

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A pandemia de COVID-19 em 2020 trouxe desafios sem precedentes para a saúde pública global. No Brasil, foram adotadas medidas rigorosas para conter a disseminação do vírus, incluindo isolamento social e quarentena. Essas medidas afetaram significativamente a prestação de serviços de saúde, incluindo a fonoaudiologia. Nesse contexto, a teleconsulta emergiu como uma solução viável para garantir a continuidade dos cuidados fonoaudiológicos. Considerando o impacto da pandemia na fonoaudiologia e as adaptações necessárias, avalie as seguintes afirmações sobre o papel do fonoaudiólogo durante a pandemia e marque a alternativa CORRETA.
A implementação da teleconsulta para a fonoaudiologia no Brasil ocorreu sem quaisquer dificuldades relativas à infraestrutura tecnológica e à capacitação de profissionais para manter os serviços oferecidos.
A teleconsulta para os cuidados fonoaudiológicos foi regulamentada pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia e, mesmo com o fim do isolamento social, passou a ser de caráter permanente para a atenção primária, implicando a desativação da modalidade presencial deste serviço.
A teleconsulta durante a pandemia não se consolidou como uma alternativa eficaz para os serviços fonoaudiológicos no Brasil pela limitação quanto à segurança dos atendimentos.
A teleconsulta durante a pandemia permitiu a continuidade dos cuidados fonoaudiológicos, abrangendo desde a prevenção até a reabilitação, e foi regulamentada pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia.
Durante a pandemia de COVID-19, a teleconsulta para cuidados fonoaudiológicos ocorreu exclusivamente em nível de reabilitação para crianças com diagnóstico de autismo e adultos com quadro de afasia, pela impossibilidade da realização de manobras e exercícios para os demais casos.