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Texto I
Na teoria, os meios educacionais almejam a aprendizagem significativa, mas na prática: “[...] a aprendizagem que muitas vezes ainda ocorre na escola é outra: a aprendizagem mecânica, aquela praticamente sem significado, puramente memorística, que serve para as provas e é esquecida, apagada, logo após”.
(Moreira, 2012, p. 12.)
Texto II
Para quando a aprendizagem é arbitrária ela se resume a uma memorização, o que ele chama de aprendizagem mecânica, na qual o aluno tende rapidamente a esquecer, pois não relacionou o que aprendeu com o que já sabia, daí a arbitrariedade, e, também, por não ter aprendido o conceito em sua substância, só sabe reproduzi-lo da forma que memorizou.
(NODA, M., 2005.)
Para que se consiga fugir dos protótipos de aprendizagens e avaliações mencionadas nos textos anteriores, é necessário que:
A avaliação, no contexto de uma aprendizagem referenciada, seja vista como a parte mais importante e final de todo o processo da sala de aula.
O educador assuma uma postura libertadora e permita ao aluno ser autônomo na construção do conhecimento, sendo ele, o professor, o mediador desse processo.
O docente seja um profundo conhecedor do conteúdo e apresente formas testadas e anteriormente comprovadas de transmissão e cobrança integral do saber.
Tanto o aprendiz quanto o mestre entendam a importância dos postulados implícitos no conteúdo, sem deturpá-los com conhecimentos prévios ou baseados em senso comum.