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Sobre a Economia de Pernambuco, assinale a alternativa INCORRETA.
Diferentemente de outros estados, Pernambuco vivencia uma fase econômica em que as atividades de serviços e comércio são menores na Região Metropolitana do Recife e maiores no interior.
Pernambuco apresenta grande potencial para o turismo, que atrai turistas por suas paisagens naturais, sua riqueza cultural e religiosa. Essas práticas contribuem para a economia da região.
As modernas técnicas de irrigação aliadas às condições naturais do domínio semiárido permitem o desenvolvimento de polos de fruticultura, como no caso de Petrolina.
A partir da segunda metade do século XX, Pernambuco vem apresentando regiões, que se destacam por apresentarem certo dinamismo econômico, sobretudo nas últimas décadas.
No âmbito de tecnologia e inovação, Pernambuco sedia um dos principais parques tecnológicos do Brasil, que desenvolve produtos como softwares e serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC’s.
Leia o texto a seguir de autoria de Lamoso, em seu livro Exploração de minério de Ferro no Brasil e no Mato Grosso do Sul (2015), correspondente a determinado espaço ferrífero.
"[...] foi mais intensamente explorado que Carajás, descoberto em 1967 (que se tornou um enclave destinado à exportação) [...] A isso se deve o processo de ocupação e povoamento do território brasileiro e à formação socioespacial que acabou desenhando a área core da industrialização inicial no eixo Rio-São Paulo, mercado para o qual foi extremamente importante a exploração dessas reservas no abastecimento das usinas siderúrgicas."
Nas alternativas a seguir, assinale aquela que indica uma das principais jazidas de extração de minério de ferro do Brasil.
Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais.
Carbonífera do Sul, Rio Grande do Sul.
Maciço do Urucum, Mato Grosso do Sul.
Vale do Rio Trombetas, no Pará.
Fintech que transforma celular em "correspondente bancário" cresce 500% em um ano Celcoin realizou 700 mil transações, que superaram os R$ 25 milhões em 2017.
Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2018/05/fintech-que-transformacelular- em-correspondente-bancario-cresce-500-em-um-ano.html.
As fintechs são empresas do ramo bancário que se apropriam de novas tecnologias para a oferta de serviços financeiros. Sobre esta junção de tecnologia e mercado financeiro, avalie qual temática trabalhada pela Geografia melhor se adequa para a análise deste processo:
Meio técnico-científico-informacional.
Escala geográfica.
As crises do capitalismo e suas reinvenções.
Desconcentração industrial.
A emergência do 4º setor da economia.
Considere o seguinte texto que trata dos impactos da seca na economia.
Seca, a velha inimiga
“No Agreste de Pernambuco, Toritama ganhou espaço nas últimas duas décadas ao se consolidar como um dos principais polos de produção de jeans no Brasil, atrás apenas de São Paulo. A seca mudou a paisagem: no lugar de ônibus com turistas em busca de peças, hoje se veem caminhões-pipa a abastecer a população e as confecções, que precisam do insumo para a lavagem desse tecido. Mais de 20 lavanderias fecharam as portas nos últimos dois anos, a produção caiu 60% e os custos aumentaram. Mas a indústria da seca prosperou. Alguns empresários investiram na compra de caminhões-pipa e na logística de distribuição de água. A esperança é de que uma barragem, construída em caráter emergencial pelo governo, possa melhorar a situação. “Se tivermos água a cada 15 dias, que era o normal, poderemos nos organizar”, afirma Edilson Tavares, prefeito da cidade. Um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios aponta que, entre 2013 e 2015, a estiagem causou um prejuízo de 103,5 bilhões de reais na região, cifra que tende a crescer, pois a seca continua. Nos próximos meses, principalmente a partir de novembro, quando se inicia o período das chuvas, a atenção estará em São Pedro. Chuvas acima da média serão fundamentais para a região começar a regularizar seus reservatórios. No curto prazo, campanhas de racionalização estão em vigor em várias capitais, enquanto no interior dos estados o drama é mais intenso. O sinal amarelo está aceso. Para João Suassuna, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, a crise é resultado da falta de chuvas combinada à de planejamento, gestão e a influências políticas.”
(https://www.cartacapital.com.br/especiais/nordeste/seca-a-velha-inimiga/ acesso em 15 de outubro de 2017).
