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Durante o século XIX, o Brasil foi palco de diversas revoltas e movimentos sociais que expressaram descontentamento popular frente à centralização do poder imperial, às desigualdades sociais e à escravidão. Complete corretamente as lacunas do texto abaixo:
A __________, ocorrida no Pará entre 1835 e 1840, envolveu camponeses, índios e escravizados que protestavam contra a fome e a exploração econômica. No Maranhão, Piauí e Ceará, a __________ (1838− 1841) refletiu o descontentamento da população rural e da classe média diante das dificuldades econômicas e da instabilidade política. A __________, entre 1835 e 1845 no Rio Grande do Sul, foi motivada por questões fiscais, econômicas e pela busca de maior autonomia regional. A __________, na Bahia (1837−1838), buscou reformas administrativas e resistência contra as elites locais do período regencial. A __________, em Salvador (1835), foi liderada por africanos e negros escravizados, expressando a luta contra a escravidão. A __________, ocorrida em Pernambuco entre1874 e 1875, teve como uma de suas motivações o descontentamento popular com a cobrança de impostos, especialmente o imposto sobre alimentos.
Assinale a alternativa correta:
Balaiada, Quebra-Quilo, Sabinada, Farroupilha, Cabanagem, Revolta dos Malês
Farroupilha, Sabinada, Cabanagem, Balaiada, Quebra-Quilo, Revolta dos Malês
Sabinada, Farroupilha, Quebra-Quilo, Cabanagem, Balaiada, Revolta dos Malês
Cabanagem, Balaiada, Farroupilha, Sabinada, Revolta dos Malês, Quebra-Quilo
"O Mercado de São Braz, que se tomou um novo ponto de encontro de encontro dos belenenses, foi um dos espaços revitalizados e que se transformou em cartão postal de Belém, é um prédio histórico, projetado em 1911 pelo arquiteto italiano Filinto Santoro, que preserva o estilo da Belle Époque de Belém.” (Jornal Diário do Pará, A 16 Belém,08 e 09 de novembro de 2025).
A construção do Mercado de São Braz e de outras grandes obras no período de 1897-1911 estão diretamente vinculadas:
ao período da Cabanagem, pois o Mercado foi um dos prédios construídos pelos cabanos quando invadiram Belém para servir de quartel para as tropas, pois consideraram sua localização como estratégica para manter a dominação militar na cidade.
ao govemo do intendente Antônio Lemos, beneficiado economicamente pelo auge da borracha, que desenvolveu um projeto de saneamento e urbanização em Belém, sendo este período conhecido como Belle Epoque.
a reestruturação no aspecto arquitetônico, em todo Estado do Pará, com obras em estilo nouveau, pois em pleno século XX, a sua capital mantinha construções do período colonial em que predominavam casarões semelhantes aos construídos nas cidades portuguesas.
ao projeto político republicano de modernidade e embelezamento da cidade de Belém, que teve como idealizador e executor das obras o primeiro governador do Estado do Pará, Lauro Sodré.
A colonização do Estado do Pará está ligada à
ocupação militar da Inglaterra.
colonização espanhola com a extração de diamantes.
presença das missões religiosas.
construção de cidades em áreas de proteção ambiental.
ocupação holandesa na produção de cana-de-açúcar.
Qual o primeiro nome dado ao município de Piçarra?
Araguari.
São Francisco.
Agrópoles.
Cruzelândia.
O clima de golpe civil-militar estava em processo e expresso nas páginas dos jornais paraenses. O golpe de Estado veio, com o apoio da imprensa, dos políticos ligados ao PDS no Pará, com o apoio da igreja, da maçonaria, da intelectualidade, dos produtores rurais (fazendeiros), dos comerciantes. Contra a quebra da democracia representativa, implantada no Brasil em 1946, só ficaram os estudantes universitários, os sindicalistas ligados ao PCB, os militantes da A.P e do PCB e alguns políticos ligados ao PTB. Posteriormente, quando os governos militares começam a elaborar a lista de cassados, é que o PSD, coloca-se contra os “desvirtuamentos da revolução”, quando deputados, governador, vice-governador, prefeito de Belém, vice-prefeito, prefeitos do interior, todos políticos do PSD, é que o partido emite algum protesto sobre os governos militares.
