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Assinale a opção que apresenta a definição correta de disfagia.
Distúrbio neurológico que acomete a laringe, causando falta de eficiência na sua função de proteger as vias aéreas à deglutição.
Distúrbio da expressão verbal causado por alteração do controle muscular dos mecanismos da fala.
Dificuldade de produção oral ocasionada por alterações anatômicas e(ou) fisiológicas dos órgãos articulatórios cuja causa é de origem periférica.
Dilatação sacular do ventrículo laríngeo, semelhante a um cisto, que pode envolver, além do ventrículo, outras estruturas supraglóticas.
Distúrbio da fluência da fala que se caracteriza pela interrupção, mais ou menos brusca, de ritmo da expressão verbal.
Marque a alternativa INCORRETA, em relação às estratégias facilitadoras da alimentação de um paciente com Disfagia:
Tirar alimento do rosto do paciente com a colher;
Não apressar as refeições;
Utilizar apoio verbal;
Não misturar alimentos de consistências diferentes, ao mesmo tempo;
Oferecer ao paciente uma colher de chá de alimento por vez.
Caracterizada pela dificuldade em deglutir ou uma sensação de comida "presa" na garganta ou no esôfago. As causas incluem a obstrução mecânica e os distúrbios na motilidade dos músculos da cavidade oral, da faringe ou esôfago:
Disgrafia.
Dispraxia.
Dislalia.
Disfagia.
Durante a avaliação motora oral de uma criança com Paralisia cerebral, o Fonoaudiólogo realiza uma pressão moderada nas gengivas da criança para avaliar o reflexo de:
Sucção.
Deglutição
Mordida.
Nausea.
Mastigação.
O reflexo relacionado à deglutição presente em recémnascidos que é desencadeado com o toque nos cantos da boca é o reflexo de:
GAG.
suckling.
protrusão lingual.
procura
lateralização
A deglutição é definida como um processo sinérgico composto por fases intrinsecamente relacionadas, sequenciais e harmônicas. A fase em que são observados cinco estágios distintos (captação do alimento, qualificação, preparo, posicionamento e ejeção do bolo alimentar) é denominada
antecipatória.
oral.
faríngea.
esofágica.
laríngea.
O bebê portador de fissuras labiopalatinas pode apresentar alterações na fala, na dentição, na alimentação, entre outras. Assinale a alternativa que apresenta orientações corretas a serem fornecidas aos pais desses bebês, sob o ponto de vista fonoaudiológico.
A alimentação ideal é a artificial oferecida por meio de mamadeira. O aleitamento natural é contraindicado para bebês portadores de fissuras labiopalatinas.
O acompanhamento fonoaudiológico de estimulação intra e extra oral, de linguagem e de fala deve ser iniciado somente após a intervenção cirúrgica. Isso ocorre geralmente aos cinco anos de idade.
A postura para a alimentação deve ser verticalizada, impedindo, com isso, uma possível aspiração broncopulmonar, o refluxo nasal e(ou) o desvio do leite para a tuba auditiva.
A superproteção e a falta de estimulação por parte da mãe favorecerá o desenvolvimento da linguagem do bebê.
Crianças portadoras de fissuras labiopalatinas não necessitam de monitoramento auditivo.
Leia o texto:
“Fissuras decorrentes da não fusão do mesênquima dos processos palatinos laterais do palato primário e do septo nasal.(Spina, 1979)”
Sobre as fissuras palatinas, pode-se dizer que a classificação acima refere-se a:
Fissuras pré-forame.
Fissuras pós-forame.
Fissuras transforame incisivo.
Fissuras labiais.
O distúrbio de deglutição que apresenta sinais e sintomas específicos que se caracterizam por alterações em qualquer etapa e(ou) entre as etapas dinâmicas da deglutição, podendo ser congênito ou adquirido, após comprometimento neurológico, mecânico ou psicogênico, e trazer prejuízo aos aspectos nutricionais, de hidratação, no estado pulmonar, prazer alimentar e social do indivíduo, além de complicações mais graves como a pneumonia aspirativa e o óbito, é denominado
deglutição atípica.
deglutição prejudicada.
deglutição anormal.
deglutição adaptada.
disfagia.
