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Em 1980, a então Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan) e a Fundação Nacional Pró‑Memória divulgaram um documento com o objetivo de fornecer uma visão panorâmica da questão do patrimônio cultural no país e traçar as diretrizes dos trabalhos que ainda precisavam ser desenvolvidos.
Não eram atividades previstas para serem realizadas naquele momento:
Inventário e documentação dos bens culturais, assim como dos bens naturais significativos quanto à dinâmica cultural brasileira.
Integração das diversas comunidades brasileiras no interesse e no esforço para a preservação do patrimônio cultural.
Identificação, restauração, preservação e revitalização dos monumentos, sítios e bens móveis e sua devolução ao público usuário.
Instauração de processos de registro de bem cultural imaterial com a finalidade de contribuir para a continuidade dessas práticas.