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em que a população era distribuída de forma igualitária
A região Nordeste, historicamente marcada por aspectos socioecômicos desfavoráveis, vem, há algumas décadas, apresentando importantes dinâmicas na economia brasileira. Tendências de acumulação privada reforçadas pela ação estatal, quando não comandadas pelo Estado brasileiro, fizeram surgir e se desenvolver no Nordeste diversos subespaços dotados de estruturas econômicas modernas e ativas, focos de dinamismo em grande parte responsáveis pelo desempenho relativamente positivo apresentado pela atividade econômica na região. Observe, então, a representação abaixo, onde se apontam alguns desses subespaços que se vêm destacando do ponto de vista econômico:
Nordeste: subespaços de desenvolvimento econômico

Os subespaços de desenvolvimento apontados pelos numerais de 1 a 5 destacam-se, respectivamente, como polos (de)
agricultura de grãos, agricultura irrigada, químico, pecuária intensiva, pesqueiro.
pecuária intensiva, fruticultura, turismo, agricultura de grãos, siderúrgico.
apicultura, agroindústria, carcinicultura, fruticultura, petroquímico.
agricultura de grãos, fruticultura, turismo, agricultura irrigada, têxtil.
agricultura de grãos, agroindústria, têxtil e de confecções, fruticultura irrigada, petroquímico.
O imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS) ecológico é cobrado dos estados brasileiros à medida que novas unidades de conservação e outras áreas de preservação específicas são criadas.
Analise o gráfico para responder à questão.
Ao longo das últimas décadas, a região Sudeste manteve a grande participação no PIB brasileiro. As duas outras regiões que se destacam são, respectivamente, (4)
O processo contraditório do desenvolvimento capitalista decorre do fato de que a produção do capital nunca é, ou seja, nunca decorre de relações especificamente capitalistas de produção, fundada, pois, no trabalho assalariado e no capital. Para que a relação capitalista ocorra é necessário que seus dois elementos centrais estejam constituídos, o capital produzindo e os trabalhadores despojados dos meios de produção. (Ariovaldo Umbelino de Oliveira, 2007)
Com base no texto acima e em seus conhecimentos sobre o processo de modernização agrícola, é INCORRETO afirmar que:
As relações de produção e de trabalho não capitalistas são produto das contradições do próprio modo de produção capitalista no campo.
A modernização agrícola advinda da Revolução Agroecológica, refere-se à técnica de irrigação e mecanização, ao incremento do setor industrial, sobretudo, o de produtos químicos e derivados e ao uso intensivo de fertilizantes e de agrotóxicos, de variedades de alto rendimento melhoradas geneticamente.
A modernização agrícola e o modo de produção capitalista se fundamenta na divisão da sociedade em proprietários dos meios de produção (terra, matériasprimas, máquinas e instrumentos), denominados capitalistas, e a dos proletários, que despossuídos dos meios de produção são obrigados a vender a sua força de trabalho.
A formação dos “complexos agroindustriais” por meio da modernização agrícola possibilitaram novas possibilidades para a acumulação do capital, promovendo mudanças profundas nas formas de produção agropecuária e nas relações sociais e econômicas, demarcadas pela ampliação da territorialização do capital no campo.
pelo aumento da produção de bens e serviços baseados na flexibilização produtiva e segregação de conhecimentos.
pelas atividades industriais de alta tecnologia, não dispondo de nova rede de infraestrutura.
A guerra comercial envolvendo China e Estados Unidos causou repercussões diretas no comércio bilateral de produtos agropecuários do Brasil com o país asiático. O efeito mais visível foi o aumento substancial da comercialização de grãos (soja) a partir de 2018.
Nos mapas, estão representadas duas hipóteses para o tráfego de cargas no Brasil, em 2025.

A partir de seus conhecimentos e da análise dos mapas assinale a alternativa incorreta sobre o deslocamento de cargas nas duas hipóteses apresentadas
A principal região geoeconômica do país concentra, em razão da demanda de diferentes setores, grande extensão da malha viária nacional e, ao mesmo tempo, a maior parte dos trechos que se constituem em gargalos.
