“Nos livros atuais, sejam eles escolares ou não, negar a...
Imagem de fundo

“Nos livros atuais, sejam eles escolares ou não, negar a...

“Nos livros atuais, sejam eles escolares ou não, negar a América indígena e negra, negar as vivências para ressaltar meras sobrevivências, ou pior, aniquilamentos totais, criar a visão dos vencidos, espécie de mescla de Galeano e Soustelle, Las Casas e Prescott: o sentimentalismo redentor e o reducionismo técnico; igreja e laboratório”, avaliam Luiz Fernando Estevam e Marcus Vinicius de Morais. (p. 54)

FERNANDES, Luiz Estevam; MORAIS, Marcus Vinicius de. Renovação da História da América. Por uma história prazerosa e consequente. KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003. p. 143 –162.


Relativo aos livros didáticos, os autores sugerem que os professores e as instituições de ensino devam


A

ter como base o ideário cristão, cuja premissa é a piedade com os menos favorecidos.


B

mostrar o invasor, nocivo, ora europeu, ora norte-americano, contrapondo-se ao dono da terra, ao estado indígena, batido por doenças, crendices e fraquezas de espírito


C

desconstruir essas narrativas, o que é o primeiro passo para a sua necessária superação: tarefa lenta e difícil que se propõe mexer nas origens do fenômeno.


D

partir para um viés economicista no qual a ocupação da América ganhou um contorno essencialmente econômico.