Questões de Concurso sobre Hierarquia urbana

 
 
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No AHP (Analytic Hierarchy Process), decisões complexas são estruturadas a partir de uma série de comparações pareadas (pairwise comparisons) entre os elementos da hierarquia de decisão.


C

Certo


E

Errado

Considerando o mesmo quadro e a intenção de restaurar conhecimentos prévios relativos à geografia urbana e à cartografia temática, a professora Sílvia solicitou aos estudantes do Ensino Médio a classificação das cidades, em ordem decrescente, segundo seu tamanho: Cáceres (89.681 hab.), Cuiabá (650.877 hab.), Sapezal (28.944 hab.) e Sinop (196.312 hab.).


IBGE. Cidades e estados do Brasil, censo 2022, IBGE. Disponível em:

https://cidades.ibge.gov.br/. Acesso em: 14 abril 2025.


Qual é a resposta correta esperada pela professora?


A

Sapezal, Cáceres, Sinop, Cuiabá.


B

Cáceres, Cuiabá, Sapezal, Sinop.


C

Cuiabá, Sapezal, Sinop, Cáceres.


D

Cuiabá, Cáceres, Sapezal, Sinop.


E

Cuiabá, Sinop, Cáceres, Sapezal.

O planejamento urbano de uma cidade média do interior, que se expandiu rapidamente nas últimas décadas, enfrenta dificuldades para atender às necessidades de sua população, que se desloca diariamente para outras cidades em busca de serviços especializados, como saúde de alta complexidade, educação superior e atividades culturais.


A análise desse fenômeno sob a ótica da Teoria das Localidades Centrais revela que uma de suas principais limitações reside no fato de que essa teoria:


A

ignora a importância da hierarquia urbana, pressupondo que todas as cidades têm a mesma capacidade de oferecer bens e serviços;


B

enfatiza o papel dos fluxos de longa distância na organização da rede urbana, negligenciando as relações de proximidade e a importância da hinterlândia;


C

considera que as cidades se desenvolvem de forma isolada, sem levar em conta a influência de outros centros urbanos ou a interdependência entre eles;


D

desconsidera a natureza dinâmica das relações entre as cidades, tratando-as como entidades estáticas e não levando em conta as interações entre os agentes;


E

aborda as cidades como elementos autônomos, não reconhecendo a existência de uma rede urbana hierarquizada, onde cada centro influencia os outros.

Com base no estudo das Regiões de Influência das Cidades (REGIC) de 2018, o Instituto Brasileiro de Geografia a e Estatística (IBGE) desenvolveu uma metodologia que organiza a hierarquia urbana no Brasil em cinco níveis. Considerando o nível mais elevado dessa hierarquia, denominado "Metrópoles", é correto afirmar que:


A

as duas Grandes Metrópoles Nacionais, os arranjos populacionais de São Paulo/SP e do Rio de Janeiro/RJ, ocupam a maior hierarquia urbana do país


B

os arranjos populacionais de Belo Horizonte/MG e de Brasília/DF ocupam a segunda colocação hierárquica, também com forte presença nacional


C

a cidade de Campinas, no interior do estado de São Paulo, é a única dos quinze principais centros urbanos do país que não é capital estadual a ser classificada como Metrópole


D

com exceção aos arranjos populacionais de São Paulo/SP e de Brasília/DF, a região de infl uência das demais metrópoles é restrita às suas respectivas unidades federativas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, em 2018, a última versão da Região de Influência das Cidades (REGIC). Nessa última versão, a hierarquia urbana foi estratificada em quatro e cinco níveis e alguns subníveis (A e B/ A, B e C). No mapa a seguir, as cidades nordestinas numeradas (1-Sobral; 2- Natal; 3-Campina Grande; 4- Caruaru; 5- Salvador) estão classificadas segundo as suas áreas de influência (níveis e subníveis).