FONTES, Edilza. “O golpe civil-militar de 1964 no Pará: Imprensa e memórias”. OPSIS, Catalão-GO, v. 14, n. 1, p. 340-360 - jan./jun. 2014.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa que melhor sintetiza a dinâmica de apoio e oposição ao golpe civil-militar de 1964 no Pará.
O apoio e a oposição ao golpe refletem uma polarização social e política, em que setores conservadores e democráticos apoiaram a intervenção, enquanto grupos ligados a movimentos estudantis, sindicais e partidos de esquerda resistiram, demonstrando tensões ideológicas regionais.
Todos os elementos citados — apoio civil-militar, resistência de grupos específicos e a postura tardia do PSD — indicam que o golpe de 1964 no Pará foi simultaneamente facilitado pela adesão de elites locais e contestado por atores sociais organizados, revelando a complexidade da consolidação do regime militar.
O PSD atuou inicialmente como aliado tácito do golpe, mas apenas reagiu quando os efeitos da repressão militar atingiram membros de seu próprio partido, evidenciando uma postura seletiva e pragmática frente às ações democráticas do movimento.
A resistência ao golpe manifestou-se de forma isolada e restrita, composta principalmente por estudantes universitários, sindicalistas do PCB, militantes da A.P. e alguns políticos do PTB, sem impacto imediato sobre o sucesso da intervenção militar.
O golpe contou com apoio imediato de diversos setores da sociedade civil organizada, incluindo imprensa, políticos do PDS, igreja, maçonaria, intelectuais, fazendeiros e comerciantes, enquanto a oposição permaneceu limitada a grupos ideologicamente comprometidos com a democracia representativa.


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TEXTO I
O sentido local de brega em muito se distancia da concepção mais comum nacionalmente difundida do brega como comportamento ou produção cultural “cafona” ou “kitsch”, dentro das opções oferecidas pela sociedade de consumo. Aliás, as inevitáveis referências ao “mau gosto”, “sentimentalismo” e “vulgaridade” das músicas consideradas como brega e que alcançam difusão nacional não se aplicam a percepção do público de Belém o que constitui “um brega”. A menção local a qualquer música deste estilo é feita dessa forma (um brega), sem qualquer sentido depreciativo. Na verdade, o brega local está tanto ligado ao sentido de popular quanto ao de música “para dançar”, “para festejar”.
COSTA, Antônio Maurício Dia da. Festa na cidade: o circuito bregueiro de Belém do Pará. Belém: Editora da UEPA, 2009.
TEXTO II
Brega paraense é reconhecido como patrimônio cultural e imaterial: 'realização de sonho coletivo', dizem artistas
Ritmo é sustento e inspiração para muitos paraenses, que veem reconhecimento como solidificação do trabalho. Evento sanciona brega como patrimônio cultural no Pará nesta quarta, 15.
No Pará, um sinal incontestável de que uma música se tornou sucesso é quando ela ‘vira brega’: qualquer hit internacional ganha versões do ritmo consagrado no Norte do país. O brega foi destaque na abertura das Olimpíadas no Brasil e é referência da cultura e identidade paraense. Nascido nas periferias, o estilo brega carrega nas vertentes uma estética repleta de cores e sons vibrantes. Agora, ele é também reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará e artistas consideram a conquista a realização de um sonho coletivo.
Disponível em: g1.globo.com. Acesso em: 29 maio, 2025.
Enquanto o Texto I revela uma importante manifestação da cultura paraense, o Texto II evidencia que tal manifestação foi considerada, em 2021, como Patrimônio Cultural Imaterial do Pará. O processo de reconhecimento de bens patrimoniais de natureza imaterial é denominado de
tombamento.
listagem.
registro.
laudêmio.
Do ponto de vista administrativo e judicial, a desapropriação da fazenda Cabaceiras, localizada na região sul do estado do Pará, é a primeira da história motivada pelo desrespeito à função social de um imóvel rural, como prevê a Constituição Federal de 1988, em decorrência da exploração de “trabalho em condições análogas à escravidão”. Na realidade, essa desapropriação não se deu apenas pela ocorrência de relações de trabalho extremamente degradantes, mas também pelas graves infrações ambientais verificadas na fazenda — o que também configura um ataque à função social da terra, de acordo com os preceitos constitucionais.
BARROS, C. J. A conquista da fazenda Cabaceiras. Disponível em: www.agb.org.br. Acesso em: 15 maio 2023.
