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No estudo da evolução estrutural de determinada área de embasamento cristalino (crátons e faixas móveis), havendo a necessidade da coleta de amostras adequadas para datação radiométrica (geocronologia), são coletadas amostras de rochas graníticas, a partir das quais possam ser separados zircões, para datá-los pelo método radiométrico urânio/chumbo.
A coluna estratigráfica foi estabelecida considerando os eventos maiores da história geológica, como as etapas da evolução da vida e soerguimento das grandes cadeias de montanha. O último eon da história geológica é o Fanerozóico, dividido em três eras: Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica, que por sua vez portam diversos períodos. Qual dos períodos abaixo NÃO faz parte da era Paleozóica?
Carbonífero
Ordoviciano
Cambriano
Devoniano
Triássico
As rochas geradoras da Bacia de Solimões, assim como os potenciais geradores em outras bacias análogas, têm uma idade compreendida entre 417 e 354 milhões de anos, sendo assim consideradas como pertencentes ao Período:
As três Eras do Eon Fanerozóico são:
I - Cenozóico;
II - Mesozóico;
III - Paleozóico.
A ordenação correta da Era de maior para a de menor duração é:
A ordenação correta dos três Períodos do Mesozóico, do mais antigo para o mais novo, é:
As rochas que constituem o Aqüífero Guarani são datadas do:
Mesozóico.
Paleozóico.
Cambriano.
Quaternário.
No território brasileiro, o Mesoproterozóico é marcado pelo desenvolvimento dos riftes intracontinentais, os quais evidenciam a Tafrogênese Estasteriana e afetam os núcleos cratônicos estabilizados.
Os isótopos 14-C, com meia-vida de 5.730 anos, são utilizados para a datação de rochas e outros materiais de até 70.000 anos.
A utilização da geoquímica isotópica na análise da proveniência de sedimentos em suspensão de um rio é uma técnica confiável.
A aplicação de estudos de isótopos U-Pb em zircões de rochas piroclásticas ácidas é uma das formas mais precisas de definição da idade do evento vulcânico.
O método radiométrico carbono-14 é aplicado com maior exatidão para a datação de rochas ígneas muito antigas, preferencialmente do período Arqueano.
A mudança temporal observada na declinação do vetor campo magnético da Terra é utilizada na determinação da idade de certas rochas.
A análise de populações homogêneas de zircão de metaarcósio de uma bacia intracratônica pelo método U-Pb fornece a idade de sedimentação do arcósio.
Os isótopos radioativos de meia-vida longa usados na geocronologia são, entre outros, o tório, o potássio e o samário.
No Permiano, ocorreu um extenso vulcanismo basáltico na bacia do Paraná, ao qual estão associadas as jazidas de ágata e ametista do Rio Grande do Sul.
A ocorrência de rochas conglomeráticas com aspectos glaciais em quase todos os continentes no final do Neoproterozóico indica uma glaciação global nesse período.
Com base em datações radiométricas e em correlação fossilífera, a idade provável da Terra é de 1 bilhão de anos.
Um espectro plano de idades 40Ar/39Ar, que resulta em um plateau, obtido em flogopita do flogopitito mineralizado, utilizando a técnica de aquecimento em etapas, representa a idade em que a amostra foi resfriada abaixo da temperatura de fechamento do sistema e fornece indiretamente a idade da mineralização de esmeralda na região estudada.
O ramo da geologia que trata da datação de rochas é conhecido como geocronologia. Idades absolutas de rochas podem ser obtidas por métodos radiométricos.
Considerando que análises isotópicas pelo método Rb-Sr em rocha total forneceram idades de 2100 ± 50 Ma para as rochas vulcânicas, é correto afirmar que a intrusão do sill básico-ultrabásico ocorreu no Paleoproterozóico.