O texto considerado faz uma abordagem da temática do drama da crise hídrica. Analise as afirmações a seguir e marque a alternativa CORRETA.
O tema da seca e da crise hídrica tem como causa exclusiva a condição climática e dessa forma o poder público representado nos gestores nada pode fazer a não ser tomar medidas emergenciais e paliativas.
O processo que é vivenciado com as estiagens deve ser visto de forma mais ampla, pois as atividades de abastecimento de água realizado pelo sistema de caminhões pipa geram empregos e atividades econômicas paralelas que conseguem compensar e até mesmo superar as perdas causadas pelas atividades que dependem diretamente da água como a agricultura e a pecuária.
O maior investimento em técnicas de previsão dos ciclos de seca, através do apoio aos chamados “profetas da seca”, em conjunto com as novas tecnologias seria suficiente para evitar os prejuízos econômicos e sociais.
Nas últimas décadas os diferentes regimes políticos no Brasil tem permitido uma grande autonomia para a população que antes era atingida pelos efeitos da estiagem, o que tem realiado a completa superação de ações como a chamada “indústria da seca” e a exploração eleitoral de políticos oportunistas.
As condições vivenciadas com as secas e as crises hídricas se constituem em desafio para as politicas públicas que devem implementar formas de gestão sustentável frente as variações climáticas e a discussão de problemas de distribuição de terras e de renda.
A Economia Verde é uma economia na qual a limitação dos recursos naturais e o ecossistema são levados em consideração nas atividades de produção e consumo.
Esse conceito econômico atende às necessidades do desenvolvimento sustentável que considera a integração entre
crescimento econômico, inclusão social e proteção ambiental
crescimento econômico, diversificação da produção e concentração da renda
economia capitalista, desertificação verde e inclusão social
economia compartilhada, economia capitalista e direitos humanos
diversificação da produção, direitos humanos e políticas anticorrupção
"Na primeira metade do século XX, diante das constantes crises [...], muitos economistas começaram a defender a intervenção do Estado como centralizador e regulador da economia [...] Sem interferir na autonomia das empresas privadas, o Estado capitalista tornou-se responsável pelo crescimento e pela promoção de alguns benefícios sociais, o chamado Estado de bem-estar social".
(TERRA, L.; ARAÚJO, R.; GUIMARÃES, R.B. Conexões: Estudos da globalização. São Paulo: Moderna, 2010. p.91)
A que doutrina econômica o texto faz referência?
Liberalismo.
Fisiocratismo.
Neoliberalismo.
Keynesianismo.
“O café trouxe consigo a inflação para o Brasil; entre 1824 e 1854, o preço de um homem se multiplicou por dois. Nem o algodão do Norte nem o açúcar do Nordeste, esgotados já os ciclos de prosperidade, podiam pagar aqueles caros escravos. O Brasil se deslocou para o Sul”.
(GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Porto Alegre/RS: L&PM, 2011. p.134)
Na formação do Brasil econômico, além da mão de obra escrava, o café usou mão de obra
de imigrantes europeus, sob a relação de trabalho de meeiro – metade da produção era entregue aos proprietários das terras.
dos indígenas locais, que praticavam a policultura e o sistema de escambo entre gêneros alimentícios/agrícolas e produtos manufaturados.
de descendentes asiáticos, que se destacavam no cultivo de hortifrutigranjeiros, fornecendo alimentos que complementavam a alimentação na época.
de escravos libertos, que por serem livres, apresentavam maior rendimento quanto à produção e, por possuírem salário, alimentavam o crescente mercado capitalista.
Leia o texto a seguir:
A industrialização no sudeste do País e a implantação de uma infraestrutura de transportes possibilitaram o avanço da fronteira agrícola e da economia de mercado rumo ao Centro-Oeste, alterando as relações campo-cidade.