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: FUNCERN, 2025


Assim, Salvador (BA), Natal (RN), Campina Grande (PB), Caruaru (PE) e Sobral (CE) são classificadas, em ordem, como


A

metrópole; capital regional A; centro sub-regional A; capital regional C; capital regional B.


B

centro sub-regional; capital regional B; capital regional A; capital regional C; capital regional B.


C

metrópole; capital regional A; capital regional C; capital regional B; e capital regional C.


D

capital regional C; capital regional B; capital regional C; capital regional A; capital regional A.

Ao introduzir o conteúdo “transformações do espaço na sociedade urbano-industrial”, o professor de Geografia de uma escola municipal de Natal escreveu, no quadro, a definição de dois conceitos para discuti-los com os estudantes. Veja, abaixo, o que o professor escreveu.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https ://www.is toc kphoto.com/br/fotos /matem%C3%A1tica-profes sor-es c revendo-noquadro-negro-de-f%C3%B3rmula. Aces so em: 03 nov. 2024. [Adaptado]


Essas definições se referem, respectivamente, aos conceitos de


A

centralidade e interações espaciais.


B

forma e conurbação


C

macrocefalia e região metropolitana


D

sítio urbano e hierarquia urbana.

Marque a leitura mais adequada quando um município apresenta IDH intermediário com alta escolaridade média e IPH elevado em acesso a saneamento.


A

Melhora em renda média neutraliza carências de infraestrutura, o que reduz a pobreza humana e os riscos sociais locais.


B

Aumento de expectativa de vida compensa déficits de moradia, o que eleva o IDH e reduz o IPH em todas as dimensões.


C

Crescimento da escolarização reduz o IDH e amplia o IPH, o que sinaliza incompatibilidade entre os dois indicadores.


D

Expansão de anos de estudo convive com privações de serviços básicos, o que eleva a pobreza humana mesmo com indicadores educacionais.

Sobre a urbanização brasileira e sua hierarquia urbana, analise as assertivas abaixo:


I. As metrópoles são os principais centros urbanos do país. No estado de Santa Catarina, há duas: Florianópolis e Balneário Camboriú.

II. Criciúma é o município mais populoso da Região Metropolitana Carbonífera. Pelos critérios hierárquicos do IBGE, Criciúma é considerada uma Capital Regional.

III. Segundo critérios da Legislação Federal e Estadual, Santa Catarina apresenta duas Regiões Metropolitanas: a de Florianópolis e a Carbonífera.


Quais estão corretas?


A

Apenas I.


B

Apenas II.


C

Apenas III.


D

Apenas I e III.


E

Apenas II e III.

Leia o texto a seguir:


A pesquisa Regiões de Influência das Cidades (REGIC) define a hierarquia dos centros urbanos brasileiros e delimita as regiões de influência a eles associados. É nessa pesquisa em que se identificam, por exemplo, as metrópoles e capitais regionais brasileiras e qual o alcance espacial da influência delas. A identificação da hierarquia urbana e das áreas de influência é realizada por meio da classificação dos centros urbanos que apresentam determinados equipamentos e serviços e que atraem populações de outras localidades. [...] A rede urbana brasileira está estruturada em duas dimensões: a hierarquia dos centros urbanos, dividida em cinco níveis principais – metrópoles, capitais regionais, centros sub-regionais, centros de zona e centros locais; e as regiões de influências – identificadas pela ligação das cidades de menor para as de maior hierarquia urbana. [...] Cada cidade se vincula diretamente à região de influência de pelo menos uma outra cidade, vínculo que sintetiza a relação interurbana mais relevante da cidade de origem, tanto para acessar bens e serviços quanto por relações de gestão de empresas e órgãos públicos. IBGE. Regiões de Influência das Cidades.


IBGE, 2018. Disponível em: . Acesso em: 25 fev. 2024. (adaptado).


