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A respeito da avaliação fisioterapêutica após fratura de rádio distal, assinalar a alternativa CORRETA.
O teste de força muscular manual bem como testes funcionais de força (p. ex., preensão palmar e pinça) geralmente constituem uma prioridade após a retirada do gesso ou no pós-operatório imediato.
O teste de força muscular manual bem como testes funcionais de força (p. ex., preensão palmar e pinça) são indicados 6 a 8 semanas após a fratura, desde que a consolidação óssea permita que o paciente realize carga no segmento afetado.
Na avaliação dos movimentos passivos, além da goniometria, não é recomenda a avaliação da sensação final do movimento (end-feel) articular do punho.
Nas avaliações diárias, o uso da tipoia por tempo prolongado deve ser encorajado, uma vez que melhora os resultados funcionais.