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A participação da África na Segunda Guerra Mundial deve ser apreciada sob a ótica da escolha entre vários demônios. O seu engajamento não foi um processo de colaboração com o imperialismo, mas uma luta contra uma forma de hegemonia ainda mais perigosa.
MAZRUI, A. “Procurai primeiramente o reino do político...”. In: MAZRUI, A.; WONDJI, C. (Org.). História geral da África: África desde 1925. Brasília: Unesco, 2010.
Para o autor, a “forma de hegemonia” e uma de suas características que explicam o engajamento dos africanos no processo analisado foram:
Comunismo / rejeição da democracia liberal.
Capitalismo / devastação do ambiente natural.
Fascismo / adoção do determinismo biológico.
Socialismo / planificação da economia nacional.
Colonialismo / imposição da missão civilizatória.
Para Leila Leite Hernandez, “tornou-se, portanto, evidente a existência de duas Áfricas com aspectos geográficos diferentes, classificadas em estágios de desenvolvimento diversos, povoadas por etnias distintas, branca e negra e, por fim, uma com e a outra sem história”. A autora se refere a:
(Fonte: HERNANDEZ, Leila Leite. África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008, p 21.)
duas Áfricas na visão do europeu: Subsaariana e Setentrional.
duas Áfricas na visão do africano: Subsaariana e Setentrional.
duas Áfricas na visão da igreja católica: Subsaariana e Setentrional.
duas Áfricas na visão do homem negro e branco: Subsaariana e Setentrional.
A Holanda concedeu a independência política às suas colônias na América (Suriname) e na Ásia (Indonésia) em 1954, mas manteve privilégios comerciais mediante a assinatura de tratados comerciais com os novos países.
Certo
Errado
O antigo sudoeste africano, administrado pela Alemanha desde 1885, incorporou-se à União Sul-Africana em 1946 e tornou-se independente em 1990 com o nome de República da Namíbia.
Certo
Errado
Nas colônias portuguesas na África, uma diminuta elite local, cujas lideranças tinham educação formal, desenvolveu, nos anos 60, um nacionalismo anticolonialista, influenciado pelo marxismo.
Certo
Errado
Desde sua criação, em 1960, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) tem sido uma instituição com grande força e importância, fazendo do petróleo a sua principal arma.
A emergência mundial afro-asiática inscreve-se entre as grandes consequências da Segunda Guerra.
Certo
Errado
O PIB do continente africano vem crescendo em torno de 5% a 6% ao ano e tem despertado, nos últimos anos, grande interesse em capitalistas e em agências econômicas internacionais.
O Oriente Médio foi uma das regiões mais conflituosas do mundo durante o século XX.
Sobre essas guerras, conflitos e interesses, todas as alternativas estão corretas, exceto a:
Para muitos críticos dos recentes conflitos no Oriente Médio, o principal motivo da presença norte-americana na região envolve o controle de estratégicas reservas de petróleo, das quais os EUA são cada vez mais dependentes.
A Guerra do Golfo, em 1991, teve como motivo imediato a invasão iraquiana do Kuwait por Saddam Hussein. A derrota de Saddam foi uma demonstração inequívoca da desproporcional vantagem militar dos EUA sobre a maioria dos outros países do mundo.
O terrorismo internacional, após os atentados de 2001 nos EUA, passou a ocupar o centro das preocupações de segurança dos EUA. Em função disso ocorreram duas intervenções, uma no Afeganistão, em 2001/2002 e outra no Iraque, em 2003.
O conflito árabe-israelense tem como um de seus principais elementos a disputa pelas grandes jazidas de petróleo da Palestina. Após as anexações de territórios palestinos, Israel possui reservas de óleo que lhe garantem o suprimento pelos próximos 50 anos.
O Irã, uma República Islâmica, após a Revolução de 1979, é um dos principais adversários dos EUA na região e vem desenvolvendo um programa nuclear que tem suscitado polêmicas na comunidade internacional.
A Conferência Geral da UNESCO realizada em 1976, em Nairóbi, converteu-se em uma disputa entre os EUA e os países do terceiro mundo. Estes reivindicavam uma nova ordem informativa internacional, que foi negada no âmbito da conferência.
Gandhi, um dos grandes nomes do século XX, mobilizou a população indiana contra o poder e a dominação ingleses; para isso pregou o:
Tradicionalismo, a defesa das castas e a luta armada.
Nacionalismo, a resistência civil e as ações coletivas não violentas.
Capitalismo, a defesa do imperialismo e a negociação diplomática.
Socialismo, a denúncia de injustiças sociais e a luta armada.
O processo de descolonização afro-asiática ultrapassou os limites geográficos dos dois continentes: além de refletir o notório enfraquecimento das antigas metrópoles européias e da disposição para lutar pela independência, ele impulsionou o surgimento do bloco dos não-alinhados — de que a Conferência de Bandung, em 1955, foi o emblema maior — e do esforço de compreensão histórica das razões do subdesenvolvimento, algo que também se colocava na agenda latino-americana.