

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Os grandes projetos como grandes ferrovias ou grandes barragens, são apresentados como essenciais ao desenvolvimento da nação, beneficiando as regiões receptoras e, consequentemente, amenizando os impactos causados com a implantação desses empreendimentos.
O Plano Nacional de Energia Elétrica (PNEE) contém algumas diretrizes gerais. Dentre elas, destacam-se os focos nos empreendimentos setoriais na Amazônia e no desenvolvimento regional. Nos estudos de longo prazo, deve-se considerar que a região amazônica se caracteriza pela existência de áreas que apresentam diferentes níveis de restrição à implantação de empreendimentos hidrelétricos e à passagem dos sistemas de transmissão associados. Tendo em vista os focos do PNEE sinalizados, as áreas da Amazônia descritas acima referem-se mais explicitamente a
faixas de fronteira, como aquelas do Acre, Rondônia e Amapá.
setores de tensão ecológica, como mata de galeria e cerradão.
unidades geomorfológicas, como planícies de inundação e chapadas.
áreas de associações municipais, como aquela do Araguaia-Tocantins.
áreas protegidas, como unidades de conservação e terras indígenas.
Sobre a questão dos recursos minerais no Brasil, é correto afirmar que:
a criação das estruturas estatais como a Companhia Siderúrgica Nacional e Petrobrás foi importante para o crescimento do setor, apoiada em uma forte participação do capital privado.
o primeiro Código de Minas no Brasil fez importante ressalva à exploração de bens minerais, reservando somente aos brasileiros sua exploração, aspecto ainda hoje mantido.
o setor mineral no Brasil apresenta três importantes segmentos: a metalurgia, a química e a indústria de cimento.
dos vários tipos de recursos minerais, os combustíveis fósseis são os mais explorados no Brasil, respondendo a um percentual em torno dos 48% do valor da extração.
a Serra dos Carajás no Amazonas e o Maciço de Urucum em Tocantins, representam as mais importantes áreas de exploração de minerais não metálicos do Brasil.
A exploração do imenso potencial energético brasileiro é incentivada por países centrais, de clima temperado, com a finalidade de romperem com a dependência em relação ao petróleo.
No Brasil, a biomassa tem sido bastante explorada para a geração de energia, o que resulta no fortalecimento da agroindústria brasileira.
Sendo o etanol uma fonte de energia limpa, sua produção e seu consumo não acarretam danos ambientais ou sociais.
A lenha, o carvão vegetal, o bagaço e o álcool da cana-deaçúcar são exemplos de fontes de energia primária e secundária na matriz energética brasileira.
Propõe-se, no IPCC, que, até 2030, sejam comercializados biocombustíveis de segunda geração, aeronaves mais eficientes, veículos elétricos e híbridos com baterias mais potentes.
A natureza geológica criou áreas e bacias sedimentares ricas em petróleo. Hoje, no Brasil, as bacias de Campos, Santos e Espírito Santo são as principais produtoras nacionais de petróleo.
A ampliação das redes de transporte, que o texto identifica ? como mais densas e modernas”, fez-se acompanhar por uma verdadeira revolução das telecomunicações, processo que incluiu até mesmo o desenvolvimento de satélites brasileiros.
A partir de 1975, a cana-de-açúcar começou a aumentar sua participação na matriz energética, por meio do PROALCOOL, com uso restrito ao álcool anidro misturado à gasolina; no entanto, o consumo deste não tem crescido de maneira significativa com relação ao total da produção.
Sobre o espaço econômico brasileiro, suas características e o processo industrial do Brasil, todas as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO:
Dentre os fatores responsáveis pela concentração industrial na região Sudeste, podemos afirmar que a região foi se organizando como área de atração da população e de capital, tornando-se região concentradora de riquezas. O mercado consumidor que aí se formou, o desenvolvimento do sistema rodoviário, os recursos naturais favoráveis e a imigração contribuíram para a concentração industrial nesta região.
São Paulo concentra a maior parte da produção industrial do país, cujas raízes encontram-se nas etapas iniciais do processo da industrialização do Brasil. Mas, nos últimos anos, a participação relativa do Estado começa a diminuir, o que reflete o início do processo de dispersão industrial espacial, no país.
O processo industrial brasileiro se firmou nos anos 70, os anos do "milagre brasileiro", baseado em um tripé, representado pela forte participação do capital estatal, pelos grandes conglomerados transnacionais e um mercado consumidor em ascensão.
Uma das características do processo industrial atual do Brasil, corresponde à forte dispersão financeira das empresas e à grande concentração espacial.
Uma das influências diretas da inserção do Brasil nos mercados globais é a disseminação no território brasileiro dos pólos tecnológicos próximos de centros universitários e de pesquisas.
Em razão de ter-se tornado auto-suficiente em petróleo em 2006, o Brasil deixou de importar esse produto e seus derivados.
O Projeto Carajás e os complexos petroquímico de Camaçari (Bahia) e siderúrgico de Itaqui (Maranhão) são, entre outros, exemplos da nova realidade econômica a que o texto se refere em seus dois primeiros períodos.
Para que uma usina com reator nuclear possa ser instalada, sua localização deve ser definida em lei estadual.
A exploração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas foi possível graças a tecnologia desenvolvida no Brasil, a qual, hoje, é exportada para outros países.
O fato de as indústrias deixarem de se concentrar no sudeste do Brasil tem relação com o processo de modernização da agricultura brasileira.
A transformação suscitada pelo Proálcool no interior de São Paulo, como apontada no texto, decorreu do ingresso maciço da cultura da cana-de-açúcar na região.
As fontes primárias não-renováveis empregadas no país são principalmente o petróleo, o carvão mineral, o urânio (U 3 O 8 ) e o gás natural.
O baixo preço internacional do combustível nuclear é o maior incentivo para a produção do produto no Brasil, para a exportação. Com isso, a demanda interna aumentou, no período em análise do inventário.