A região brasileira, em que a agricultura comercial só foi viabilizada após o desenvolvimento da técnica de calagem do solo, preservará trechos de gargalos derivados da persistência da modalidade rodoviária de deslocamento de cargas, a despeito da crise do petróleo já ter sido deflagrada, à época.
A região do Matopiba, a despeito da taxa de expansão de carga significativamente inferior ao Centro-Oeste, atrairá mais investimentos para suprimir os gargalos, porque a demanda regional por transportes não se sujeita a variações sazonais e a regularidade das chuvas contribui para a fluidez do tráfego.
Os gargalos rodoviários, mesmo com as obras projetadas para 2025, atingirão a região Centro-Sul que registra o maior valor de transformação industrial (VTI) e sedia transnacionais, cuja chegada, já nesse século, se justifica, em parte, por um mercado consumidor externo às fronteiras brasileiras.
Texto para a questão 31.
A desigualdade socioespacial demonstra a existência de classes sociais e as diferentes formas de apropriação da riqueza produzida. Expressa a impossibilidade da maioria dos trabalhadores em apropriar-se de condições adequadas de sobrevivência. É visível, até para os olhares desatentos, a "oposição" entre áreas ricas e áreas pobres. Porém, a compreensão de causas e conteúdo de crises, problemas, contradições, conflitos não é explicitada o que dificulta entender a complexidade da produção, consumo do e no espaço.
(RODRIGUES, A. M. Desigualdades socioespaciais- a luta pelo direito à cidade. Cidades, v. 4, n. 6, 2007. Disponível em: http://revista.fct.unesp.br/index.php/revistacidades/ article/viewFile/571/602. Acesso em: 05 jul. 2019).
Acerca das desigualdades socioespaciais nas cidades brasileiras, julgue os itens a seguir:
I - A desigualdade socioespacial, as formas e conteúdos de segregação podem ser percebidos nas paisagens das cidades, as quais refletem as formas de apropriação e produção do espaço urbano. A segregação das famílias mais pobres é imposta no processo de produção social do espaço, ao passo que a segregação das famílias mais ricas é construída e autoimposta.
II - Uma das faces sociais da desigualdade centra-se na habitação, constituindo novas formas de ocupação e moradia, impondo à classe trabalhadora alternativas de produção da habitação altamente mercantilizadas, bem como outras alternativas de produção da habitação popular muito precárias, além dos cortiços ou da chamada autoconstrução.
III - Nas grandes cidades brasileiras, os movimentos soc1a1s urbanos praticamente desapareceram, como resultado de conquistas sociais mais significativas, pela diminuição do uso especulativo do solo e pela gradativa redução das assimetrias socioespaciais.
Está correto o que se afirma no(s) item(ns):
I, II e III.
I e III somente.
I e II somente.
Somente II.
II e III somente.
Relacionadas com a demanda do exterior, formaram-se [no Brasil] zonas econômicas e criaram-se verdadeiras famílias e geração de cidades testemunhando uma sucessão de divisões territoriais do trabalho fundadas em graus diversos de tecnificação [...]. A unidade política e linguística se dava ao mesmo tempo em que as diversas regiões, produzindo para o mercado externo, a este se ligavam praticamente sem intermediários, de modo que sua evolução espacial e econômica era ditada por relações quase diretas. Daí a imagem de um vasto arquipélago formado, na verdade, por um conjunto de “penínsulas” da Europa.
SANTOS, M; SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2008.
O início da superação dessa condição de isolamento das chamadas “ilhas de desenvolvimento econômico” e o início da integração nacional são marcados
pela ascensão do ciclo do ouro no sudeste brasileiro, associado à criação de gado, que proporcionaram o surgimento de vilas e cidade e a integração entre elas.
pela dinamização econômica do estado de São Paulo com a implantação do ciclo do café, a partir da segunda metade do século XIX.
pela industrialização de São Paulo a partir da política de substituição de importações implantadas no primeiro governo de Getúlio Vargas.
pelas obras de integração nacional promovidas no âmbito do Plano de Metas, no governo de Juscelino Kubitschek.
pela inserção do Brasil no contexto das redes mundialmente difundidas, a partir da década de 1970 com a configuração do meio técnico-científico-informacional.