Segundo a pesquisa REGIC, entre os anos 2018 e 2021, o município de Marco apresentava relação regional e localização tal qual estabelecido em:


A

Hierarquia urbana: Metrópole; Região de influência: Arranjo Populacional de Fortaleza – Metropolitana; Região intermediária: Fortaleza; Região imediata: Acaraú; Mesorregião: Sul Cearense; Microrregião: Oeste Cearense.


B

Hierarquia urbana: Centro regional; Região de influência: Arranjo Populacional de Sobral – Centro; Região intermediária: Sobral; Região imediata: Camocim; Mesorregião: Sertões Cearenses; Microrregião: Noroeste Cearense.


C

Hierarquia urbana: Centro regional; Região de influência: Arranjo Populacional de Juazeiro do Norte – Capital Regional; Região intermediária: Juazeiro do Norte; Região imediata: Crato; Mesorregião: Sul Cearense; Microrregião: Cariri.


D

Hierarquia urbana: Centro local; Região de influência: Arranjo Populacional de Sobral – Capital Regional; Região intermediária: Sobral; Região imediata: Acaraú; Mesorregião: Noroeste cearense; Microrregião: Litoral de Camocim e Acaraú.

Em 2018, o IBGE divulgou a quinta edição do REGIC - Regiões de Influência das Cidades, atualizando o quadro de referência da rede urbana brasileira ao estabelecer hierarquias e vínculos entre as cidades, assim como delimitando suas áreas de influência. Considerando a hierarquia e influência das cidades brasileiras, podemos afirmar que o/a:


A

rede urbana de Cuiabá, devido ao crescente poder do agronegócio na balança comercial nacional, é a maior do Centro-Oeste brasileiro


B

zona de influência da Metrópole Brasília-Goiânia decorre da presença dos poderes brasileiros e de suas respectivas posições meridionais no território nacional


C

polaridade econômica da capital paulista ultrapassa os limites estaduais e regionais, estendendo-se até mesmo para áreas externas ao Brasil


D

recuo da centralidade do Rio de Janeiro é explicado pelo aumento da violência urbana e pela descoberta das reservas de petróleo na bacia de Santos

As redes neurais artificiais podem ser categorizadas com base em como os dados fluem do nó de entrada para o nó de saída. As redes neurais que são muito úteis para a classificação das imagens, pois podem extrair recursos relevantes das imagens, que são úteis para o reconhecimento e classificação das imagens, caracterizam:


A

A máquina de Boltzman.


B

As redes neurais feedforward.


C

O algoritmo de backpropagation.


D

A rede de Hopfield.


E

As redes neurais convolucionais.

Segundo o IBGE, “A hierarquia urbana indica a centralidade da Cidade de acordo com a atração que exerce a populações de outros centros urbanos para acesso a bens e serviços e o nível de articulação territorial que a Cidade possui por estar inserida em atividades de gestão pública e empresarial (...). Alguns Municípios são muito integrados entre si e constituem apenas uma Cidade para fim de hierarquia urbana, tratam-se dos Arranjos Populacionais, os quais são indicados no complemento da hierarquia urbana quando ocorrem”. Dessa forma, a cidade de Niterói ocupa o seguinte nível hierárquico:


A

capital regional.


B

centro local.


C

centro sub-regional.


D

centro de zona.


E

metrópole.

O espaço social é produto do ser humano, como resultado da acumulação e da atividade de muitas gerações, sendo definido, metodológica e teoricamente, pela forma, estrutura e função — três conceitos gerais de toda realidade social.


C

Certo


E

Errado

O engenhoso segredo da sobrevivência dos maias


Na antiga cidade maia de Tikal, na Guatemala, os visitantes se veem cercados por íngremes pirâmides de calcário quase tão altas quanto a catedral de Notre Dame, em Paris, enquanto gritos de macacos bugios e tucanos emanam da floresta tropical ao fundo.

Construídas sem a ajuda de animais de carga, de ferramentas de metal ou da roda, essas grandiosas construções de pedra serviram como sedes de poder para os reis e sacerdotes que governavam uma das cidades-estado mais influentes do reino maia, que abrangia a Península de Yucatán, no México, Guatemala, Belize, partes de Honduras e El Salvador.

