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No século XVIII, vários filósofos europeus refletiram sobre o fundamento do poder dos reis e da aristocracia. Entre eles, se destaca Jean-Jacques Rousseau, para quem a organização social deveria abolir as leis que estabeleciam privilégios para alguns em detrimento de outros, uma vez que todos os homens, segundo ele, nasciam naturalmente iguais. Considerando as concepções políticas de Rousseau, pode-se afirmar que
a aristocracia tinha o direito natural de preservar seus privilégios.
as diferenças sociais eram decorrência direta da vontade de Deus.
as desigualdades então vigentes resultavam de convenções sociais.
o poder do Estado deveria ser exercido por um déspota esclarecido.
o direito divino deveria ser o fundamento para o exercício do poder.