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Ocupando uma larga faixa de terras na parte oriental do Brasil em terrenos predominantemente cristalinos, nele encontramos o Quadrilátero Ferrífero, que é uma área rica em minério, situada sobre o planalto:
O carvão mineral é bastante utilizado, tanto para gerar energia elétrica em usinas termelétricas como também como matéria-prima para produzir aço nas siderúrgicas. No Brasil é o Estado de Santa Catarina que se destaca nessa produção. Entre os tipos (estágios) de carvão, o de maior consumo no mundo é:
A extração de calcário da formação Gramame é responsável pela localização da indústria:
De beneficiamento de minerais metálicos em Mataraca.
Em uma avaliação geral, os planos de desenvolvimento do setor mineral e os programas efetivados no período de 1964 a 1992 tiveram um desempenho médio, com relação à evolução dos indicadores de conhecimento, dos volumes de reservas e de produção. Contribuiu positivamente a consistência do I PMD, que estabelecia metas, recursos necessários e meios de execução, redundando na revelação de várias províncias minerais, como é o caso de Carajás e outros depósitos minerais, permitindo o crescimento da produção e da exportação mineral brasileira, principalmente nas décadas de 80 e 90 do século passado, enquanto o II PMD e o PPDSM compreenderam um conjunto de diretrizes para nortear a política mineral brasileira, em meio à estagnação e estabilização econômica do país.
O carvão mineral e o petróleo apresentam semelhanças na destinação do consumo, mas também na origem e na composição. Assinale a alternativa que corresponde à diferença existente entre esses minerais energéticos.
Ambos se originaram da deposição de matéria orgânica em depressões.
Tiveram origem em eras geológicas específicas, sob condições excepcionais que impediram a total destruição da matéria orgânica depositada.
São encontrados em bacias sedimentares.
Origem orgânica e marinha, principalmente planctônica.
Ambos são hidrocarbonetos, ou seja, são compostos basicamente de hidrogênio e carbono.
Observe a tabela abaixo:
Produção Brasileira de Petróleo
Ano | Barris/dia |
1974 | 182 mil |
1980 | 188 mil |
1990 | 654 mil |
2000 | 1,24 mil |
2005 | 1,85 milhão * |
* Expectativa
Fonte: ISTOÉ no 1642 - 21/03/2001, p. 26
Levando em consideração a tabela acima e que o mercado consumidor brasileiro está estimado em 1,75 milhão de barris por dia, assinale a alternativa CORRETA.
Por muito que a produção brasileira de barris de petróleo aumente, os dados da tabela deixam claro, que o Brasil nunca vai alcançar a auto-suficiência nesse energético.
O grande problema de difícil superação, na corrida do Brasil, pela auto-suficiência em petróleo é o fato de nosso país não dominar a tecnologia de extração em grandes profundidades
Mantido as expectativas no crescimento da produção brasileira de petróleo, o Brasil alcançará a auto-suficiência antes de 2006.
Se não fosse o acidente com a plataforma de petróleo P36, na Bacia de Campos, a auto-suficiência seria alcançada ainda em 2001, como demostra a tabela.
Sobre energia elétrica no Brasil, assinale a alternativa CORRETA.
A utilização do álcool como combustível foi uma tentativa de diminuir o consumo de energia elétrica e evitar o "apagão".
Durante o governo de Jucelino Kubitschek o Brasil tentou desenvolver programas nucleares e encomendou diversas usinas da Alemanha
As usinas de Angra dos Reis são responsáveis por 100% da produção de energia nuclear no Brasil.
O Brasil não possui uma política energética, por isso, não desenvolveu a energia nuclear, sendo muito mais barata do que a energia hidrelétrica.
O efeito dos investimentos governamentais na geração do conhecimento geológico básico e na administração das concessões feitos na década de 70 do século passado ainda persistiram, embora com uma pequena redução, induzindo as inversões privadas até 1989. A partir daí, observou-se uma forte queda nos investimentos, principalmente atribuída ao esgotamento das informações geológicas, com a descontinuidade dos levantamentos básicos.
A partir da década passada, reagindo às mudanças no cenário econômico internacional e aos desafios da globalização, iniciou-se o desmonte do modelo econômico estatizado, com as privatizações do setor de fertilizantes, e, depois, da CVRD, de modo que, hoje, a única empresa estatal atuando na exploração mineral, visando a descoberta de novas jazidas, é a Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais (CPRM).
A indústria de transformação é um dos pilares da economia de Campinas. Para incentivar a vinda de novas empresas, em tempos de globalização, a cidade conta com uma secretaria específica, denominada
Secretaria de Cooperação Internacional, criada no governo de José Roberto Magalhães Teixeira.
Secretaria de Planejamento e Negócios, existente desde a fundação da cidade.
Secretaria de Negócios Internacionais, criada na administração Francisco Amaral.
Secretaria de Cooperação Internacional, criada pelo prefeito Antônio da Costa Santos.
Secretaria das Finanças, criada na gestão de Orestes Quércia.