O texto considera a promoção da justiça como um mecanismo de
manutenção da ordem agrária.
legitimação da propriedade privada.
hegemonia das classes dominantes.
revisão das desigualdades econômicas.
homogeneização da distribuição fundiária.
Leia a notícia a seguir.
Apenas 12% dos moradores são nascidos em Canaã dos Carajás, o município no interior do Pará com o maior aumento proporcional de domicílios desde o censo do IBGE de 2010. "Canaã", como é conhecida, tinha 26.716 habitantes em 2010, ano do último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os resultados do censo de 2022 mostram que a cidade concentra atualmente 77.079 moradores, demonstrando um aumento demográfico de 188,5%. Segundo dados da prefeitura do município, apenas 12,61% da população nasceu na cidade. Entre os moradores de Canaã, 50,7% são de outras cidades do Pará e 36,6% de outros estados brasileiros.
Adaptado de https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/06/28
A respeito dos dados apresentados, assinale a opção que indica corretamente uma das causas do aumento populacional registrado entre 2010-2022 em Canaã dos Carajás.
A criação de Planos Nacionais de Desenvolvimento para preencher o vazio demográfico da Amazônia incentivou o enraizamento de populações rurais de outros estados do país, para colonizar a região.
A mineração, sobretudo de ferro e cobre, foi o motor do desenvolvimento local e atraiu migrantes de outros estados brasileiros para a grande fronteira amazônica.
A migração financiada pelo Incra para assentamentos em municípios de baixa densidade populacional da região amazônica permitiu o adensamento populacional.
A expansão da fronteira agrícola na Amazônia Legal, para incremento da produção de soja, levou à fixação de mão de obra do Centro-Oeste para os estados do Norte.
A inauguração da Belém-Brasília, BR-010, a construção da rodovia Cuiabá-Santarém (BR-163) e da Perimetral Norte (BR210) estimularam a agroindústria e atraíram um contingente populacional para o Norte do país.
Na primeira metade dos anos 1970, o programa de desenvolvimento de infraestrutura para essa região foi baseado no conceito de planejamento de “eixos de desenvolvimento” realizado mediante a construção de numerosas estradas de longa distância, como a Transamazônica, a Perimetral Norte, a CuiabáSantarém, a Cuiabá-Porto Velho e a ligação Porto Velho-Manaus. Essas rodovias serviram de porta de acesso para a migração para a Amazônia e foram planejadas para o estabelecimento de áreas de atividades econômicas na forma dos chamados corredores de desenvolvimento.
O trecho descreve o plano de desenvolvimento para a região amazônica conhecido como
Programa Avança Brasil.
Programa Grande Carajás (PGC).
Programa para a Integração Nacional (PIN).
Programa Piloto para Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG-7).
Programa Integrado de Desenvolvimento do Noroeste do Brasil (Polonoroeste).
Considere a seguinte descrição:
Originária de Cametá, a dança expressa gratidão dos índios e escravos africanos por um milagre. Depois de um dia exaustivo de trabalho, os escravos eram liberados, sob fiscalização, para conseguir algo para comer. Certo dia foram à praia e encontraram grandes quantidades de siris que se deixavam apanhar facilmente. Em agradecimento, ensaiaram uma dança e deram o nome de Siriá, que narra o fato.
(Disponível: http://www. belem.pa.gov.br)
Em termos históricos, o texto indica a
antiga tradição alimentar das populações ribeirinhas do Amazonas, estado onde se originou a festa.
invisibilidade da herança indígena nas festas da região norte, uma vez que inexistem características da cultura indígena nessa manifestação.
existência de uma convivência harmoniosa entre índios, negros e brancos, apesar das adversidades, e que deu origem a incontáveis manifestações festivas.
precariedade da sobrevivência imposta aos escravos, responsáveis por complementar sua própria alimentação.
marca do sincretismo religioso presente na ideia de milagre, no batuque, e na origem africana da palavra Siri da qual deriva o nome da dança.


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Texto III
Brasil é formalmente eleito país-sede da COP 30
Anúncio foi oficializado durante sessão plenária da COP 28, em Dubai. Pela primeira vez uma cidade amazônica irá sediar a Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30 da UNFCCC). Após a decisão, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima e chefe da delegação brasileira, Marina Silva, anunciou formalmente que a COP 30 será na cidade de Belém do Pará, entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025.
