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De acordo com os dados epidemiológicos de um estudo realizado na cidade de Belo Horizonte em um Centro de Referência em Atenção ao Idoso, cerca de 32% dos encaminhamentos médicos referem-se a pacientes com sintomas relativos a engasgos, presença de resíduos alimentares após deglutir e tosse. Considerando esses dados, assinale a alternativa que representa um olhar atento do fonoaudiólogo ao cuidado com esta população.
A reabilitação da deglutição por meio da terapia miofuncional orofacial exclui a necessidade de adaptação de consistências alimentares, uma vez que, iniciado o acompanhamento, o consumo dos alimentos passa a ser via gastrostomia (GTT).
A reabilitação da deglutição em idosos com disfagia baseia-se em manobras inibitórias para a musculatura faríngea, visando ao aumento da coordenação dos movimentos de deglutição.
O objetivo da adaptação nas consistências alimentares é o fortalecimento da musculatura, reduzindo o risco de engasgos e aspirações.
As intervenções fonoaudiológicas têm como objetivo aumentar a segurança e a eficácia da deglutição, prevenindo aspirações e complicações respiratórias.
A intervenção fonoaudiológica em casos de disfagia envolve a aplicação de estratégias compensatórias, essenciais para assegurar que idosos possam excluir a ingestão de líquidos e garantir que sólidos e pastosos sejam consumidos de maneira segura.