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Telescópios são dispositivos utilizados para observações astronômicas e podem ser de diversos tipos, dependendo de sua construção. Entre outros, podemos citar o telescópio refrator, que utiliza somente lentes delgadas, e o refletor, que utiliza lentes delgadas e espelhos. Considere um telescópio refrator, constituído por uma lente objetiva de 90mm de diâmetro cuja ampliação angular é 50. Qual deve ser o menor raio de sua ocular para direcionar toda a luz de uma fonte pontual distante?
1,80 mm
0,45 mm
0,90 mm
3,60 mm
18,0 mm
A figura a seguir mostra três situações nas quais um raio de luz, com comprimento de onda λ, incide perpendicularmente em um filme fino, de espessura d ≪ λ, com os índices de refração indicados.

A partir destas informações, podemos afirmar que:
Somente na situação A, as reflexões nas interfaces do filme fino produzem uma diferença de fase de meio comprimento de onda entre os dois raios refletidos.
Somente nas situações A e B, as reflexões nas interfaces do filme fino produzem uma diferença de fase de meio comprimento de onda entre os dois raios refletidos.
Somente na situação B, as reflexões nas interfaces do filme fino produzem uma diferença de fase de meio comprimento de onda entre os dois raios refletidos.
Somente nas situações B e C, as reflexões nas interfaces do filme fino produzem uma diferença de fase de meio comprimento de onda entre os dois raios refletidos.
Somente na situação C, as reflexões nas interfaces do filme fino produzem uma diferença de fase de meio comprimento de onda entre os dois raios refletidos.
Um feixe de luz laser de comprimento de onda λ0 atravessa uma solução coloidal e é espalhado pelas partículas de forma que a intensidade da luz espalhada é I0 .
Se dobrarmos o comprimento da luz do laser, a nova intensidade espalhada será
16I0
2I0
I0/
I0 /
I0 /
Um feixe de luz que se propaga em um meio 1 passa a se propagar em um meio 2, conforme ilustra a figura ao lado.
São feitas as seguintes afirmações:
I. A velocidade de propagação da luz no meio 1 é menor que a velocidade de propagação da luz no meio 2.
II. O índice de refração do meio 2 é maior que o índice de refração do meio 1.
III. O feixe será totalmente refletido no meio 1, se o ângulo de incidência for maior que 36°.
IV. O ângulo de refração será de 30°, se o ângulo de incidência for de 60°.
De acordo com as afirmativas, conclui-se que estão corretas apenas

II e IV.
I e IV.
II e III.
I e III.
Um raio de luz monocromático propagando-se no ar, meio definido com índice de refração igual a 1, incide, com ângulo de incidência igual a 60º, na superfície de um líquido. Ao refratar, esse raio de luz adquire uma velocidade, no líquido, de 2 . 108 m/s . Considerando a velocidade da luz no ar igual a 3 . 108 m/s, qual deve ser o seno do ângulo de refração formado entre o raio de luz refratado e a normal?
21
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O fenômeno óptico em que a luz incide sobre uma superfície e retorna ao seu meio de origem é conhecido como
difração da luz.
dispersão da luz.
reflexão da luz.
refração da luz.
polarização da luz.
Analise a seguinte imagem de um olho humano:

Imagem: oftalmologistabh.com.br
Sobre a imagem, podemos afirmar que:
Trata-se de um olho com hipermetropia, que pode ser corrigida com lentes esféricas e convergentes.
Trata-se de um olho com astigmatismo, que pode ser corrigido com lentes planas e convergentes.
Trata-se de um olho com miopia, que pode ser corrigida com lentes esféricas e divergentes.
Trata-se de um olho com vista cansada, que pode ser corrigida com lentes planas e divergentes.
Em um olho hipermetrope, os raios paralelos são focalizados de tal modo que a imagem se forma atrás da retina, por isso a lente corretiva adequada nesse caso é a ilustrada na figura a seguir.

Observe a figura a seguir.
O cartão acima é visto por um observador através de uma lupa (lente esférica biconvexa) de vidro que se encontra no ar. O cartão é colocado a aproximadamente 20 cm da lupa cuja distância focal é da ordem de 10 cm. Sendo assim, marque a opção que apresenta a figura que o observador vê através da lente.
Uma das principais técnicas utilizadas para a investigação na área de matéria condensada é a espectroscopia Raman. Uma amostra do material é irradiada por um feixe de laser intenso na região do visível próximo ao UV. A luz é geralmente espalhada numa direção perpendicular ao feixe do laser incidente. Uma explicação clássica para o espalhamento Raman (pois o efeito é quântico) pode ser dada considerando-se um campo elétrico da onda eletromagnética (feixe do laser) oscilando como E=E0cos2πv0t , sendo E0 a amplitude de vibração e v0 a frequência do laser. Considerando-se que a molécula sofre uma polarização dada por e que a molécula vibra com uma frequência , o deslocamento molecular será dado por: x=x0cos2πvmt , onde x0 é a amplitude de vibração da molécula. Considere que a vibração é pequena de tal forma que a polarizabilidade α é linear em x e pode ser expandida até primeira ordem em torno da posição de equilíbrio da molécula (α=α0+ϑxϑαx)
(sendo α0 a polarizabilidade na posição de equilíbrio). A polarização resultante que explica os espectros observados da amostra é dada por
P=α0E0cos2πvmt+21(ϑxϑα)2x0E0[cos2π(vm)t+cos2π(v0)t].
P=ðx∂αx0E0cos2πv0t+21(∂∂α)2x02E0[cos2π(v0+vm)t+cos2π(v0−vm)t]
P=α0E0cos2πv0t+21(ϑxϑα)x0E0[cos2π(v0+vm)t+cos2π(v0−vm)t].
P=α0E0cos2πv0t+21(ϑxϑα)x0E0[cos2π(vm)t+cos2π(v0)t].
P=α0E0cos2πv0t+21α0x0E0[cos2π(v0+vm)t+sen2π(v0−vm)t].
A figura a seguir mostra o esboço de um experimento realizado com três pares de filtros polarizadores. Cada par foi montado de modo a ficar numa direção perpendicular à direção de propagação de um feixe paralelo de luz não polarizada, de intensidade I0, que incide inicialmente no polarizador P1. A direção de polarização de cada filtro está indicada pela linha tracejada e seu ângulo com o eixo horizontal ou o eixo vertical:

A partir destas informações, podemos afirmar que a fração da intensidade da luz incidente que atravessa os filtros nas três montagens satisfaz a relação:
IA > IB > IC
IC > IB > IA
IA > IC > IB
IC > IA > IB
IB > IC > IA
A figura representa um prisma óptico, constituído de um material transparente, cujo índice de refração é crescente com a frequência da luz que sobre ele incide. Um feixe luminoso, composto por luzes vermelha, azul e verde, incide na face A, emerge na face B e, após ser refletido por um espelho, incide num filme para fotografia colorida, revelando três pontos.

Observando os pontos luminosos revelados no filme, de baixo para cima, constatam-se as seguintes cores:
Vermelha, verde, azul.
Verde, vermelha, azul.
Azul, verde, vermelha.
Verde, azul, vermelha.
Azul, vermelha, verde.