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A geografia cultural no Brasil, para Corrêa (2009),“teve algumas fases, não sendo aceita no primeiro momento até chegar a ser uma novidade interessante.” Sobre esse campo da geografia, assinalar a alternativa INCORRETA:
A geografia cultural renovada, que surge a partir da década de 1970, retira o sentido político desse campo da geografia, dando ênfase às questões referentes aos símbolos e seus significados no cotidiano dos indivíduos e dos grupos sociais.
A partir da década de 1970, passa por uma reformulação, fruto de embates epistemológicos, teóricos e metodológicos no âmbito dos quais emergem uma geografia crítica e diferentes subcampos que, nos anos 80, iriam confluir, em parte, para gerar a denominada geografia cultural renovada.
A primeira fase da geografia cultural, para Paul Claval, na Alemanha, na França e, após 1925, nos Estados Unidos, privilegia a paisagem cultural e os gêneros de vida, resultantes das relações entre sociedade e natureza.
Os significados estão no cerne dos estudos realizados pela geografia cultural. Por isso que Claval (2001) nos provoca com a interrogação: “[…] os indivíduos e os grupos não vivem os lugares do mesmo modo”.