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A principal crítica de Montesquieu ao absolutismo se assenta diretamente sobre

As citações anteriores remetem a qual filósofo iluminista?
De acordo com o pensador iluminista Montesquieu, quais são as três espécies ou formas de governo existentes?
Monárquica, aristocrática e democrática.
Tirânica, oligárquica e republicana.
Democrática, aristocrática e despótica.
Republicana, monárquica e despótica.
“Monstesquieu é radicalmente contra o absolutismo. Não é um arauto da Revolução Francesa pela sua posição moderada, mas a sua crítica ao absolutismo ascendeu o estopim revolucionário entre os burgueses como a mais alta expressão do seu descontentamento.”
(Nunes: 2004, 78.)
A principal crítica de Montesquieu ao absolutismo se assenta diretamente sobre
o exercício do poder.
a legislação autocrática.
a solidariedade transumana.
a essencialidade da liberdade.
Para que não haja abuso, é preciso organizar as coisas de maneira que o poder seja contido pelo poder. Tudo estaria perdido se o mesmo homem ou o mesmo corpo dos principais, ou dos nobres, ou do povo, exercesse esses três poderes: o de fazer leis, o de executar as resoluções públicas e o de julgar os crimes ou as divergências dos indivíduos. Assim, criam-se os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, atuando de forma independente para a efetivação da liberdade, sendo que esta não existe se uma mesma pessoa ou grupo exercer os referidos poderes concomitantemente.
MONTESQUIEU, B. Do espírito das leis. São Paulo: Abril Cultural, 1979 (adaptado).
A divisão e a independência entre os poderes são condições necessárias para que possa haver liberdade em um Estado. Isso pode ocorrer apenas sob um modelo político em que haja
exercício de tutela sobre atividades jurídicas e políticas.
consagração do poder político pela autoridade religiosa.
concentração do poder nas mãos de elites técnico-cientifícas.
estabelecimento de limites aos atores públicos e às instituições do governo.
reunião das funções de legislar, julgar e executar nas mãos de um governante eleito.
Quando, em seu Do espírito das leis (livro I, capítulo 1), Montesquieu afirma que a lei é também relação e que resulta da “natureza das coisas”, o filósofo quer dizer que a lei
não possui validade universal para todos os cidadãos, mas, pelo contrário, é apenas individual.
não é arbitrária na medida em que mantém uma estreita relação com os costumes do povo.
é absolutamente universal e, nessa medida, é válida para todos os povos.
é inteiramente arbitrária na medida em que é criada unicamente pelo rei.
É verdade que nas democracias o povo parece fazer o que quer; mas a liberdade política não consiste nisso. Deve-se ter sempre presente em mente o que é independência e o que é liberdade. A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem; se um cidadão pudesse fazer tudo o que elas proíbem, não teria mais liberdade, porque os outros também teriam tal poder.
MONTESQUIEU. Do Espírito das Leis. São Paulo: Editora Nova Cultural, 1997 (adaptado).
A característica de democracia ressaltada por Montesquieu diz respeito
ao status de cidadania que o indivíduo adquire ao tomar as decisões por si mesmo.
ao condicionamento da liberdade dos cidadãos à conformidade às leis.
à possibilidade de o cidadão participar no poder e, nesse caso, livre da submissão às leis.
ao livre-arbítrio do cidadão em relação àquilo que é proibido, desde que ciente das consequências.
ao direito do cidadão exercer sua vontade de acordo com seus valores pessoais.
A teoria dos três poderes, formulada por Montesquieu, defende que os Poderes Legislativo, Executivo e Moderador correspondem às funções do Estado.
A chamada teoria da divisão dos poderes em Poder Judiciário, Poder Executivo e Poder Legislativo, que se tornaria a pedra angular do chamado Estado Democrático de Direito, tal como o vemos hoje em dia em vigor em muitos países, inclusive no Brasil, teria sido desenvolvida por
Rousseau em Do contrato social.
Montesquieu em O espírito das leis.
Maquiavel em O príncipe.
Hobbes no Leviatã.
Publius em O federalista.