Tikal era o centro econômico e cerimonial de uma civilização que, à luz dos recentes mapeamentos aéreos a laser que revelaram mais de sessenta mil estruturas escondidas por séculos em meio à selva, pode ter abrigado de dez a quinze milhões de habitantes.

Na presença dos enormes palácios e templos de pedra de Tikal, cada um posicionado levando em conta a movimentação diária do Sol no céu, as proezas dos maias como arquitetos e astrônomos se avolumam.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/vert-tra-58501797. Adaptado)


Qual alternativa indica de forma precisa a relação entre a civilização maia e as inovações tecnológicas descritas no texto?


A

As inovações arquitetônicas dos maias demonstram que a civilização era capaz de realizar grandes obras monumentais sem o uso de recursos tecnológicos comuns, como a roda ou ferramentas de metal.


B

A civilização maia focava exclusivamente na vida rural, o que limitou seu desenvolvimento tecnológico e resultou em construções grandiosas no campo da agricultura.


C

As inovações dos maias eram restritas a ferramentas de construção grandiosas, explorando menos a conexão com a astronomia ou a observação dos astros e mais com os avanços de guerra.


D

As construções maias eram realizadas com tecnologias avançadas trazidas por culturas europeias, permitindo a utilização de estruturas complexas em grande escala.

As cidades de uma metrópole exercem interação e influência recíproca entre si. Podemos dizer então que as metrópoles apresentam graus de conexão externa formando áreas ainda maiores.


Dessa forma, o conjunto de duas ou mais metrópoles interligadas física e funcionalmente recebem o nome de:


A

cidades grandes.


B

megalópole.


C

aglomerações urbanas.


D

municípios limítrofes.


E

metrópoles nacionais.

O texto abaixo discute a questão das cidades e da estrutura produtiva.


As cidades integrantes de uma rede urbana se diferenciam pelos seus tamanhos populacionais, mas também, e sobretudo, em razão da oferta e da qualidade dos serviços que oferecem, como escolas, hospitais, bancos, comércio e universidades. O avanço da transição urbana a partir dos anos 1980, juntamente com a progressão da transição demográfica, diminuiu as taxas de crescimento da população. Muitas regiões e cidades, porém, aumentaram seu peso demográfico por causa dos fluxos migratórios. O contexto da crise econômica abriu então alternativas para cidades de menor porte, especialmente em razão da periferização dos centros urbanos.


CARMO, R.; CAMARGO, K. Dinâmica demográfica brasileira recente: padrões regionais de diferenciação. Rio de Janeiro: Ipea, 2018. p. 51. (Texto para Discussão n. 2.415). Adaptado.


Nesse contexto de transição, a partir da década de 1990, identifica-se o seguinte processo socioespacial específico:


A

extinção de tecnopolos no Centro-Sul


B

estagnação da fronteira agrícola no Norte


C

contração do dinamismo das capitais regionais


D

desconcentração industrial de regiões metropolitanas


E

retração demográfica e produtiva das cidades médias

Leia o texto a seguir.


Em função da expansão turística muitas localidades acabam gerando problemas aos seus moradores. Esse fenômeno, pode ser identificado em Veneza, Barcelona, Madri, Palma de Mayorca, Amsterdã, Copenhague, dentre outras cidades europeias, que tiveram a vida cotidiana modificada pelo excesso de visitantes, gerando um sentimento de hostilidade da população local, que muitas vezes necessita se mudar em função do aumento dos valores dos bens móveis e imóveis, gerando um processo de gentrificação.


DEUTSCH, Simone Feigelson. FRATUCCI, Aguinaldo Cesar. Revista Observatorio de la economia latinoamericana. Curitiba, v.21, n.11, p. 21140- 21141, 2023. <Disponível em: https://ojs.observatoriolatinoamericano.com/ojs/index.php/olel/article/view/2223 /1481>. Acesso em: 18 jun. 2024.


