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“A democracia grega surgiu em Atenas a partir das reformas implantadas por Clístenes, que governou a cidade-Estado de 510 a.C. a 490 a.C. Clístenes dividiu a cidade em dez distritos eleitorais, denominados "demos", criou um conselho que elaborava os projetos de lei, a assembleia popular que votava os projetos, um tribunal cujo juiz era sorteado entre 6.000 cidadãos e o ostracismo.”
DE OLIVEIRA, Roberson. A Grécia, a democracia e a cidadania. Folha de São Paulo. São Paulo, quinta-feira, 02 de setembro de 2004. Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/fsp/fovest/fo0209200415 .htm > Acesso em: 05 de fevereiro de 2024.
Sobre a democracia ateniense é correto afirmar:
Para ser cidadão em Atenas, era preciso ser filho de pai e mãe atenienses, estavam excluídos da vida política as mulheres, os estrangeiros, os escravos e os jovens.
Os estrangeiros que viviam em Atenas, também chamados de metecos, detinham a posse de terras agricultáveis, poderiam participar ativamente da vida política pois também eram considerados cidadãos.
Era considerado cidadão, qualquer ateniense maior de 18 anos, independente do sexo e situação social, desde que fossem livres e possuissem patrimônio, pois a democracia era censitária.
Por meio de eleições regulares, os atenienses poderiam escolher seus representantes, pois a democracia era indireta.
A democracia ateniense serviu de modelo para todas as cidades-Estado gregas, que implantaram regimes políticos semelhantes.