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Entre as unidades litológicas, a mais antiga é a K.
A crosta terrestre vem sofrendo diferentes tipos de transformações geológicas ao longo do tempo. Algumas dessas transformações são listadas a seguir:
I. surgimento do Escudo das Guianas; II. derrames basálticos no sul do Brasil; III. último grande evento de transgressão e regressão marinha; IV. término da formação das grandes cadeias montanhosas atuais. Assinale a opção correta que mostra a sequência dos quatro eventos listados na seguinte ordem cronológica e da mais recente para a mais antiga.I, II, III e IV
I, II, IV e III
IV, II, III e I
IV, III, II e I
II, IV, I e III
Formação Furnas, Grupo Itararé, Formação Aquidauana, Grupo Guatá e Grupo Passa Dois são constituídos por extensos pacotes de rochas sedimentares presentes no Estado de São Paulo, formados em ambiente preponderantemente marinho, da Era
Mesozoica.
Pré-Cambriana.
Cenozoica.
Paleozoica.
Arqueana.
O método de datação por traços de fissão no mineral apatita
é pouco eficiente para datar eventos de denudação e de soterramento.
é utilizado para investigar a história térmica da apatita em temperaturas acima de 200 ºC.
leva em consideração que os traços de fissão, no intervalo de temperatura entre 120 ºC e 60 ºC, sofrem encurtamento.
revela-se adequado para a caracterização da idade de rochas plutônicas proterozoicas.
indica com precisão a idade absoluta do relevo de uma região.
A geocronologia é o ramo da geologia que trata da datação absoluta das rochas, portanto fornece a idade da ocorrência de um evento. Para a datação utilizam-se radioisótopos, além de eventos de abrangência global com idades conhecidas. A esse respeito, tem-se que
a datação isotópica feita em amostra de rocha total fornece idade mais precisa que a feita em minerais isolados.
os isótopos 14C-14N, 3H-3He ou 18O-16O são utilizados para datação de rochas sedimentares ou sedimentos.
a maioria dos isótopos encontrados na natureza são instáveis.
o número atômico, no decaimento epsilon, diminui em uma unidade, sem afetar o seu número de massa.
a Tabela do Tempo Geológico foi construída com base nas datações absolutas.

intrusão do granito, intrusão do pegmatito, falhamento, deposição do siltito, deposição do calcário, deposição do folhelho
deposição do siltito, deposição do calcário, deposição do folhelho, intrusão do granito, intrusão do pegmatito, falhamento
deposição do siltito, deposição do folhelho, deposição do calcário, falhamento, intrusão do granito, intrusão do pegmatito
deposição do folhelho, deposição do calcário, deposição do siltito, intrusão do granito, falhamento, intrusão do pegmatito
deposição do folhelho, deposição do calcário, deposição do siltito, falhamento, intrusão do granito, intrusão do pegmatito
O método de datação radiométrica Ar40/
exige a utilização de um reator nuclear para conversão de Ar39 em K39.
permite bons resultados em rochas de idades bastante variadas, desde o Pré-Cambriano ao Cenozoico.
permite a datação apenas de rochas vulcânicas, incluindo as vítreas, e plutônicas.
é inapropriado para a identificação de eventos de retrabalhamento de rochas mais antigas.
usa o feldspato alcalino como mineral ideal para a datação de granitos.

DAVIS, G.H.; REYNOLDS, S.J. Structural Geology of Rocks and Regions (second edition). John Wiley & Sons, Inc, 1996. p.316. Adaptado.
Analisando-se o perfil geológico representado acima, constata-se que a sequência cronológica dos eventos geológicos ocorridos no local, do mais antigo para o mais novo, é:
intrusão do granito; metamorfismo e dobramento; discordância Y; deposição do calcário; falha reversa; deposição do folhelho; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito
intrusão do granito; falha reversa; metamorfismo e dobramento; discordância Y; deposição do calcário; deposição do folhelho; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito
metamorfismo e dobramento; intrusão do granito; discordância Y; deposição do calcário; deposição do folhelho; falha reversa; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito
metamorfismo e dobramento; intrusão do granito; deposição do calcário; discordância Y; deposição do folhelho; falha reversa; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito
metamorfismo e dobramento; intrusão do granito; deposição do folhelho; discordância Y; deposição do calcário; falha reversa; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito
Uma característica do método de datação geocronológica Sm/Nd é que
permite caracterizar processos geológicos de baixa temperatura.
permite a determinação de áreas de proveniência em rochas sedimentares clásticas.
sofre fracionamento com os processos de erosão, transporte e deposição.
é inadequado para a determinação da idade de rochas máficas e ultramáficas.
é afetado significativamente pelo intemperismo, o que permite determinação da idade em rochas e sedimentos intemperizados.
Considere a seção geológica abaixo, interpretada a partir de uma análise sismoestratigráfica, com controle bioestratigráfico, onde os números identificam biozonas representativas de intervalos de tempo geológico iguais.

