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Uma das habilidades previstas na BNCC para o 4.º ano é “reconhecer a história como resultado da ação do ser humano no tempo e no espaço, com base na identificação de mudanças e permanências ao longo do tempo”. A respeito das permanências e das mudanças sociais e culturais havidas no Brasil, ao longo do tempo, assinale a opção correta.
O esforço catequético empreendido pela Igreja Católica ao longo da colonização do Brasil levou à célere eliminação dos elementos da religiosidade indígena, bloqueou a introdução de elementos de origem africana e permitiu a formação de uma religiosidade idêntica à europeia.
A expansão da cidadania, conferindo o direito de voto a uma proporção crescente de adultos desde a Independência do Brasil, suprimiu as relações clientelísticas entre os eleitores e seus representantes, típicas do período colonial.
Embora haja transformações de valores e de práticas cotidianas desde o século XVI, a cultura brasileira ainda carrega marcas herdadas das bases institucionais do período colonial, como da escravidão, do latifúndio e do patriarcalismo.
A liberdade de imprensa, conferida pelas Ordenações Manuelinas, estabeleceu um importante precedente de mais larga duração para as instituições da atual democracia brasileira.
Sendo a culinária uma das práticas culturais de longa duração, pode-se reconhecer no arroz com feijão, prato típico brasileiro atual, dois alimentos pré-colombianos presentes no atual território brasileiro.
Em relação ao trabalho com documentos e diferentes linguagens no ensino de história, Napolitano traça, em sua obra, várias estratégias que possibilitam o uso do cinema em sala de aula. Nesse sentido, leia as asserções abaixo:
I - As estratégias traçadas tem por base uma trajetória estratégico-tática que contribui para que o professor que não é pesquisador nem especialista possa compreender certas técnicas e procedimentos que poderão ser empregados no dia a dia docente.
II - De forma prática, são analisadas mais de uma centena de obras cinematográficas.
llI - Na obra, há preferência pelo cinema ficcional, cujo conteúdo e cuja utilização em sala de aula têm sido menos discutidos do ponto de vista didático-pedagógico.
São verdadeiras as afirmativas, em consonância com a perspectiva do autor supracitado:
I apenas
Il apenas
Ill apenas
I e III apenas
l, ll e IlI
O estudo da História não se limita à memorização de fatos, mas exige compreender o passado como resultado de processos sociais complexos, mediado por interpretações científicas e culturais. Qual alternativa expressa corretamente essa concepção?
O conhecimento histórico é construído socialmente, interpretando fontes e contextos para compreender a dinâmica das sociedades ao longo do tempo.
conhecimento histórico consiste apenas em registrar cronologicamente fatos e datas relevantes.
A História é uma narrativa neutra e objetiva, sem influências culturais ou políticas.
O estudo do passado se restringe exclusivamente à análise de eventos políticos e guerras.
No ensino de História, é essencial que os estudantes desenvolvam competências que vão além da simples memorização de fatos, permitindo-lhes compreender e analisar criticamente os processos históricos. Dentre as alternativas abaixo, qual representa um dos objetivos desta disciplina no Ensino Fundamental?
A reprodução de narrativas históricas consolidadas, evitando a problematização de documentos e contextos históricos para garantir uma abordagem neutra e objetiva dos fatos.
O estudo cronológico e linear dos acontecimentos históricos, enfatizando a memorização de datas e personagens para garantir a assimilação dos conteúdos curriculares.
A exclusão da interdisciplinaridade no ensino de História, priorizando apenas os conteúdos específicos da disciplina para evitar interferências de outras áreas do conhecimento.
A análise de fontes históricas e o desenvolvimento de interpretações críticas, promovendo a compreensão da historicidade dos processos sociais, políticos e econômicos ao longo do tempo.
A História pode ser afirmada como a ciência dos homens no tempo, entretanto e para muitos ainda é aquela disciplina ou ciência que trata de um passado por vezes distante do nosso presente atual.
Pensando na relação entre História, tempo e espaço, é CORRETO afirmar:
O estudo da História precisa ser neutro, imparcial e deslocado de nosso próprio tempo para ser entendido como ciência e servir de base para aprendizado e melhoria da sociedade atual.
O tempo histórico busca a compreensão do passado antigo, atravessado por outros homens que não nós mesmos e pelo lugar em que os fatos desse passado ocorreram: o espaço.
A História deve ser entendida como o desenvolvimento da habilidade e da capacidade de fazer comparações e interpretações com os homens e as sociedades de um outro tempo e espaço.
A categoria tempo é central para o conhecimento histórico e precisa, para fazer sentido, ser medido e entendido como o tempo cronológico, distribuído em séculos e acontecimentos políticos.