O texto faz menção ao conceito de


A

segregação espacial.


B

crescimento urbano.


C

turistificação.


D

turismofobia.

Considere o texto sobre a hierarquia urbana brasileira.


A hierarquia urbana é um modelo hierárquico entre as cidades. Ela determina a estrutura econômica em diversas escalas de organização (e posições), o que cria uma rede de ligações e influências entre os centros urbanos do mundo (pequenas, médias e grandes cidades). No Brasil, podem-se identificar metrópoles, capitais regionais, centros sub-regionais, centros de zona e centros locais.


Disponível em: https://www.todamateria.com.br/hierarquia-urbana/. Acesso em: 15 nov. 2023. Adaptado.


Na Região Sudeste, é classificado como centro sub-regional:


A

Vitória


B

Campinas


C

Rio de Janeiro


D

Angra dos Reis

A estrutura espacial de uma cidade é determinada pelas condições e pelos contextos históricos em sucessivas épocas. Em alguns casos, o nível de desenvolvimento econômico é tão significativo que a infraestrutura espacial adquire um caráter eminentemente novo, capaz de concentrar os processos econômicos e arranjá-los de modo organizado no espaço geográfico. Em outros, por estarem na periferia do processo de desenvolvimento capitalista, os conjuntos de forças são menos intensos, portanto, dinamizam menos o espaço, tornando-o menos célere em sua fluidez.


No caso de Aldeias Altas/MA e na caracterização da organização do espaço geográfico urbano do município, é comum encontrar na paisagem


A

um modo de vida com uma espacialidade mais rarefeita, com maior velocidade das relações sociais, intimamente controlada pelo tempo produtivo da metrópole.


B

tipos e aspectos associados às ruralidades, como ruas pouco asfaltadas, animais de roça e festas com tradição do mundo agrícola.


C

formas de paisagem urbana com feições mais industriais, grande disponibilidade de estações ferroviárias e metroviárias.


D

uma mistura de aparências mais urbanizadas, com ocorrência de pequenas zonas rurais, onde a população aldeia-altense está mais concentrada.

“Aumento da desigualdade: 10% mais ricos ganham 31 vezes o salário dos mais pobres nas regiões metropolitanas, diz estudo”


Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/04/13/aumento-da-desigualdade-10percent-mais-ricos-ganham-31-vezes-o-salario-dos-mais-pobres-nas-regioes-metropolitanas-diz-estudo.ghtml.


Sobre os processos socioespaciais que se dão no espaço urbano, é INCORRETO afirmar que


A

embora o Estatuto das Cidades preconize o direito à cidade, definindo que a propriedade deve cumprir uma função social, as cidades, especialmente as metrópoles, ainda enfrentam graves problemas quanto ao acesso da população à habitação digna e salubre.


B

os efeitos das mudanças climáticas na sociedade têm diferentes impactos nas distintas classes sociais, sendo a população preta e parda e de baixo poder aquisitivo das metrópoles a que mais sofre com as enchentes e os deslizamentos de terra, evidenciando um racismo ambiental.


C

a valorização imobiliária em diferentes partes das cidades contribui para o deslocamento da população de menor poder aquisitivo para áreas de periferia, impactando na qualidade de sua vida, já que isso significa, entre outras coisas, o aumento do tempo de deslocamentos em transportes, principalmente no sentido casa-trabalho.


D

o rol de estratégias para fazer as cidades mais atrativas, inúmeras transformações são processadas, principalmente “revitalizando áreas” do centro, cujo resultado é a melhoria do espaço urbano, produzindo equidade, igualdade e justiça socioespacial.


E

a concentração de edificações, fluxo de pessoas e automóveis nos centros das cidades ainda configura um dos problemas socioambientais, já que contribui para o aumento da temperatura nessas áreas, limitando a circulação de ar e aumentando a poluição.

   
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