A deglutição é uma função vital, em que participam em torno de 30 músculos e 6 pares encefálicos. Assinale as proposições com VERDADEIRO (V) ou FALSO (F), sobre os pares encefálicos que fazem parte da deglutição, e assinale a alternativa que contempla a sequencia CORRETA:
( ) O trigêmio que é o V par, participa da deglutição.
( ) O trigêmio que é o V par, não participa da deglutição.
( ) O trigêmio que é o V par, e o facial que é o VII par, participam da deglutição.
( ) O trigêmio, o facial, o glossofaríngeo e o vago participam da deglutição.
( ) O trigêmio, o hipoglosso, o acessório espinhal, o vago, o glossofaríngeo e o facial, são todos os pares encefálicos que participam da deglutição.
V, F, V, V, V.
F, V, V, V, V.
V, F, F, V, V.
F, V, V, V, F.
F, F, F, V, V.
Riscos evidentes de aspiração substancial, somados a alterações nos mecanismos da fase oral e faríngea, comprometendo a eficiência da deglutição, são considerados fatores de uma deglutição ineficiente.
Considera-se deglutição eficiente quando os pacientes apresentam alteração nos mecanismos da fase oral e faríngea da deglutição, porém com possibilidades de introdução de dieta via oral sem riscos de aspiração substancial.
Considera-se disfagia severa quando o controle do bolo alimentar está atrasado, lento e com sinais de penetração laringeal e risco de aspiração.
Em relação à ausculta cervical, é correto afirmar que
é um instrumento clínico incapaz de prever e identificar uma possível aspiração.
não é considerado como instrumento clínico complementar para diagnosticar e tratar a disfagia.
é o único instrumento clínico para diagnóstico de disfagia.
é mais um instrumento clínico que pode fornecer dados a respeito do tratamento da disfagia.
o fonoaudiólogo não está habilitado para realizar ausculta cervical em pacientes disfágicos.
Disfagias neurogênicas são desordens no processo de deglutição e(ou) alimentação causadas por doença ou trauma neurológico. Durante a avaliação clínica da disfagia neurogênica, o examinador deve investigar, principalmente,
mudanças no limiar auditivo do paciente.
mudanças na seleção dos alimentos em relação à consistência; posição da cabeça e pescoço durante a deglutição; presença de reflexo de tosse antes, durante ou após deglutir; tempo gasto em cada refeição.
presença de fala imprecisa, com articulação deficiente e excesso de saliva; alteração no traço de sonoridade e ceceio; dificuldade de localização e lateralização sonora.
distorção de vogais; voz áspera; excesso de variação de intensidade da fala e otites de repetição.
presença de reflexos acústicos.
A presença de um tumor no córtex frontal pode causar interrupção da informação motora para a musculatura facial na via motora facial central, provocando uma paralisia facial central. Assinale a alternativa que apresenta a figura que exemplifica a manifestação clássica da paralisia facial central.





Dependendo do grau da disfagia, utilizam-se técnicas passivas que consistem no treino da deglutição apenas com saliva.
A avaliação da fase preparatória oral da deglutição e a da fase faríngea em pacientes com grave comprometimento motor, como em pacientes com paralisia cerebral, são obrigatórias.
Quanto às manobras de proteção da via aérea durante a deglutição, podemos inferir:
A manobra de Mendelsohn foi criada para aumentar a extensão e a duração da elevação laríngea e do movimento anterior desta durante a deglutição, o que permitirá diminuição da duração e do diâmetro da musculatura cricofaríngea.
A deglutição supraglótica foi criada para melhorar o fechamento das vias aéreas antes de deglutição ao nível da glote.
A deglutição super supraglótica foi desenvolvida para melhorar o fechamento das vias aéreas antes e durante a deglutição ao nível de entrada da via aérea (ou seja, do vestíbulo laríngeo) e da glote.
Em pacientes submentidos a laringectomia supraglótica, a deglutição super supraglótica visa ao contato das aritenoides com a epiglote.
Na avaliação da deglutição, buscam-se alimentos com consistências e viscosidades facilitadoras, utilizando o videodeglutograma, para assegurar possíveis aspirações e penetrações, direcionando a terapia da deglutição.