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Considere a figura a seguir:
Figura 1: Distribuição da população indígena, por unidade federativa, em 2022 (%)

Disponível em: https://www.instagram.com/p/ClL2OtiuavS/ Acesso em: 22 de novembro de 2022, com base no banco de dados do Censo/2022 do IBGE.
Sobre a distribuição da população indígena no território brasileiro, é CORRETO afirmar que:
A soma dos percentuais dessa população nos estados da região Sul é maior do que a população da região Sudeste.
Apenas sete unidades federativas brasileiras apresentam população indígena abaixo de 1%, do total da população.
Em todo território Nacional, as unidades federativas do Amazonas, Bahia e Pará são as que possuem os maiores índices de população indígena.
Na região Norte do país, há uma maior concentração dessa população nas unidades federativas do Pará e do Amazonas.
Uma das características mais importantes de uma população é a distribuição geográfica.
O significado da distribuição geográfica de uma população
refere-se à quantidade total de indivíduos que compõem a população em uma determinada área.
representa a capacidade de reprodução de uma população em diferentes habitats.
indica a presença de recursos ilimitados para o crescimento populacional.
define a proporção entre os diferentes grupos etários de uma população.
consiste no alcance geográfico e ecológico da espécie, englobando todas as áreas ocupadas durante o ciclo de vida da população estudada.
Especialmente nos anos 1980, o incremento populacional de Rondônia apresentou taxas superiores às da região Norte e até mesmo à do conjunto da população brasileira. Isso se deu devido
ao fim da alocação de recursos vindos do Banco Mundial, o que estimulou os investimentos locais.
ao significativo refluxo das ondas migratórias, o que fez ampliar a taxa de natalidade e redução da mortalidade.
à necessidade de se ocupar a terra, processo marcado por conflitos diversos e de problemas ambientais.
à determinação de suprimir a abertura de novas malhas viárias e de reduzir o processo de ocupação da terra.
ao pleno êxito do Polonoroeste, tanto em termos de gestão dos recursos financeiros quanto de proteção do meio físico e humano.
Analise o gráfico a seguir.
Evolução da natalidade e da mortalidade - Brasil - 1881/2007
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IBGE. Atlas nacional do Brasil Milton Santos. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. p. 115
Sobre a dinâmica demográfica brasileira expressa no gráfico, é INCORRETO afirmar que
na década de 1950, devido à redução das taxas de mortalidade, o país vivenciou o auge do crescimento demográfico.
a introdução do planejamento familiar e das técnicas anticoncepcionais permitiu a compressão do crescimento vegetativo a partir da década de 1970.
o “baby boom”, fenômeno vivenciado no país no início do século XX, foi revertido na segunda metade do século pela redução das taxas de natalidade.
a redução gradual nas taxas de natalidade sinalizam, para o futuro, a possibilidade da ocorrência de “inverno demográfico” no Brasil.
Alguns índices utilizados nas análises de geopolítica são o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o índice Gini e o PIB per capita. Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
I O IDH é um índice comparativo que permite observar a evolução das condições de vida de um país ou região, combinando diversos fatores, como taxa de analfabetismo, PIB per capita e expectativa de vida.
II O índice Gini é uma medida de desigualdade ou distribuição de renda de um país ou região; mede-se a partir da renda da população, buscando suas disparidades ou proximidades.
III O PIB per capita consiste no produto interno bruto dividido pela quantidade de habitantes de um país; um maior PIB per capita não indica necessariamente um país mais desenvolvido, já que pode haver grandes disparidades na distribuição de renda.
Assinale a alternativa correta.
Apenas os itens I e II estão certos.
Apenas os itens I e III estão certos.
Apenas os itens II e III estão certos.
Todos os itens estão certos.
O Censo de 2010 foi o último realizado, até o momento, em território brasileiro. Os Censos já realizados no Brasil sempre tiveram como principais objetivos: contar os habitantes do território, identificar suas características e como vivem, produzir informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas e servir como referência para estudos ligados às desigualdades que existem no Brasil – inclusive dentro de um mesmo município. A maior concentração populacional por Km² de todo o país fica na cidade de São Paulo, na região de Paraisópolis, com cerca de 40.000 habitantes por Km². Sobre esse censo e o mapa que vem logo abaixo, assinale a alternativa que apresenta todas as informações corretas.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010 http://mapasinterativos.ibge.gov.br/atlas_ge/brasil1por1.html
As regiões que atualmente se apresentam como as mais densamente povoadas são a Sudeste, Nordeste e Norte, sendo que estas duas últimas apresentam as maiores populações absolutas de todo o país.
