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Uma queda é definida como “uma perda não intencional de equilíbrio que leva à falha da estabilidade postural” ou “uma mudança repentina e inesperada na posição que geralmente resulta em aterrissagem no chão”. Identificar fatores de risco específicos para quedas em idosos e usar esses fatores de risco para prever quem vai cair é complexo. Embora as causas subjacentes de uma queda normalmente sejam divididas em extrínsecas (ambientais) e intrínsecas (mecanismos de controle postural, idade, raça, sexo, doenças físicas ou psicológicas crônicas), quedas frequentemente representam uma interação complexa de desafios ambientais e comprometimentos em vários componentes dos sistemas de controle postural em resposta a um desafio postural. Fatores intrínsecos que colocam uma pessoa em risco de queda podem resultar de um acúmulo de várias mudanças relacionadas à idade nas estruturas de controle postural. Diante disso, são fatores intrínsecos comumente associados a quedas em idosos, exceto:
diminuição da acuidade visual, da sensibilidade ao contraste e da percepção de profundidade.
diminuição das células ciliadas vestibulares, das fibras nervosas vestibulares e mudanças no reflexo vestibular ocular.
diminuição do toque leve, da propriocepção, da discriminação de dois pontos, da sensação de vibração e da atividade do fuso muscular.
latência muscular distal acelerada, menor cocontração, aumento da resistência muscular, da coordenação e ganho do alinhamento postural.