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A análise de anomalias sísmicas do tipo bright spot, dim spot, flat spot e gas chimney faz parte das chamadas técnicas de detecção
direta de hidrocarbonetos
de trapas
de rochas geradoras
de rochas reservatórios
de rochas selantes
A chamada “janela” de geração do petróleo (óleo), marcada por reflectância de vitrinita (Ro), aproximadamente, entre 0,6 e 1,4, e coloração dos esporos de laranja a preta, corresponde às temperaturas (°C) entre
50 e 120
60 e 150
100 e 220
140 e 250
200 e 300
Os geradores da Bacia do Solimões são folhelhos menos espessos mas correlacionáveis em idade e litologia com aqueles da Fm. Barreirinha da Bacia do Amazonas. Os principais reservatórios também são correlacionáveis com os da Fm. Monte Alegre da Bacia do Amazonas. Ambos assumem denominações próprias na Bacia do Solimões, definindo o Sistema Petrolífero
Juruá - Urucu
Jutaí - Juruá
Jutaí - Fonte Boa
Jandiatuba - Coari
Jandiatuba - Juruá
Um determinado sistema petrolífero é designado pelo nome da unidade litológica do gerador seguido por aquele da unidade litológica do reservatório. Assim, são exemplos de sistemas petrolíferos da Bacia de Campos:
Ubatuba-Regência, Ubatuba-Carapebus e Ubatuba- Guaratiba.
Guaratiba-Urucutuca, Guaratiba-Mariricu e Guaratiba- Carapebus.
Emboré-Carapebus, Emboré-Regência e Emboré-Macaé.
Lagoa Feia-Urucutuca, Lagoa Feia-Guarujá e Lagoa Feia- Guaratiba.
Lagoa Feia-Carapebus, Lagoa Feia-Macaé e Lagoa Feia- Lagoa Feia.
Comparando-se os elementos e os processos do sistema petrolífero comprovado da Bacia do Solimões com aquele, até certo ponto especulativo, da Bacia do Amazonas, verificam- se raros pontos mais favoráveis para a Bacia do Solimões. Qual é o principal?
Reservatórios
Migração
Geração
Trapas
Selos
A Bacia do São Francisco apresenta potencial subeconômico para gás, sendo a Formação Lagoa do Jacaré do Grupo Bambuí considerada o principal gerador potencial.

argilosidade
cimentação
litologia
massa
lama
As amostras de testemunho e as amostras laterais obtidas a partir da perfuração de um poço exploratório são representativas de profundidade bem determinada da seção sedimentar atravessada pelo poço; o mesmo não se pode dizer das amostras de calha.
Durante o mapeamento geológico de uma bacia sedimentar, devem ser coletadas, no campo, inúmeras amostras de folhelho com o objetivo de analisá-las em laboratório para avaliar-se o potencial de geração de petróleo da bacia.
O petróleo é uma mistura de hidrocarbonetos e, segundo os geólogos e os geofísicos exploracionistas, sua origem mais aceita é a orgânica, devido às transformações de restos de animais e vegetais.
Para ocorrerem acumulações significativas (ou comerciais) de petróleo em uma bacia sedimentar, é fundamental que ela disponha de rochas com evidências de terem gerado petróleo, rochas reservatório com boa permoporosidade, vias de migração do petróleo (falhas) e algum evento selante (armadilha) que mantenha o petróleo preso no reservatório (rocha selante, como folhelhos e evaporitos, ou fechamento estrutural, como falhas geológicas, por exemplo).
Durante a perfuração de um poço para a investigação geológica de subsuperfície - para exploração de petróleo, por exemplo -, podem ser obtidas amostras de, pelo menos, três tipos: amostras de calha, trazidas à superfície pela lama de perfuração; amostras de testemunhos, que correspondem a cilindros de rocha cortados nos poços de perfuração; e amostras laterais, retiradas por pequenos barriletes, geralmente após a perfuração do poço.
As principais rochas geradoras de petróleo nas bacias marginais brasileiras iniciadas por rifte são os folhelhos depositados em lagos durante a fase rifte da bacia, ou seja, antes da entrada do mar nas bacias.
Quando se analisa a possibilidade de uma rocha vir a ser uma boa rocha reservatório de petróleo, são observadas as suas características de porosidade e permeabilidade. Assim, pode-se concluir que as rochas fraturadas são inadequadas para o armazenamento de hidrocarbonetos.
Os evaporitos encontrados nas bacias marginais brasileiras são considerados excelentes rochas geradoras de petróleo.
No Brasil, as bacias sedimentares mais produtoras de petróleo são as bacias intracontinentais.
A rocha produzida em ambientes sedimentares euxínicos, ou anóxicos, pode vir a constituir-se em excelente rocha reservatório de petróleo.
Em algumas bacias brasileiras do tipo rift também existem turbiditos continentais lacustres que constituem importantes reservatórios petrolíferos, como é o caso da Bacia:
Qual a lâmina d'água (cota batimétrica), em m, neste ponto?
Qual o volume de petróleo na jazida (in situ ou in place), em m3, descoberto por este poço pioneiro?