Os dados levantados pelo Censo de 2010 comprovam que o nosso país é ocupado predominantemente por mulheres, que representam cerca de 60% de toda a população do país, sendo que nas regiões Norte e Sul esse percentual fica bem próximo dos 65%.
Havia, dentro do planejamento do IBGE, a realização de um Censo no ano de 2020, porém ficou definido que esse tipo de levantamento não mais precisa ser feito devido à estagnação do crescimento populacional do país.
O Brasil é um país que apresenta uma das maiores densidades demográficas do planeta, apesar de ser um país pouco populoso.
É possível ver no mapa que as maiores concentrações populacionais do país ficam próximas do litoral. Uma das possíveis explicações para isso reside no fato de que o processo de ocupação do atual Brasil se inicia em regiões litorâneas.
A taxa de mortalidade infantil (TMI) representa um importante indicador do nível de desenvolvimento de um país, de uma região ou de um povo. Ela corresponde ao número de mortes de crianças menores de um ano de idade, em um determinado ano, por 1.000 nascidos vivos no mesmo ano. O Gráfico a seguir trata da taxa de mortalidade infantil de um país. Pelos dados apresentados, podemos considerar que se refere ao país:

Brasil.
Estados Unidos.
Japão.
Índia.
Noruega.
"A população brasileira chegou a 213,3 milhões de habitantes. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (27/08/2021) e tem como data de referência, o dia 1º de julho de 2021. A estimativa é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos. 'As projeções de população do Brasil e dos estados não somente subsidiam as estimativas municipais, mas também ajudam a pensar no futuro da população. E pensar no futuro é importante porque nos mostra os desafios que teremos pela frente', ressaltou Márcio Mitsuo Minamiguchi, gerente de Estimativas e Projeções de População do IBGE". (GOVERNO DO BRASIL. População brasileira chega a 213,3 milhões de habitantes, estima IBGE, Gov.Br. 27 ago. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2021/08/populacao-brasileira-chega-a-213-3-milhoes-de-habitantes-estima-ibge. Acesso em: 18 jan. 2022).
A partir da leitura do excerto, marque a opção CORRETA que indica as duas regiões brasileiras mais populosas do Brasil, segundo o IBGE, em 2021.
Sudeste e Nordeste.
Sul e Norte.
Centro-Oeste e Nordeste.
Sudeste e Centro-Oeste.
Sudeste e Norte.
“QUEM SÃO OS NOVOS IMIGRANTES NO BRASIL? E QUANTOS BRASILEIROS VIVEM NO EXTERIOR?
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Nos séculos 19 e 20, europeus e japoneses protagonizaram os principais movimentos de imigração em terras brasileiras, porém, hoje, o cenário mudou; saiba como está o atual fluxo migratório e os impactos da pandemia.
A imigração japonesa, no Brasil, começou, oficialmente, em 18 de junho de 1908, quando mais de 781 japoneses chegaram em busca de trabalho nos cafezais paulistas. E, ainda hoje, o Brasil abriga a maior comunidade nipônica fora do país asiático, reunindo aproximadamente 2 milhões de pessoas, a maioria descendentes nascidos aqui. Já os imigrantes vindos do Japão somam pouco mais de 58 mil pessoas – 73% vivem no Estado de São Paulo. Outros movimentos migratórios, antes mesmo dos japoneses, já haviam começado no Brasil. Em meados do século 16, milhões de africanos foram trazidos na condição de escravos. Já a partir do século 19, os europeus, especialmente portugueses, italianos, espanhóis e alemães, passaram a constituir os principais grupos de imigrantes em terras brasileiras. Porém, nos últimos anos, o cenário mudou.
Atualmente, os novos imigrantes, no Brasil, são, em sua maioria, latino-americanos. Este ano, até março, 23.906 estrangeiros passaram a residir no país, 60% são venezuelanos e haitianos. Segundo o Observatório das Migrações Internacionais e o Departamento de Migrações do Ministério da Justiça, de 2011 a 2019, foram registrados 1 milhão de imigrantes no país. Os maiores números vieram da Venezuela, Paraguai, Bolívia e Haiti. As principais razões para a mudança dos fluxos migratórios são a crise econômica iniciada em 2007 nos Estados Unidos, na Europa e no Japão e o desenvolvimento econômico e social do Brasil na primeira década dos anos 2.000.