De acordo com a instrução no 1 de maio de 2021, que institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), a EJA com ênfase na Educação e Aprendizagem ao Longo da Vida busca
viabilizar uma estrutura curricular tradicional para jovens e adultos que não iniciaram ou interromperam o seu processo educativo escolar, garantindo acesso ao repertório clássico de leituras e temas do ensino de História.
oportunizar acesso a aprendizagens não formais e informais, além das formais, permitindo o estudo de novas e diferentes formas de certificação que levem em consideração o conjunto das competências adquiridas ao longo da vida.
garantir acesso escolar às populações do campo, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, itinerantes, refugiados, migrantes e outros povos tradicionais por meio da oferta de transporte escolar público, gratuito e de qualidade para todos
reforçar o distanciamento das propostas de EJA para os estudantes com deficiência, transtornos funcionais específicos e transtorno do espectro autista, indicando a necessidade de busca por escolas especiais para esses casos específicos.
dissociar a formação regular por meio de competências básicas das possibilidades de integração dos cursos com propostas profissionais ou de definição de currículos diferenciados, com itinerários que atendam à singularidade do público.
De acordo com a BNCC para o componente de História no Ensino Fundamental, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A BNCC propõe o estudo da história africana e indígena como eixos estruturantes, rompendo com uma perspectiva eurocêntrica.
( ) O desenvolvimento da historicidade no tempo e no espaço é uma das competências específicas da área.
( ) A história do Rio Grande do Sul não deve ser tratada como conteúdo curricular, já que a BNCC não aborda as regionalidades.
( ) A BNCC organiza o ensino de História de forma cronológica e linear, sem espaço para abordagens temáticas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – F – F.
V – F – V – F.
F – V – F – V.
F – F – V – V.
V – V – V – F.
Com base na proposta metodológica dos especialistas da área, podemos repensar um método de ensino adequado sobre o uso de filmes na escola. Fica evidente que não existe um modelo simplificado para introduzir os alunos na análise crítica da imagem cinematográfica, mas pode-se destacar a impossibilidade de deter-se apenas na análise do conteúdo do filme. É preciso ir além.
A análise pode seguir os procedimentos metodológicos propostos pelos especialistas.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Tais procedimentos metodológicos apontam para a
escolha inicial de obras consagradas pela historiografia, com os filmes sendo recortados, destacando-se as cenas e sequências mais representativas.
utilização de paradigmas comteanos para a análise crítica do filme histórico, que reconheça as funções do roteiro e da construção dos personagens.
busca dos significados mais profundos da obra, apresentando-a em sua integralidade, evitando-se recortá-la em cenas extraídas de seu contexto original.
compreensão, por parte de discentes e docentes, de que um filme histórico tem a capacidade de reproduzir fatos com a fidedignidade histórica necessária.
análise interna do filme, como o tempo em que decorre a história narrada, bem como para a leitura do contexto externo, a exemplo do ano e país de produção.
Parâmetros e diretrizes curriculares, bem como competências e habilidades a serem trabalhados no ambiente escolar, requerem da disciplina história foco integral e absoluto nos conteúdos de modo a oferecer subsídios ao aluno para inserir‑se conscientemente no mundo do qual faz parte.
Certo
Errado
Uma turma é instigada a investigar as consequências da expansão marítima portuguesa e a formação do império ultramarino. Muitos alunos se concentram apenas na ideia de “descoberta” e ignoram relações de exploração e escravização. De que forma o professor pode promover uma análise mais crítica e contextualizada?
Conduzindo exclusivamente uma visão glorificante dos navegadores, celebrando conquistas sem menção a confrontos culturais.
Tratando o tema como mero resultado de avanços navais, sem relações políticas ou econômicas complexas.
Incentivando o exame de fontes diversas (textos, crônicas, documentos de época), vinculando aspectos mercantilistas e coloniais, abordando a imposição sobre povos nativos, a escravidão e os interesses comerciais, para evidenciar as dinâmicas de poder subjacentes a esse processo.
Negligenciando a presença de populações autóctones, pois a colonização ocorreu em áreas desabitadas.
Leia o trecho a seguir da entrevista concedida
Monica Dantas - A definição das áreas de investigação nos cursos de História centradas no recorte regional ou nacional ainda é produtiva?
Stuart Schwartz - Os efeitos da globalização são perceptíveis. As abordagens regionais predominaram na academia por um longo tempo. As ciências sociais ambicionam, porém, um conhecimento mais generalizante e uma perspectiva menos cultural de seu campo de estudos específicos. Essa postura, aliada à tendência em direção a estudos sobre a globalização diminuiu o papel de especialistas regionais e de centros regionais.
