

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O traumatismo cranioencefálico (TCE) pode causar distúrbio cognitivo da comunicação que:
se caracteriza pela capacidade de automonitoramento na fala automática.
causa grande impacto no nível discursivo e nas trocas sociais.
afeta a função cognitiva responsável pelo aspecto práxico da comunicação.
causa grande impacto nos níveis formais da linguagem.
se caracteriza por discurso eficiente, porém reduzido.
Os sinais clínicos de flacidez muscular, fraqueza, hipotrofia, hipotonia, hiporreflexia e a presença de fasciculação, referem-se à disartria:
Atáxica.
Flácida.
Hipocinética.
Hipercinética.
Espástica.
A função respiratória se torna inadequada quando deixa de ser realizada pelo nariz, e a boca passa a ser a via mais comum de passagem do ar. São alguns sinais e sintomas da Síndrome do Respirador Oral, exceto:
Dificuldade alimentar/Aerofagia.
Mordida cruzada devido ao estreitamento encontrado na maxila.
Gengivite crônica.
Palato ogival, pois a pressão positiva do ar entrando pela cavidade bucal, faz com que o palato cresça para cima.
Em relação aos sintomas e sinais vocais e laríngeos da doença do refluxo gastresofágico com manifestações laringofaríngeas, assinalar a alternativa CORRETA:
Os sintomas relatados e os sinais observados nos pacientes com refluxo gastresofágico diferem daqueles apresentados em pacientes com refluxo laringofaríngeo, principalmente pela ausência do sintoma cardinal: a pirose.
Enquanto o paciente com refluxo gastresofágico em geral apresenta pirose, dores estomacais e na região retroesternal, esofagite e refluxo na posição vertical, o paciente com refluxo laringofaríngeo não apresenta pirose e nem dores, não tem esofagite e tem refluxo na posição horizontal
Nos pacientes com refluxo laringofaríngeo a função do esfíncter inferior está mais prejudicada do que a do esfíncter superior.
Vários são os sintomas vocais em pacientes com refluxo laringofaríngeo. Disfonia crônica ou intermitente, rouquidão, fadiga vocal, quebras de sonoridade,pigarro, aquecimento vocal reduzido, sensação de muco espesso, boca seca, halitose, globo faríngeo, disfagia, regurgitação, dor de garganta crônica, odinofagia, tosse noturna, tosse crônica, aspiração, dificuldade de respirar, pneumonia, dispepsia e azia. Osintoma vocal ou laríngeo é patognomônico da doença do refluxo gastresofágico com manifestações laringofaríngeas.
Quanto à Paralisia Cerebral (PC), é correto afirmar que:
Tem caráter progressivo e normalmente precede insulto em um cérebro em desenvolvimento.
Em relação à topografia, a PC diplégica pressupõe paralisia de braço e perna de um mesmo hemicorpo.
A PC espástica engloba síndrome de liberação piramidal, inclui um padrão anormal de movimentos e postura, e presença de reflexos patológicos.
Os pacientes portadores de PC têm um padrão geralmente uniforme de mobilidade e reações orais, o que facilita a padronização de técnicas de reabilitação.
Apractognosia é o termo utilizado para qualquer distúrbio seja ele práxico ou gnósico devido a uma lesão encefálica onde estes centros estejam localizados (DORETTO, 2001). De acordo com as informações abaixo, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) O paciente apresenta um conjunto de deficiências sensório-percepto-motoras que acarreta na incapacidade de realizar movimentos, gestos ou habilidades previamente aprendidas, seja de uma forma espontânea ou ao comando verbal.
( ) O diagnóstico pode ser feito descartando a presença de um distúrbio primário de atenção, compreensão, motivação, força, coordenação ou sensibilidade que pudesse interferir na performance normal do ato motor.
( ) As funções práxicas dependem essencialmente do controle de áreas superiores do córtex encefálico que são: área motora primária, área suplementar e córtex pré-motor.
( ) O indivíduo portador de apraxia apresenta muita dificuldade em realizar movimentos ao comando verbal ou mímico, porém podem executar os mesmos movimentos de forma automática.
V – F – V – V.
V – V – V – V.
F – V – F – F.
F – F – V – V.
O termo paralisia refere-se ao acometimento que resulta em disfunção muscular. O acidente vascular encefálico de um hemisfério cerebral normalmente leva a uma paralisia do hemicorpo contralateral à lesão, que pode ser flácida ou espástica.
Das alternativas a seguir, assinale aquela que se refere ao comprometimento de um hemicorpo (esquerdo ou direito).
Paraplegia.
Tetraplegia.
Monoplegia.
Triplegia.
Hemiplegia.
As alterações de linguagem são elementos centrais dos pacientes que apresentam o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Em relação às alterações de linguagem nos TEA, é correto afirmar:
é necessário contextualizar a linguagem da criança como uma conduta terapêutica que deve ser seguida apenas pelo fonoaudiólogo.
a linguagem de crianças com TEA segue um padrão normal quando comparado a crianças com o desenvolvimento típico.
crianças com TEA não apresentam prejuízos no aspecto pragmático da linguagem.
crianças com TEA apresentam dificuldades na compreensão de mensagens de duplo sentido.
Considere as afirmativas abaixo sobre a escala de AVC do National Institute of Health Stroke Scale (NIH), utilizada pelo Manual de Rotinas para atenção ao AVC:
I. Na avaliação da “Melhor linguagem”, afasia grave é quando há alguma perda óbvia da fluência ou dificuldade de compreensão, sem limitação significativa das ideias.
