Questões de Concurso sobre Geologia Estrutural

 
 
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CARTWRIGHT, J. In: ROBERTS, A.M., et al. (eds). The Geometry of Normal Faults. Geological Society, London. Special Publication, n. 56, p. 29-40. 1991. Adaptado.


Na seção geológica acima, estão interpretadas superfícies estratais de natureza sísmica (sismo-horizontes) de uma bacia. Com relação a essa bacia, identifica-se que ela apresenta (contém) uma


A

falha antitética


B

fase de margem passiva


C

fase pré-rifte


D

fase rifte final


E

fase transcorrente (bacia pull-apart)

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DAVIS, G.H.; REYNOLDS, S.J. Structural Geology of Rocks and Regions (second edition). John Wiley & Sons, Inc, 1996. p.316. Adaptado.


Analisando-se o perfil geológico representado acima, constata-se que a sequência cronológica dos eventos geológicos ocorridos no local, do mais antigo para o mais novo, é:


A

intrusão do granito; metamorfismo e dobramento; discordância Y; deposição do calcário; falha reversa; deposição do folhelho; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito


B

intrusão do granito; falha reversa; metamorfismo e dobramento; discordância Y; deposição do calcário; deposição do folhelho; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito


C

metamorfismo e dobramento; intrusão do granito; discordância Y; deposição do calcário; deposição do folhelho; falha reversa; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito


D

metamorfismo e dobramento; intrusão do granito; deposição do calcário; discordância Y; deposição do folhelho; falha reversa; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito


E

metamorfismo e dobramento; intrusão do granito; deposição do folhelho; discordância Y; deposição do calcário; falha reversa; erosão parcial do folhelho e discordância X; deposição do arenito

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A

na base do conglomerado (H) há uma desconformidade.


B

a falha X é mais velha que a falha Y.


C

o dique A é mais velho que a falha X.


D

a idade do conglomerado é maior que 27 milhões de anos.


E

a intrusão do batólito foi posterior à formação da falha X.

Um domo é uma estrutura anticlinal tridimensional que forma vasta saliência circular ou oval de camadas rochosas na topografia das regiões onde ocorre.


C
Certo

E
Errado

A falha é considerada lístrica (em forma de marca de pá ou de colher) quando o seu perfil da escarpa


A

mostra-se invariavelmente plano.


B

é vertical a subvertical.


C

é curvo e diminui de ângulo com a profundidade (chegando a ser horizontal).


D

é curvo e aumenta de ângulo com a profundidade (chegando a ser vertical).


E

alterna trechos planos e curvos com ângulos variáveis.

Apesar do estilo característico de tectônica extensional da Bacia do Recôncavo Baiano, a importante Falha de Mata-Catu, que praticamente atravessa toda a bacia, em sua porção central com orientação NO-SE, vem sendo interpretada como falha


A

transcorrente.


B

normal.


C

reversa.


D

oblíqua.


E

de crescimento.

Falhas normais ou de gravidade são comuns nas bacias costeiras e da Margem Continental Brasileira. Já falhas de empurrão, ou reversas, são características e se relacionam a estruturas portadoras de petróleo e gás, na Bacia de(o)


A

Tucano.


B

Paraná.


C

Amazonas.


D

Solimões.


E

Pantanal.

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SYLVESTER G. A. 1988. Strike-slip faults. Geol. Soc. Am. Bull., 100: 1666- 1703.


Considerando que, na figura acima, estão representadas, em planta, estruturas secundárias relacionadas a uma zona de cisalhamento rúptil e que as setas representam sigma1 (pretas) e sigma3 (cinzas), qual o sentido do movimento da falha principal e, pela ordem, de 1 a 4, quais são as estruturas secundárias representadas?


A

Movimento

1

2

3

4

Sentido sinistral

falhas normais e juntas

falhas reversas

eixos de dobras

fraturas de Riedel


B

Movimento

1

2

3

4

Sentido sinistral

fraturas de Riedel

falhas reversas

eixos de dobras

falhas normais e juntas


C

Movimento

1

2

3

4

Sentido sinistral

fraturas de Riedel

eixos de dobras

falhas normais e juntas

falhas reversas


D

Movimento

1

2

3

4

Sentido dextral

fraturas de Riedel

eixos de dobras

falhas normais e juntas

falhas reversas


E

Movimento

1

2

3

4

Sentido dextral

falhas reversas

eixos de dobras

falhas normais e juntas

fraturas de Riedel

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TWISS, R.J. & MOORES, E.M. 2007. Structural Geology (second edition). W.H. Freeman and Co.736p.


Considerando as duas figuras acima, quais são as estruturas destacadas?


A

1

2

3

Falha sintética

sinclinais de rollover

falhas lístricas


B

1

2

3

Sinclinal de rollover

falhas lístricas

falhas antitéticas


C

1

2

3

Sinclinal de rollover

falhas antitéticas

falhas sintéticas


D

1

2

3

Anticlinal de rollover

falhas antitéticas

falhas lístricas


E

1

2

3

Anticlinal de rollover

falhas lístricas

falhas antitéticas

Considerando a fase de subsidência mecânica das bacias rifte, do tipo semigráben, pode-se afirmar que depósitos


A

lacustres são restritos às porções proximais à falha de borda.


B

lacustres são restritos às porções distais à falha de borda.


C

de leques aluviais podem ocorrer nas porções proximais à falha de borda e à borda flexural.


D

de leques aluviais são restritos às porções proximais à falha de borda.


E

fluviais longitudinais são restritos às porções distais à falha de borda.

A falha de San Andreas, na Califórnia, nos Estados Unidos da América, é um exemplo clássico de falha de empurrão.


C
Certo

E
Errado

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ROBERTS, A. YIELDING, G. 1994. Continental Extensional Tectonics. In: Hancock, P.L.(Ed), Continental Tectonics. Pergamon Press.


Nos modelos ao lado de formação de bacias rifte, de McKenzie (1978) e de Wernicke (1985), as principais áreas de afinamento crustal e do manto litosférico são


A

coincidentes em ambos os modelos.


B

coincidentes no modelo de Wernicke e distintas no de McKenzie.


C

coincidentes no modelo de cisalhamento simples e distintas no de cisalhamento puro.


D

coincidentes no modelo de cisalhamento puro e distintas no de cisalhamento simples.


E

distintas em ambos os modelos.

   
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