Disponível em https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202312/brasil-eformalmente-eleito-pais-sede-da-cop-30. Adaptado.
A COP 30, a ser realizada na Amazônia, atesta
a liderança dos BRICS, cujo Brasil é o atual presidente rotativo, no novo panorama político global.
a relevância do Brasil na proposta de uma era de economia verde e o reconhecimento do papel do bioma amazônico na regulação climática global.
o papel primordial da região para a segurança alimentar do planeta, já que o bioma amazônico possui o maior rebanho bovino do mundo.
o uso político da floresta tropical pelos países do sul na luta contra a hegemonia industrial do norte global.
Em 1930, Getúlio Vargas deu um golpe de Estado e assumiu a presidência da República. Uma de suas principais medidas foi destituir os governadores dos estados e em seu lugar indicar pessoas de sua confiança: eram os Interventores Federais. No Pará, Vargas indicou como Interventor Federal:
Magalhães Barata.
Alacid Nunes.
Moura Carvalho.
Aurélio do Carmo.
Jarbas Passarinho.
"Em Belém, o início do processo de aceleramento da urbanização do espaço citadino é marcado pela administração do intendente Antônio José Lemos, iniciada no ano de 1897, cujo propósito de transformar a cidade numa representação de uma 'Petit Paris' o colocou no panteão da belle époque paraense".
Fonte: A cidade de Belém no tempo da borracha. SARGES, Maria de Nazaré dos Santos. In: Coleção Contando a História do Pará. Vol. II. FONTES, Edilza. (org.). Belém: Motion,2002, p. 4.
Antônio Lemos, em nome do progresso e da civilização:
criou um Código de Posturas para regular o como viver na cidade de Belém, independente da classe social, abastados ou pobres seguiriam a mesma "cartilha".
impôs regras de higiene com apoio da guarda municipal, exigindo obrigatoriedade de vacinação contra doenças epidêmicas da época, como tuberculose e tifo, para todos os segmentos sociais.
reordenou os espaços de modo a atender às exigências da elite gomífera, apresentando para investidores estrangeiros Belém como uma cidade bonita e segura em relação à salubridade e saneamento.
decretou leis, com regulamentação específica sobre a circulação de pessoas em espaços públicos. A Praça da República, por exemplo, só poderia ser frequentada pela população enriquecida durante o ciclo da borracha.
Considere o texto a seguir:
Figura central na política do Pará desde abril de 1822 até o alinhamento ao Rio de Janeiro, em agosto de 1823, Moura [Jose Maria de Moura, Governador de Armas do Pará] entrou para a historiografia clássica como o símbolo da resistência portuguesa à independência. Para amparar seu pedido de envio de forças armadas por Portugal, Moura insistia que havia relações históricas e econômicas que criavam uma relação de hierarquias, nas quais o Maranhão e o Pará eram cabeças de uma região, atando em torno de si províncias que ele denominava como dependentes, tal como Mato Grosso, Piauí, Ceará e o norte de Goiás. A geografia também era descrita como determinante: desfavorável para as relações com o sul é ao mesmo tempo favorável para aumentar as comunicações no interior do bloco, uma vez que a hidrografia era novamente apontada como promissora para escoar os produtos do interior até os portos como o de Belém. Sempre alegando ter continuamente notícias das províncias do interior do continente, Moura insistia que bastava ter forças militares no Maranhão e no Pará para que toda essa região continuasse fiel a Portugal, território que ele lembrava corresponder a um terço dos domínios lusos na América.
(MACHADO, André Roberto de Arruda. Para além das fronteiras do Grão-pará: o peso das relações entre as províncias no xadrez da independência (1822-1825). Outros Tempos, v. 12, n. 20, 2015, p. 13)
As alegações do Governador de Armas do Pará, na época mencionada no texto,
manifestavam a contrariedade do governo local em relação à Portugal e à relação hierárquica que havia se estabelecido, expondo o potencial econômico e o tamanho daquele território, de modo a exigir o comando, pelo Pará, de toda aquela região.
sinalizam os esforços empreendidos pelas autoridades no Pará para reforçar, com o apoio bélico da coroa portuguesa, as batalhas travadas na região a fim de evitar a subordinação ao Rio de Janeiro, por considerarem mais vantajoso política e economicamente a manutenção do alinhamento a Portugal.