Adaptado de: Kantor, Iris; Monica Dantas. Entrevista com Stuart B. Schwartz. Novos Estudos, 89, 2011, p. 167.
Considerando o trecho da entrevista e as diretrizes da BNCC para o ensino de História na Educação Básica, assinale a alternativa que apresenta corretamente como o documento relaciona o fenômeno da globalização ao processo de ensino-aprendizagem histórica.
I Propõe compreender os fenômenos nacionais em diálogo com contextos mais amplos, não apenas no período contemporâneo, mas também em relação à história antiga.
II. Defende a eliminação da separação entre a História Geral e a História do Brasil, tratando os eventos históricos como parte de processos em escala global.
III. Reconhece a globalização como um evento de dimensão geográfica e, por isso, opta por especializar o currículo nas diversidades regionais brasileiras, compreendidas como expressões da identidade nacional.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Como disciplina, tanto no ensino fundamental quanto no médio, a história ensinada em sala de aula deve se ater aos fatos inscritos nos livros didáticos de modo a evitar discussões que possam ensejar a exacerbação de posições políticas e ideológicas.
Certo
Errado
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe um ensino de História que valorize a utilização de múltiplas fontes e perspectivas na análise dos processos históricos, promovendo uma abordagem interdisciplinar e crítica. Considerando essa diretriz, assinale a afirmativa correta.
A BNCC estabelece que o ensino de História deve ser baseado exclusivamente em fontes escritas oficiais, pois documentos iconográficos, materiais e imateriais são considerados secundários na produção do conhecimento histórico.
A abordagem histórica na BNCC restringe-se à compreensão linear e factual dos eventos passados, evitando o uso de múltiplas fontes para evitar subjetividade na análise dos processos históricos.
A BNCC reforça a centralidade da história nacional e eurocêntrica como referência principal no ensino de História, minimizando a relevância de perspectivas de grupos marginalizados e culturas não ocidentais.
A BNCC estabelece um currículo rigidamente padronizado, eliminando a possibilidade de adaptação dos conteúdos históricos ao contexto local e à diversidade cultural dos estudantes.
A BNCC estimula a construção do conhecimento histórico a partir da diversidade de fontes documentais e culturais, permitindo que os estudantes compreendam o passado por meio de registros escritos, iconográficos, materiais e imateriais.
Essa concepção pragmática da História, como disciplina escolar, servia à formação do cidadão ideal para o estado centralizado, que tinha como um dos seus objetivos neutralizar o poder das oligarquias regionais, formando o que se concebia como “sentimento nacional brasileiro”. Sentimento este que teria como fundamento a raça, a língua e a religião, e um território com uma única administração.
(Katia Abud. Currículos de História e políticas públicas: os programas de História do Brasil na Escola Secundária. Em: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula, 1998)
Analisando os programas de História do período Vargas, a autora identificou como parte dos conteúdos que atendem ao exposto no excerto
a comparação do processo de Independência do Brasil com o das Colônias Espanholas da América.
o resgate das raízes históricas das “três raças” do Brasil, valorizando a cultura de origem africana.
a desmitificação da unidade étnica do povo brasileiro, enfatizando-se a influência afro-indígena na formação do Brasil.
o papel da Companhia de Jesus como responsável pela defesa dos povos indígenas contra a dominação portuguesa.
o despovoamento e a pobreza provocados na província de São Paulo pelo movimento bandeirante.
O ensino de História no Brasil é orientado por legislações e documentos que definem conteúdos, metodologias e avaliação. A partir da legislação vigente, analise as assertivas abaixo:
I. A LDBEN (Lei nº 9.394/1996) estabelece que o ensino de História deve promover a formação crítica, o respeito à diversidade e a compreensão de processos.
II. A Lei nº 10.639/2003 e a Lei nº 11.645/2008 incluem conteúdos específicos sobre a história afro-brasileiro e indígena, devendo ser ministrados com prioridade no componente curricular de História do Brasil.
III. A BNCC propõe integração de diferentes linguagens, fontes históricas e tecnologias digitais para a aprendizagem significativa de História nos anos finais do Ensino Fundamental.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e III.
I, II e III.
O ensino de história, especialmente no contexto contemporâneo, enfrenta uma série de desafios relacionados à abordagem pedagógica, ao uso de novas tecnologias e à construção de uma narrativa histórica inclusiva e crítica. Considerando esses desafios, qual das alternativas abaixo melhor descreve a importância de uma abordagem crítica no ensino de história, que contemple tanto a pluralidade de perspectivas quanto as questões sociais e culturais presentes no currículo?
O ensino de história deve se limitar à transmissão de um conhecimento único e homogêneo, sem espaço para debates críticos, pois isso garantiria uma compreensão clara e objetiva dos eventos históricos, evitando controvérsias desnecessárias.
