obra de arte.
O belo e o feio são facilmente reconhecidos por especialistas em Filosofia da Arte.
Leia atentamente o seguinte excerto: “Desse modo, o pensamento toma corpo no belo artístico e a matéria não é determinada externamente por ele, mas existe livre por si mesma, na medida em que o natural, o sensível, o ânimo e assim por diante possuem em si mesmos medida, finalidade e concordância e a intuição e o sentimento são igualmente elevados à universalidade espiritual, enquanto que o pensamento não só renuncia à sua hostilidade com a natureza, mas nela se asserena e o sentimento, o prazer e o fruir são legitimados e santificados; de tal modo que natureza e liberdade, sensibilidade e conceito encontram seu direito e satisfação em um só termo”. A partir do excerto do item “A Filosofia Kantiana”, da obra Introdução à Estética de Hegel, atente para o que se afirma a seguir, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso:
( ) Na consideração da Crítica do Juízo, pensamento e matéria determinam-se por si mesmos, repetindo o dualismo coisaem- si e fenômeno característico da outra Crítica.
( ) A arte pela lógica da gratificação, sobrepõe-se à lógica da repressão, o princípio de razão predominante.
( ) A verdade da arte é a libertação da sensibilidade através de sua reconciliação com a razão.
( ) A verdade não conceitual dos sentidos, como valor estético transcendente, veda a liberdade em face do princípio de realidade.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Ao se trabalhar a temática “Natureza e cultura”, espera-se que os alunos construam um conjunto de saberes e conhecimentos relacionados à Filosofia que lhes permitam ser capazes de:
Identificar a localização/movimentação de objeto em mapas, croquis e outras representações gráficas.
Compreender que, no ser humano, as características biológicas da natureza e os dados culturais estão profundamente associados.
Descrever o ciclo vital dos seres vivos.
Identificar tipos de linha.


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Se a verdadeira realidade, para uma estética idealista, só se encontra para lá da imediatidade da sensação e dos objetos externos. A partir do seguinte trecho da Introdução à Estética, de Hegel, assinale com V a afirmação verdadeira e com F a falsa:
“...toda a esfera da realidade interior e da realidade exterior empíricas se deve chamar, num sentido mais forte do que o reservado à arte, o mundo de mera ilusão e amarga decepção, e não mundo da realidade. A verdadeira realidade só se encontra para lá da imediatidade da sensação e dos objetos externos”.
( ) A imediatidade das sensações revela o mundo como mera ilusão.
( ) A realidade interior empírica é compreendida como amarga decepção.
( ) O mundo da arte, aparência da verdade, revela o engano do cotidiano.
( ) Nessa citação, a esfera das realidades empíricas constitui-se elemento do concreto verdadeiro.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Considerando as ações que caracterizam a arte como elemento do sistema hegeliano, como espírito absoluto, analise os seguintes itens:
I. revelar a subversão do contingente por um outro princípio de realidade;
II. incluir a sensibilidade, imaginação e razão, emancipadas da lógica da dominação;
III. considerar a arte vigente como decadência burguesa;
IV. associar-se à representação de uma classe específica.
Corresponde a ação que caracteriza a arte como elemento do sistema hegeliano somente o que consta em


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Considerando-se o texto precedente e a teoria da arte de Hegel, é correto definir a arte como