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Segundo o jesuíta Antonil, “o escravo é as mãos e os pés do senhor de engenho”. Considerando tais dizeres, podemos entender que, na sociedade açucareira do Brasil colonial, os escravos:
Eram totalmente desprezados dentro do sistema produtivo.
Eram assalariados e reconhecidos pela sua prestação de serviço.
Cultivavam produtos que não eram de importância no sistema colonial.
Realizavam diversos trabalhos no sistema produtivo do açúcar, dos mais pesados aos mais técnicos.