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De acordo com Furkim e Santini (1999), o controle neurológico da deglutição foi estudado por meio de eletromiografias, de lesões no sistema nervoso central e periférico, remoção de músculos específicos e também por estimulação elétrica. Segundo elas, a deglutição pode ser disparada por diferentes centros nervosos, mesmo depois da remoção total das regiões corticais e subcorticais, acima do tronco cerebral.
As autoras ainda afirmam que
todos os estágios da deglutição dependem diretamente das atividades do córtex cerebral, principalmente as fases faríngeas e esofágicas.
o córtex cerebral não é essencial os estágios faríngeo e esofágico, embora facilite a fase oral e a iniciação da fase faríngea.
todos os estágios da deglutição dependem diretamente das atividades do córtex cerebral, principalmente as fases oral e faríngea.
o córtex cerebral é essencial para a fase oral e a iniciação da fase faríngea e principalmente para os estágios faríngeo e esofágico.
não existe relação entre os estágios da deglutição que estabeleça uma independência importante quanto às funções do córtex cerebral.