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Leia o texto abaixo:
O imperialismo e a resistência na África de 1885 à 1995
O domínio dos europeus [...] sobre a África se estendia, também, sobre a cultura dos povos. Como ocorreu com os indígenas na América, foi necessária tentar justificar as ações colonizadoras como sendo uma forma de levar o processo civilizatório a esses povos, pois eram considerados primitivos. Isso provocou uma mudança significativa, como por exemplo, a língua local foi suprimida pelo uso obrigatório da língua do colonizador. Modificou-se, também, a forma de educação dos povos colonizados, com o intuito de desfazer crenças e costumes locais, a fim de facilitar a dominação [...].
SUZUKI, A.M.; SANTOS, J.E.; MENEZES, H.A. O imperialismo e a resistência na África de 1885 à 1995. Disponível em:<https://periodicos.set.edu.br/cadernohumanas/article/view/2266> Acesso em: 18 fev. 2022.
A partir do texto, pode-se constatar como uma justificativa usada pelas nações europeias para promover o Imperialismo no continente africano, no fim do século XIX e início do século XX:
A crença dos europeus de que era preciso aprender com os diferentes para evoluir.
A ideia de que os povos africanos poderiam aperfeiçoar a religião católica.
A concepção de que os europeus tinham a missão de “civilizar” outros povos.
O receio de que as nações africanas atacassem militarmente a Europa.
O desejo de transformar a África em uma potência mundial e independente.