O fato de o produto interno bruto (PIB) do Brasil estar entre os dez maiores do mundo reduziu a desigualdade social na última década.
ao arroz.
à soja.
à mandioca.
ao algodão.
ao milho.
Vivemos em um mundo em que a lei do valor mundializado comanda a produção total, por meio das produções e das técnicas dominantes. Desta forma se dá a universalização das finanças e das dívidas, universalização do modelo de utilização dos recursos por meio de uma universalização relacional das técnicas, universalização do trabalho, universalização do consumo, da alimentação, da cultura e dos modelos de vida social [...], universalização do espaço, da sociedade tornada mundial e do homem ameaçado por uma alienação total.
(SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: Fundamentos Teórico e Metodológico da Geografia.
São Paulo: Hucitec, 1988. Adaptado.)
Essa concentração e centralização da economia, do poder político, da cultura de massa, da informação, bem como a cientificização da burocracia, acirra ainda mais as desigualdades entre países e entre classes sociais, que Santos denomina
Mundialização perversa.
Ciência perversa.
Heterogeneidade perversa.
Humanidade perversa.
Texto para a questão 46.
A mundialização da economia capitalista instaurou uma crescente integração pela interdependência e uma relativa uniformização das condições de existência das sociedades humanas.
(OLIVEIRA, A. U. de. A mundialização do capitalismo e geopolltica mundial no fim do século XX. ln: ROSS, J. L. S. Geografia do Brasil.3. ed. São Paulo. Editora da Universidade de São Paulo, 2000).
Uma das consequências desse processo encontra-se na alternativa:
A chegada de empresas americanas no mundo não desenvolvido tem sido fundamental para a difusão de desenvolvimento técnico.
As desigualdades no desenvolvimento técnico-científico têm sido um empecilho à integração da economia capitalista.
A geração de emprego e renda nos países não desenvolvidos, a partir da chegada de empresas multinacionais, tem reduzido as desigualdades sociais em escala global.
A mundialização do capitalismo colocou as empresas multinacionais no centro da produção material.
O processo de integração econômico tem paulatinamente mitigado as diferenças de desenvolvimento técnico entre as nações.
A origem do Capitalismo é caracterizada pela:
Expansão comercial e marítima europeia durante a Idade Moderna.
Revolução Industrial inglesa do século XVIII.
Disputa imperialista no continente africano na segunda metade do século XIX.
Segunda Revolução Industrial e o surgimento dos oligopólios.
Formação das multinacionais e a expansão da energia elétrica no final do século XIX.
Está entre os Estados mais ricos; seu litoral é um dos maiores produtores de pescados e crustáceos do país; é o menor e menos populoso dos Estados que compõem a sua região.
Esta é a descrição do Estado:
Do Paraná.
De Minas Gerais.
De Santa Catarina.
Do Amazonas.
Do Pará.
A principal medida do Consenso de Washington adotada pelo governo brasileiro ao longo da década de 1990 foi a
Política de privatizações.
Reforma fiscal e tributária.
Redução de gastos públicos.
Abertura comercial e econômica.
“Na década de 60, a Região Centro-Oeste iniciou um processo de modificação de sua estrutura produtiva, impulsionada pela ação estatal [...]. Ocorreu a multiplicação de diversos novos municípios nas áreas de fronteira, como é o caso do norte de Mato Grosso [...]. Diante desta forma de ocupação populacional, surgiu um novo tipo de atividade agrícola [...]” (CUNHA, 2006). Sobre a produção agrícola que se desenvolveu neste momento, e que perdura até os dias atuais, assinale a alternativa incorreta.
Produção de monoculturas
Utilização de sementes geneticamente modificadas
Proibição do uso de defensivos agrícolas
Utilização da agricultura mecanizada
Em relação à composição do gás natural, identifique a alternativa correta:
Pode-se dizer que o gás de cozinha é uma mistura dos gases hélio e argônio.
O gás liquefeito de petróleo e o gás natural são iguais, só muda a forma de comercialização.
O gás natural é composto principalmente por metano, etano e propano.
O gás liquefeito de petróleo é a mistura de gases condensáveis presentes no gás natural ou dissolvido no petróleo. É composto essencialmente por propano e o tântalo.