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Um primeiro traço “central” põe em relevo o caráter sagrado da instituição monárquica. As cerimônias de sagração (...) e o toque régio das escrófulas, com seu efeito curativo ou miraculoso, são-lhe a expressão conhecida (...) A essência sagrada da monarquia se inscreve, por outro lado, no interior de um sistema de entidades simbólicas e de funções. A Renascença as aclara: elas incluem as noções de dignidade real e de justiça, esta fundamental em relação à instituição soberana em seu conjunto. Essa justiça e essa dignidade são imortais ou, pelo menos, sobrevivem à pessoa efêmera dos reis sucessivos. (LADURIE, 1994, p. 9 e 10)
Com base no trecho acima e em seus conhecimentos, pode-se dizer que:
A descentralização política foi o símbolo da formação dos Estados Modernos na Europa.
A formação do Estado Nacional Moderno contribui para o fortalecimento do período renascentista.
Luís XIV foi o símbolo real do Estado Nacional Moderno.
A era iluminista marcou a expansão territorial dos Estados Nacionais Modernos.