No ensino de história, é essencial focar apenas na história política e econômica dos grandes eventos, ignorando aspectos sociais e culturais, pois esses são elementos secundários que não contribuem de maneira significativa para a compreensão histórica.
A abordagem crítica no ensino de história deve se concentrar em questionar os eventos passados sem considerar as diferentes perspectivas dos envolvidos, já que a interpretação histórica deve ser unificada e não sujeita a múltiplas interpretações.
O ensino de história deve ser dinâmico e reflexivo, estimulando os alunos a considerar diversas perspectivas sobre os eventos passados e incentivando um olhar crítico sobre as questões sociais, políticas e culturais, reconhecendo as múltiplas vozes presentes na história.
[...] Houve um tempo em que o ensino da história nas escolas não era mais do que uma forma de educação cívica. Seu principal objetivo era confirmar a nação no estado em que se encontrava no momento, legitimar sua ordem social e política – e ao mesmo tempo seus dirigentes – e inculcar nos membros da nação – vistos, então, mais como súditos do que como cidadãos participantes – o orgulho de a ela pertencerem, respeito por ela e dedicação para servi-la.
(LAVILLE, 1999, p. 26.)
Ao considerar que o ensino de história, atualmente, não está mais especificamente a serviço da manutenção do status quo das elites e da afirmação do Estado, é preciso partir do pressuposto de que a disciplina sofreu mudanças ao longo do tempo. Essas mudanças:
Estão ligadas, entre outros fatores, às reformas educacionais e mudanças sociais no país, além, é claro, das mudanças nas concepções historiográficas.
Relacionam-se direta e prioritariamente às questões econômicas, que incluem, desde o início desse século XXI, a derrocada do liberalismo em todas as suas nuances.
Foram determinadas exclusivamente pelas novas políticas públicas de ensino, que, ao passarem para um controle mais positivista, reverteram o padrão historiográfico.
São explicadas basicamente pela mudança dos atores sociais envolvidos, ou seja, como as discrepâncias sociais e políticas deixaram de existir, mudaram as perspectivas da história.
Considerando as discussões presentes em "Ensino de História: Desafios Contemporâneos", sobre a importância da educação patrimonial no ensino de história, assinale a alternativa que melhor representa a relação entre a educação patrimonial e a construção da identidade nacional:
A educação patrimonial, ao valorizar o passado, impede a compreensão das transformações sociais e a construção de um futuro mais justo e equitativo.
A educação patrimonial, ao promover o contato com o patrimônio cultural, contribui para a formação de cidadãos críticos e conscientes de sua história e pertencimento.
A educação patrimonial, ao valorizar o passado, reforça estereótipos e impede a construção de uma identidade nacional mais inclusiva e plural.
A educação patrimonial, ao se concentrar em monumentos e datas comemorativas, desconsidera a diversidade cultural e as memórias individuais.
Bittencourt (2005), em sua obra, discute a importância da construção de uma identidade nacional no ensino de história. Considerando essa perspectiva e os debates atuais sobre diversidade e inclusão, assinale a alternativa que melhor representa a relação entre a construção da identidade nacional e a pluralidade de narrativas históricas.
A construção de uma identidade nacional deve ser baseada em uma única narrativa histórica, capaz de unificar a população em torno de valores comuns.
A construção de uma identidade nacional deve ser um processo contínuo e dinâmico, que contemple a diversidade de experiências e perspectivas históricas.
A pluralidade de narrativas históricas fragmenta a identidade nacional, dificultando a construção de um senso de pertencimento.
A construção de uma identidade nacional exige a unificação das narrativas históricas, privilegiando os grandes heróis e eventos que marcaram a história do país.
O ensino de história é um fenômeno social; não somente um fenômeno da educação formal. É integrado por todos os esforços por estabelecer sentidos para o tempo experienciado pela coletividade. Assim definido, parece um objeto excessivamente amplo. Independe da historiografia até. De fato, é ampla a definição de história como tempo significado, mas ela tem o condão de nos permitir entender que o ensino de história pode ser encarado como um processo de constituição de identidade, que é uma constante antropológica. Dentro dessa visão ampla da história, torna-se importante pensarmos como será conduzido o ensino da própria história. Nesse caso:
Devemos sempre proceder no campo do ensino de história a entendendo como um fenômeno puro da educação formal.
Temos de considerar o objeto da história sem quaisquer relações entre o real e o imaginário, para evitarmos visões distorcidas da realidade.
Precisamos ver o ensino da história como todo objeto das ciências sociais – sem objeto ou planejamento definido para o seu entendimento.
Podemos entender que esse “ensino de história” também pode ser visto com o reconhecimento da humanidade como grupo de pertencimento.