

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
(Wilkins, 2009). As complicações pulmonares são problemas sérios comumente vistos em pacientes que foram submetidos a cirurgia torácica ou abdominal. Tais complicações incluem as atelectasias (colapso alveolar). A terapia de expansão pulmonar inclui uma variedade de modalidades de tratamentos respiratórios destinados a prevenir ou corrigir atelectasias. Sobre estas terapias, é CORRETO afirmar que:
As modalidades mais comuns para a prevenção ou reversão das atelectasias são a respiração com pressão positiva intermitente (RPPI), inspirometria de incentivo, treinamento muscular respiratório e oscilação oral de alta frequência.
A RPPI refere-se à aplicação de pressão positiva inspiratória para pacientes em assistência ventilatória mecânica como uma modalidade terapêutica de longo prazo ou intermitente. Os “tratamentos” com RPPI, usualmente, duram de 30 minutos a 2 horas.
São alguns dos fatores que contribuem para que a pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) seja uma terapêutica para resolver a atelectasia: o recrutamento do alvéolo colapsado via um aumento na capacidade residual funcional, melhora na distribuição da ventilação através de canais colaterais e um aumento na eficiência de remoção das secreções, que porventura possa estar provocando o colapso pulmonar.
Abordagens terapêuticas que provocam uma pressão positiva nas vias aéreas são usadas tanto para ajudar a mobilizar secreções quanto no tratamento da atelectasia. Entre estas condutas terapêuticas, estão a pressão expiratória positiva (PEP) e os exercícios para expansão pulmonar, como a sustentação máxima da inspiração e o exercício diafragmático.
Tanto na inspirometria de incentivo, quanto nos exercícios inspiratórios, o aumento na pressão pleural causada pela expansão do tórax é transmitida para o alvéolo. Com a pressão alveolar agora positiva, um gradiente de pressão é criado. Esse gradiente de pressão transrespiratório causa fluxo de gás da via aérea para o alvéolo. Quanto menor o gradiente de pressão transrespiratório, maior a expansão pulmonar que vai ocorrer.