Desde o ano passado, a pandemia do coronavírus impacta a vinda de novos residentes. Depois de registrar quase 18 mil imigrantes em janeiro de 2020, os números caíram bruscamente, atingindo sete mil em janeiro deste ano. Já a saída de brasileiros para morar no exterior vem registrando aumento ano a ano. Principalmente a partir de 2014, quando a crise econômica se instalou no Brasil. O Itamaraty estima que aproximadamente 3 milhões e 600 mil brasileiros vivam no exterior, 44% estão nos Estados Unidos. E, depois, Paraguai, Japão, Reino Unido, Espanha e Portugal.”
...
ZANOLINI, Lívia. Quem são os novos imigrantes no Brasil? E quantos brasileiros vivem no exterior? Jovem Pan. São Paulo, 2021. Disponível em: < https://jovempan.com.br/programas/ta-explicado/quem-sao-os-novos-imigrantes-no-brasil-e-quantos-brasileiros-vivem-no-exterior.html>. Acesso em: 27 jan. 2022.
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Sobre os movimentos migratórios no Brasil, assinale a alternativa correta.
Atualmente, segundo o ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), o Brasil, país que recebe milhares de imigrantes oriundos de países subdesenvolvidos todos os anos, é o país com o maior número de pessoas refugiadas dentro de seu território – principalmente pessoas do continente asiático e africano.
A migração pendular é um tipo de migração que está diminuindo no Brasil, já que a população rural do país (principal população que realiza esse tipo de movimento) representa um percentual cada vez menor da população.
É sabido que milhões de africanos foram sequestrados, escravizados e trazidos para o continente americano entre os séculos XVI e XIX. Costumeiramente, esse fato é chamado de “Diáspora Africana” e o movimento migratório é reconhecido como “Migração forçada”.
Segundo o Censo de 2010, o país recebeu naquele ano cerca de 270 mil imigrantes internacionais – sendo que os principais países de origem desses imigrantes foram os Estados Unidos e Japão (países que passavam por uma grande crise nesse período).
Um período importante para os movimentos migratórios internos do Brasil foi aquele entre os anos 50 e 70, período marcado por uma grande leva de movimentos migratórios para o Nordeste do Brasil.
Sobre os dados do CENSO de 2010, qual alternativa abaixo apresenta os estados que tiveram o maior crescimento percentual e o menor crescimento percentual de suas populações, respectivamente?
Roraima e Rio Grande do Sul.
Amapá e Bahia.
Acre e Minas Gerais.
Amapá e Rio Grande do Sul.
Roraima e Minas Gerais.
Os dados divulgados pelo censo demográfico são importantes porque, entre outras razões, permitem conhecer a quantidade de brasileiros que habitam o País, bem como suas circunstâncias de vida, em áreas urbanas e rurais; além disso, o censo de 2022 marca a primeira vez em que os quilombolas são investigados em um recenseamento brasileiro.
Certo
Errado
O processo de formação da sociedade brasileira é marcado pela diversidade étnico-racial, múltiplas formas de uso do território e pela desigualdade social. Uma questão importante a ser trabalhada na disciplina de Geografia é a forma como as chamadas populações tradicionais vem (re)produzindo sua territorialidade no espaço geográfico brasileiro. Nesse sentido, o conceito de territorialidade nos permite compreender o viver das comunidades quilombolas:
Como sendo a expressão de sua forma de pensar social, cultural e econômica. Porém, uma vez retirados de seu território de origem, não se pode dizer que os quilombos serviram como espaços nos quais essas pessoas puderam reproduzir seu espaço vivido ancestral.
Como uma construção ao longo de diferentes tempos, de espaços de resistência política e cultural africana no território brasileiro, como forma de manter o controle sobre a exploração e o uso dos recursos disponíveis e produção de significados.
Como sendo um espaço multicultural, formado a partir de diferentes práticas ancestrais, que passaram a conviver com uma diminuição crescente da violência praticada de diferentes formas na medida em que seu território foi reconhecido pelo poder público.
Como um espaço em que existem diferentes possibilidades de expressar a construção da territorialidade negra, mas sempre preservando a cultura negra, que é mais expressiva naquela comunidade.
Como um espaço vivido por um grupo, marcado pela resistência política e cultural desse grupo e que tem, na sua estrutura organizacional, a preocupação em preservar a cultura negra mais expressiva da comunidade.
Nos anos de 1970, o crescimento demográfico verificado em Brasília e nos municípios do entorno era elevado. Naquela ocasião, o governo federal criou o Programa Especial da Região Geoeconômica de Brasília (Pergeb), que tinha o objetivo de
fomentar a migração em direção ao Distrito Federal (DF) como forma de suprir as demandas de mão de obra.
reduzir as migrações para Brasília, denominada área de contenção, e promover o desenvolvimento dos municípios do entorno, denominados zona de amortecimento das migrações.
incentivar a criação de parques industriais no entorno e no DF.
promover a reforma agrária e a produção de alimentos para suprir a demanda do DF por produtores agropecuários dessa região.
criar políticas envolvendo o DF e o entorno no sentido de propor programas metropolitanos de moradia, segurança, emprego e mobilidade.