II. É considerada disartria leve a moderada quando o paciente arrasta pelo menos algumas palavras, e, na pior das hipóteses, pode ser entendido com alguma dificuldade.
III. Paralisia facial central evidente é quando há paralisia facial total ou quase total da região inferior da face.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas II e III.
I, II e III.
A presbifagia é uma incapacidade funcional comum da senescência, visto que tumores de cabeça e pescoço apresentam alta prevalência no idoso.
Alguns sinais informam dados preciosos sobre a topografia da lesão do paciente, o que torna mais fácil o prognóstico fonoaudiológico. O sinal de Legendre, Pitres e de Bell estão relacionados intimamente com:
Acidente Vascular Cerebral.
Afasia de Wernike.
Paralisia Facial Periférica.
Sincinesias.
Quanto à relação da doença de Parkinson e disfagia, afirma-se, corretamente, que:
A gravidade da disfagia é influenciada pelo grau de comprometimento da parte posterior da língua.
Na doença de Parkinson, a disfagia só ocorre sob a presença de outra comorbidade, como no caso da demência.
Os primeiros sintomas de disfagia se manifestam pela dificuldade de sucção e com o agravamento da doença há aumento do comprometimento da mastigação.
O grau de comprometimento do trato aerodigestivo acompanha a progressão da doença, atingindo os sistemas fonatório, articulatório, ressonantal e digestório.
Na doença de Parkinson, excetua-se como causa da disfagia a bradicinesia.
Segundo Bhatnagar (2004), a associação entre caracterização clínica e distúrbios do sistema vestibular está corretamente expressa em:
Cinetose: tonteira, vertigem objetiva, nistagmo.
Otosclerose: vertigem subjetiva, náuseas, vômitos.
Labirintite: prolongado período de vertigem, paciente tende a cair para o lado contrário da lesão, nistagmo.
Doença de Menière: zumbido, perda auditiva, surdez.
Disfunção do labirinto: desequilíbrio, além de prolongado período de vertigem.
As disartrias são classificadas de acordo com a topografia da lesão, e a denominação é feita conforme a característica clínica. Assinale a alternativa que apresenta a topografia da lesão e sinais clínicos correspondentes aos casos de disartria atáxica.
Lesão cerebelar; a fala caracteriza‐se por alteração de prosódia, com ênfase inadequada na palavra ou na frase, prolongamento de vogais, alteração na velocidade de fala, flutuação de intensidade, frequência e duração das emissões.
Lesão nos núcleos da base; a precisão articulatória torna‐ se comprometida pela flutuação de tonicidade e pela mobilidade excessiva, não raramente tem redução sintática, emissões curtas, imprecisão dos fonemas sejam plosivos ou fricativos.
Lesão no hemisfério direito; presença de tremor no repouso, rigidez, bradicinesia e alterações posturais, fala com tremor, redução de intensidade, dificuldade em iniciar os movimentos, redução da amplitude articulatória, imprecisão de alguns fonemas, alteração na velocidade de fala.
Lesão do neurônio motor inferior; voz soprosa,redução do tempo máximo de fonação, incoordenação pneumofonoarticulatória, redução da frequência, alteração na melodia, alteração na ressonância, pode ter hipernasalidade devido à incompetência velofaríngea.
Lesão do neurônio superior; voz tensa, possível aspereza, redução da variação do pitch, hipertonia da laringe, redução do tempo máximo de fonação, ataque vocal brusco, dificuldade em manter a estabilidade durante a emissão quanto à qualidade vocal, à intensidade, à frequência e à articulação.
Pacientes portadores de papilomatose laríngea recorrente (PLR) podem apresentar como queixa:
-
I. a disfonia;
II. a dispneia;
III. a tosse crônica;
IV. as pneumonias recorrentes;
V. a disfagia.
-
O número de afirmações corretas é
3.
4.
5.
6.
Algumas orientações devem ser dadas aos pais de crianças com Transtorno do Espectro Autista para estimulação da linguagem:
Variar o tempo e o local para brincarem com a criança todos os dias para que ela se acostume.
Ensinar as principais expressões faciais mostrando figuras.
Estabelecer o contato visual é primordial em todas as situações.
Adaptar o nível da linguagem do adulto ao da criança, considerando as habilidades de compreensão da criança.
Realizar atividades mais complexas do que o usual da criança cria situações de estímulo para novas habilidades.
Uma das formas de avaliação do paciente pós-AVE é por meio da Escala de Glasgow, realizada a partir de 3 parâmetros básicos: abertura ocular, resposta motora e resposta verbal. A partir do resultado obtido, é possível prever eventuais sequelas. Assinale a alternativa que corresponda ao quadro clínico de um paciente com 80 anos que apresentou pontuação 11 nessa escala.
Coma profundo.
Coma superficial.
Coma intermediário.
Normalidade.
A Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) é definida como episódios repetitivos de oclusão de Vias Aéreas Superiores durante o sono, associados à fragmentação do sono. Quando associada a outros fatores é considerada como Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS). Segundo Guimarães (2009), quais são esses fatores?
Doença cardiovascular, disfagia e diabetes.
Refluxo laringofaríngeo, hipertensão e ronco.
Diabetes, refluxo laringofaríngeo e insuficiência respiratória.
Sonolência excessiva diurna, doença cardiovascular e ronco.
O procedimento de avaliação clínica da deglutição tem sido admitido como a primeira forma de acesso ao paciente. Quando realizado precocemente, pode desempenhar papel preventivo das possíveis complicações clínicas decorrentes do distúrbio da deglutição.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao procedimento fonoaudiológico que NÃO corresponde a uma etapa da avaliação clínica da disfagia.