MITCHUM et al. In: PAYTON, C.E., AAPG, Memoir, n. 26, 1977, p. 54. Adaptado.
A partir da interpretação cronoestratigráfica dessa seção, conclui-se que a
superfície A representa uma concordância em toda sua extensão.
superfície A revela uma lacuna à esquerda.
superfície B apresenta um hiato que aumenta para a direita.
superfície de condensação se apresenta na base da Biozona 18.
sedimentação ao longo da superfície B foi contínua, não apresentando hiatos.
De acordo com o que é estabelecido na Geocronologia, qual dos conceitos abaixo está INCORRETO?
A datação de rochas pode ser expressa sob duas modalidades (relativa e absoluta).
A idade relativa estabelece relações posicionais, determinando se um evento geológico ocorreu antes ou depois de outro evento geológico.
A idade absoluta é quantitativa, fornecendo um número específico de anos.
O tempo geológico é o tempo decorrido desde o início da formação do sistema solar até os nossos dias.
A escala do tempo geológico é um arranjo de unidades geocronológicas por ordem de idade, sendo apresentada sob forma de tabela.
Os limites entre algumas eras geológicas coincidem com fenômenos de extinção em massa. No último período da Era Paleozoica, ocorreu a extinção dos trilobitas e, no ultimo período da Era Mesozoica, ocorreu a extinção dos amonitas. Estes períodos são, respectivamente,
Permiano e Cretáceo.
Permiano e Jurássico.
Devoniano e Jurássico.
Carbonífero e Cretáceo.
Carbonífero e Triássico.
A Bacia do Parnaíba contém vulcanismos, hoje conhecidos, ocorridos no
I – Ordoviciano
II – Triássico/Jurássico
III – Cretáceo
IV – Paleógeno (Oligoceno)
Está(ão) correta(s) APENAS
I.
I e II.
I e IV.
II e III.
III e IV.
Sobre as grandes bacias paleozoicas (intracratônicas) brasileiras, tem-se que
o registro permocarbonífero constitui-se em depósitos glaciais (Glaciação Gondwânica) em todas elas.
apenas a Bacia do Parnaíba não apresenta registro do Permiano.
apenas as Bacias do Amazonas e Solimões contêm sal (evaporitos) no Carbonífero.
todas apresentam sequências de 4a ordem (Milankovitch) homólogas.
todas iniciam sua subsidência (e acumulação) durante o Devoniano.
As Bacias do Solimões, do Amazonas e do Parnaíba foram afetadas por intrusões e, eventualmente, por derrames de rochas ígneas, num evento denominado Magmatismo Panatecaua, possivelmente relacionado à abertura do Atlântico Norte e Central, o que, de acordo com radiações radiométricas, teria ocorrido no Período
Permiano
Devoniano
Triássico.
Cretáceo
Jurássico.
Em boa parte da Bacia do Paraná, os sedimentos mais antigos acham-se recobertos por derrames de lava, alimentados através de uma intrincada rede de diques e com a presença de múltiplas soleiras, intrudidas segundo os planos de estratificação preexistentes. Esses basaltos toleíticos e andesitos basálticos, secundariamente riolitos e riodacitos, são frutos do Magmatismo Serra Geral que, de acordo com as datações radiométricas, teria ocorrido no início do processo de abertura do Atlântico Sul, no Período
Permiano.
Triássico.
Carbonífero.
Cretáceo.
Jurássico
Uma Parassequência, em seu conceito clássico, se distingue de uma Sequência Deposicional por
ser limitada por uma superfície transgressiva (ravinamento marinho).
conter apenas uma sucessão de fácies regressiva, usualmente em granocrescência ascendente.
desenvolver-se durante destruição (perda) de espaço para acomodação.
conter sismofácies progradantes.
ocorrer em ciclos de Vail de 2a ordem.
Entre os principais elementos radioativos utilizados na datação radiométrica, estão o urânio 238 (elemento pai) e o chumbo 206 (elemento filho correspondente).