BORGES, B. G. A economia agrária goiano no contexto nacional (1930-1960). In. ARRAIS, C. A.; SANDES, N. F. História escrita: percursos da historiografia goiana. Vitória: GM Editora, 2017. p. 96
A citação refere-se ao contexto histórico e social da primeira metade do século XX, quando a economia goiana foi dinamizada a partir da implantação da Estrada de Ferro Goiás, interligando o território goiano ao Sudeste brasileiro. A consequência disso foi
a consolidação do chamado agronegócio, baseado na mecanização da produção, principalmente de soja e algodão, cultivados no sul e sudoeste do estado.
a proliferação de matadouros, os quais, aproveitando o grande rebanho pecuário existente, fez de Goiás um grande fornecedor de carne in natura para o Brasil.
a ampliação da cultura do arroz, cultivado de forma tradicional, principalmente na região do Mato Grosso Goiano, que abasteceu a população urbana do sudeste do país.
a exportação de produtos ligados ao extrativismo mineral, como o amianto e o níquel, abastecendo as indústrias europeias, principalmente durante a I Guerra Mundial.
a modernização das cidades próximas à linha de ferro, as quais ampliaram o seu contingente demográfico e tornaram-se polos de produção industrial voltada para o mercado interno.
A organização do espaço no estado da Bahia destacou-se pelas poucas relações entre os núcleos urbanos em formações. Cada núcleo era desenvolvido de acordo com a sua localização e sua função geopolítica. A ocupação e expansão do estado ocorreram inicialmente nas áreas costeiras. No século XIX, a organização dos serviços religiosos e a expansão dos serviços agrícolas favoreceram para a interação espacial entre os núcleos dispersos e núcleos urbanos. Com base nessa informação assinale a alternativa CORRETA:
Em 1850 o escoamento da pecuária foi possível devido a implantação e expansão da malha ferroviária e também integrava outros produtores aos portos e aos centros metropolitanos.
A cidade de Alagoinhas consolidou-se como um núcleo de articulador, fornecendo luxo e serviços para sua região de influência. Devido ao grande número de pessoas que procuravam serviços e produtos em Alagoinhas, a sua ocupação e expansão cocorreu de forma facilitada.
A economia da Bahia apresenta-se em duas fases. A primeira vai do século XV até 1975 onde é exportadora, e a segunda fase que vai de 1975 até os dias atuais, com a implantação de indústrias petroquímicas, metalúrgica de cobre, indústria de celulose e indústria automobilística recentemente.
O Recôncavo, na Bahia era a região que mais produzia cacau e açúcar e aguardente para exportação. O algodão também sempre esteve presente como forte produção na Bahia no século XVII.
Segundo Ross (1995), no século XIX, quais foram os fatores importantes na criação de cidades no Sudeste brasileiro?
Algodão e sesmarias.
Café e ferrovias.
Cana-de-açúcar e portos.
Soja e imigração.
Gado e escravidão.
Analise o mapa em que o detalhe hachurado representa jazidas minerais. Aponte a opção que identifica o estado e as jazidas enumeradas.

Estado de Roraima, 1) Vale do Ribeira, ferro – 2) Serra dos Carajás, ouro e alumínio.
Estado do Pará, 1) Vale do Rio Trombetas, alumínio – 2) Serra dos Carajás, ferro e manganês.
Estado do Amazonas, 1) Maciço do Urucum, ferro – 2) Serra do Navio, alumínio.
Estado de Rondônia, 1) Tapajós, prata – 2) Serra do Navio, estanho e gás.
A interface clima/sociedade pode ser considerada em termos de ajustamento à extensão e aos modos como as sociedades funcionam cm uma relação harmônica com seu clima. O homem e suas sociedades são vulneráveis às variações climáticas. A vulnerabilidade é a medida pela qual uma sociedade é suscetível de sofrer por causas climáticas. (AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010 (adaptado).
concentra suas atividades no setor primário;
apresenta estoques elevados de alimentos;
todas as anteriores;
diversifica a matriz de geração de energia eólica;
introduz tecnologias à produção agrícola e agricultura.
Uma estrutura espacial reflete o nível de organização ou de desenvolvimento de uma economia.
Sobre a estrutura espacial do território brasileiro no Período Colonial e a influência sobre a evolução da economia, é incorreto afirmar:
A organização do espaço brasileiro se deu, em primeiro lugar, em ”ilhas” isoladas, diretamente conectadas com a metrópole europeia e se mobilizavam para atender ao conjunto da demanda externa.
A autonomia das ilhas econômicas, que se formaram no espaço brasileiro durante a colonização, favoreceu a formação de um mercado interno para a indústria no século XX.
As “ilhas” se autoabasteciam de alimentos e condicionaram a utilização dos fatores produtivos nessa tarefa às oscilações da demanda do produto principal no mercado externo.
A renda das exportações do produto principal de cada “ilha” era utilizada em importações de produtos supérfluos destinados a um percentual insignificante da população.