O processo de Urbanização Brasileira aconteceu em um curto período de tempo, trazendo inúmeros problemas para as cidades, que não tinham estrutura para receber tantas pessoas em busca de moradia e emprego. Outro problema foi a falta de planejamento para crescimento dessas cidades. Quando o crescimento de uma cidade é muito extenso e ela acaba “encostando” na outra, ou seja, compondo o mesmo núcleo urbano, esse fenômeno urbano recebe o nome de:
Metrópole.
Junção.
Bi Territorial.
Conurbação.
Analise o gráfico a seguir.

(Fonte: IBGE, extraído do IPEADATA. Elaboração própria. Adaptado.)
O gráfico mostra que, a partir de 1970, a população de Manaus tem um crescimento acelerado. As opções a seguir apresentam causas desse crescimento, à exceção de uma. Assinale-a.
O afluxo dos movimentos migratórios.
A atratividade do mercado de trabalho do setor industrial.
O aumento dos deslocamentos periferia-centro-periferia.
A diversificação do mercado de trabalho no setor de serviços.
A maior renda per capta dos trabalhadores do polo industrial.
O Acre tem a terceira menor população do país, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficando à frente apenas de Roraima e Amapá (adaptado de G1, 2021). Assinale a alternativa que apresenta o tamanho da população do Acre, segundo o último Censo Demográfico realizado pelo IBGE em 2010.
Tem menos de 500 mil habitantes
Tem menos de 1 milhão de habitantes
Tem mais de 5 milhões de habitantes
Tem mais de 10 milhões de habitantes
Desde 1500 até a década de 1970 a população indígena brasileira decresceu acentuadamente e muitos povos foram extintos. O desaparecimento dos povos indígenas passou a ser visto como uma contingência histórica, algo a ser lamentado, porém inevitável. No entanto, este quadro começou a dar sinais de mudança nas últimas décadas do século passado. A partir de 1991, o IBGE incluiu os indígenas no censo demográfico nacional. O contingente de brasileiros que se considerava indígena cresceu 150% na década de 90. O ritmo de crescimento foi quase seis vezes maior que o da população em geral. O percentual de indígenas em relação à população total brasileira saltou de 0,2% em 1991 para 0,4% em 2000, totalizando 734 mil pessoas. Houve um aumento anual de 10,8% da população, a maior taxa de crescimento dentre todas as categorias, quando a média total de crescimento foi de 1,6%.
Disponível em https://www.gov.br/funai/pt-br/atuacao/povos-indigenas/quem-sao
As regiões com menor número de indígenas são:
Norte e Nordeste.
Centro-Oeste e Sudeste.
Sudeste e Sul.
Nordeste e Centro-Oeste.
Norte e Sul.
Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em meados de 2021, Rondônia passa de 1,8 milhão de habitantes. A população de Porto Velho representa 30,2% de todos os moradores do estado. Quanto à ocupação da população do estado, é correto afirmar que
o nível de escolaridade é alto, tanto é que a maior parte da população adulta tem ensino superior completo.
a maior parte da população trabalhadora concentra-se nas atividades da agricultura familiar e do agronegócio.
a administração pública e os serviços empregam a maior parte da população economicamente ativa.
o setor secundário da economia, que envolve as indústrias de transformação e a construção civil, domina o emprego.
as classes de renda A e B correspondem à metade da população urbana, em decorrência do poder econômico do agronegócio.
No último Censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2010, a população do Município de Dourados registrou uma população de 196.035 pessoas.
Sobre alguns resultados desse levantamento, pode-se afirmar corretamente que:
a população feminina era quase o dobro da masculina
a maioria predominante foi de adultos com mais de 60 anos
os evangélicos compunham a grande maioria da população
a taxa de escolaridade entre 6 e 14 anos de idade estava próxima dos 100%
As variações nos ritmos e padrões de crescimento demográfico observadas em escala planetária são comumente explicadas por meio do modelo denominado de transição demográfica.
Sobre os diferentes regimes e fases previstos no modelo da transição demográfica, analise as afirmativas a seguir.
I. O regime demográfico tradicional é caracterizado por altas taxas de mortalidade e baixas taxas de natalidade.
II. Na fase de transição, as taxas de natalidade decrescem antes das taxas de mortalidade.
III. O regime demográfico moderno é marcado por baixas taxas de natalidade e mortalidade.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.