salientam a ligação existente entre as duas províncias, Maranhão e Pará, dado que contribui para compreender a existência de um projeto político de autonomia, que almejava uma independência própria, regional, para a posterior fundação de uma república aliada a Portugal.
defendiam que Maranhão e Pará deveriam dominar as demais províncias mencionadas, aliadas ao governo de D. Pedro I no Rio de Janeiro, pois as características geográficas contribuíam para sua superioridade regional e a garantia da unidade territorial daquele território luso.
demonstram que o povo paraense, mesmo sem apoio de Portugal, buscou resistir à independência do Brasil, por diversos fatores que contribuíam para seu evidente distanciamento político em relação ao governo monárquico recém-instituído no Rio de Janeiro.

“Alegoria à libertação de todos os escravos na vila de Benevides no Pará”. Jornal “A vida paraense”, de 30 de março de 1884. Citado por SALLES, Vicente. O negro no Pará. Belém: SECULT, 1988.
A alegoria publicada no periódico “A vida paraense” está intimamente ligada ao Movimento
Abolicionista.
Republicanista.
Emancipacionista.
Feminista.
Patriarcalista.


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O Município de Igarapé-Miri, fundado em 1843, em 1937 foi dividido em quatro distritos: Igarapé-Miri (sede), Anapu, Maiauatá e Meruú. Entre a fundação do Município e a sua divisão em distritos passaram-se
104 anos.
100 anos.
96 anos.
94 anos.
No processo de Independência, a provincia do Grão-Pará
foi desmembrada em 1824, com a criação da Província do Amazonas, como punição pela demora em aderir ao Império do Brasil.
aderiu ao Império do Brasil quase um ano depois da separação entre Brasil e Portugal, rompendo com a metrópole portuguesa em agosto de 1823.
enfrentou uma querra separatista com outra província amazônica, a Provincia de Rio Negro, por causa da fidelidade desta última a Portugal,
tardou em aderir ao Império do Brasil, uma vez que ocorria, internamente, a Cabanagem, conflito que foi suscitado por disputas entre brasileiros e portugueses.
oi excluída da Constituição de 1824, ficando sem direito a ter Conselho Provincial, apesar de sua pronta adesão ao Império do Brasil.
O Pará é o estado amazônico que mais recebeu intervenções do governo federal durante o século XX, por meio de projetos de colonização, mineração e infraestrutura, entre os quais destaca-se
a Marcha para o Oeste: programa realizado durante o Estado Novo, para favorecer a integração das regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil, e implementado pela criação da rodovia Belém-Brasília.
o Programa de Integração nacional (PIN): conjunto de medidas e decretos elaborados durante o governo Castelo Branco para instituir incentivos fiscais e uma política econômica em relação à borracha.
o Projeto Integrado de Colonização (PIC): iniciativa de colonização agrária intensificada nos anos 1970, com o intuito de assentar pequenos proprietários indígenas e caboclos.
a Operação Amazônia: plano voltado para a integração e o desenvolvimento econômico do Nordeste e do Norte, com a construção das rodovias Transamazônica e Cuiabá-Santarém nos anos 1970.
o Projeto Grande Carajás: realizado a partir dos anos 1980, pela então estatal Companhia Vale do Rio Doce, e voltado para a exploração de ferro, bauxita e manganês, que se desdobrou na criação de uma infraestrutura ferroviária e hidroelétrica.
Sabe-se que as comidas típicas são um elemento importante da cultura de um país; através delas, é possível observar antigas tradições sendo transmitidas entre várias gerações. Analise as comidas típicas a seguir:
1. Baião de dois.
2. Tacacá.
3. Arroz carreteiro.
Considerando os estados brasileiros que deram origem às comidas típicas citadas anteriormente, a sequência está correta em:
1. Ceará 2. Pará 3. Rio Grande do Sul.
1. Rio Grande do Sul 2. Ceará 3. Pará.
1. Pará 2. Rio Grande do Sul 3. Ceará.
1. Rio Grande do Sul 2. Pará 3. Ceará.
Em seus anos finais (1836-1840), os rebeldes da Cabanagem no Grão-Pará reivindicaram o fim da escravidão e o direito à autonomia local.
Certo
Errado