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Segundo levantamentos estatísticos recentes, o menor desenvolvimento industrial da região Centro-Oeste em relação a outras regiões brasileiras, expressa a dependência da renda agrícola na sua economia.
Um dos fatores determinantes da desconcentração espacial da atividade industrial mencionada no texto é o deslocamento das fronteiras agrícola e mineral.
De acordo com dados recentes, um tipo de concentração, não espacial, é observado no setor do comércio, que sofreu diminuição do número de empresas de micro e de pequenos empreendimentos no país.
Define-se energia útil como a energia de que o consumidor dispõe depois da última conversão feita nos equipamentos, isto é, a energia fornecida diminuída das perdas na conversão. Dependendo da tecnologia, fonte, setor ou uso, estas perdas podem ser maiores ou menores, sendo que esta medida é dada pela eficiência. A identificação desta energia útil permite visualizar que fontes, setores econômicos ou usos são energeticamente mais ou menos eficientes, permitindo, assim, a implementação de programas de substituição e conservação de energia. A fonte que apresenta o maior rendimento médio é:
gás natural.
diesel.
gasolina.
óleo combustível.
carvão vegetal.

Projeto Calha Norte;
Programa de Integração Nacional;
Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia;
Sistema de Vigilância da Amazônia;
Programa Grande Carajás.
Leia os textos a seguir:

Toyotismo e Taylorismo;
Taylorismo e Fordismo;
Fordismo e Toyotismo;
Pós fordismo e Fordismo;
Keynesianismo e Taylorismo
A geração de energia elétrica no Brasil, em centrais de serviço público e de autoprodutoras, atingiu 387,5 TWh em 2004 (Fonte: BEM 2005). A tecnologia de maior oferta e o setor de maior consumo de energia elétrica no Brasil, respectivamente, são as centrais:
hidrelétricas e o setor residencial.
hidrelétricas e o setor industrial.
termelétricas, em geral, e o setor comercial.
termelétricas a gás natural e o setor residencial.
termelétricas, em geral, e o setor industrial.
A energia hidrelétrica e os combustíveis fósseis são responsáveis por mais de 70% do consumo de energia no Brasil. Entretanto, o país ainda produz pouco, em termos do que são chamadas fontes alternativas de energia. São elas:
carvão e álcool;
gás natural e petróleo;
solar e eólica;
lenha e bagaço de cana;
nuclear e biogás.
As exigências de um mercado altamente competitivo e as políticas de grandes grupos empresariais impuseram à agricultura brasileira uma submissão cada vez maior ao comando das indústrias, das grandes cooperativas, das bolsas de valores, dos sistemas de créditos e das pesquisas científicas públicas e privadas. A dependência da agricultura brasileira em relação a esses setores é explicada pelos seguintes fatores, com exceção de um. Assinale-o.
Fornecem sementes e produtos químicos, serviços de aluguel de tratores e colheitadeiras e assistência técnica.
Garantem a eficiência da infra-estrutura dos transportes e do escoamento da produção.
Desenham os circuitos de distribuição e de consumo para garantir que os produtos agroindustriais estejam presentes em todo o território nacional.
Estabelecem as normas da produção agrícola, organizam seus fluxos e determinam os preços no mercado nacional.
Orientam o movimento das frentes de expansão e da modernização da produção voltada para a exportação.
O NOVO ENDEREÇO DA INDÚSTRIA PAULISTA!
A partir de 1970 começou a ocorrer uma relativa desconcentração industrial no Estado de São Paulo, com um decréscimo da participação da região metropolitana na produção industrial em favor do interior do estado.

Entre as razões dessa desconcentração não podemos incluir:
a redução das vantagens locacionais da região metropolitana, que estimula o deslocamento das indústrias para os tecnopólos surgidos ao longo dos eixos de industrialização.
a perda da importância da capital paulista nos setores industrial e financeiro, que transfere o poder de gestão e decisão para novas áreas metropolitanas como a de Campinas.
as vantagens oferecidas por outros municípios – isenção de impostos, infra-estrutura industrial –, que atraem os novos investimentos industriais para o interior.
os índices de poluição e de insegurança na região metropolitana, que estimulam a instalação das novas indústrias nas cidades que oferecem melhor qualidade de vida.
a fuga de empresas da região metropolitana, que é explicada pelas pressões exercidas pelos movimentos sindicais na defesa dos direitos dos trabalhadores.
Observe o gráfico a seguir:

Entre os fatores que alteraram a estrutura da população, segundo os setores de produção, não podemos apontar:
a passagem de uma economia agroexportadora para uma economia urbano-industrial, entre as décadas de 40 e 70.
o processo de urbanização, acelerado pela mecanização da produção agrícola e pelas mudanças nas relações de trabalho no campo.
a aceleração da urbanização, que fez crescer o setor terciário, formando um mercado de trabalho seletivo reservado à mão-de- -obra mais qualificada.
a modernização da produção industrial e o crescimento e a diversificação dos setores de serviços e de comercialização.
o processo de industrialização, que desencadeia uma mobilidade da força de trabalho para os setores secundário e terciário.
Apesar do seu elevado grau de industrialização, o Brasil desenvolveu-se mais no setor de indústrias de bens de consumo. Entre elas, pode-se destacar:
roupas, bebidas e alimentos;
máquinas, química e petroquímica;
metalúrgica, siderúrgica e mineração;
aço, eletrônicos e borracha;
farmacêutica, plásticos e aço.
A queima de matéria orgânica é uma fonte alternativa de energia ainda pouco explorada. Essa fonte recebe o nome de
A desconcentração espacial do setor industrial observada no Brasil, com pólos que estão sendo criados fora do centro-sul do país, tem levado à eliminação das disparidades macro-regionais.
Diante do desenvolvimento verificado, conclui-se pela reafirmação da hegemonia da grande propriedade fundiária nordestina e pela integração da região ao espaço nacional.
Diante da marcha de desenvolvimento na região, verifica-se o estabelecimento de conexões aos fluxos de investimentos globalizados e ao mercado mundial.
Com o processo de descentralização espacial da indústria, observa-se uma queda da produção industrial no Sudeste. Entretanto, perdura a importância da região como pólo principal na dinâmica industrial do país.
O progresso técnico generalizado na produção agrícola brasileira ocasionou o desaparecimento das relações não-capitalistas de produção e comercialização.
Certo
Errado
Atualmente, entre as vantagens para a atração de indústrias no Nordeste, está a política de incentivos fiscais no que diz respeito à criação de infra-estruturas.
Nos últimos anos, observa-se que o número de propriedades tem-se estabilizado com o uso tecnologicamente mais intensivo das terras.