

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
“E se mais mundo houvera, lá chegara.”
Ilustrando seus descobrimentos, essa orgulhosa epígrafe bem diz o que foram as viagens desses grandes exploradores que, ainda hoje, glorificam a tradição. De Vasco da Gama a Serpa Pinto, por mar e por terra, eles alcançaram os limites e o centro do planeta, “para lá levando a civilização”.
Em sua Crônica de Guiné, escrita em meados do século XV, Gomes Eanes de Zurara já enunciava as “cinco e uma razões” dessas expedições. O infante d. Henrique, que as organizou, “é impelido pelo serviço de Deus”; acha que naqueles países existem cristãos, e que de lá será possível trazer mercadorias; que, se não houver cristãos, há de se saber até onde vai o poder dos infiéis; que talvez algum senhor estrangeiro queira ajudá-lo em sua guerra contra os inimigos da fé; que grande é seu desejo de propagar a Santa Fé de NSJC.
(Marc Ferro, História das colonizações: das conquistas às independências, séculos XIII a XX)
A partir do excerto, é correto afirmar que
os descobrimentos tiveram pouca importância econômica para Portugal, pois seus interesses comerciais estavam dentro da Europa.
os interesses mercantilistas portugueses se contrapunham ao projeto de expansão da fé da Igreja Católica.
a imposição da Igreja Católica para que todos os povos fossem catequizados atrasou a expansão territorial portuguesa.
a expansão marítima-comercial portuguesa apresentava um duplo sentido, porque tinha objetivos mercantis e religiosos.
o avanço das descobertas portuguesas ultramarinas foi prejudicado com restrições impostas pela Igreja Católica.