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Leia o texto a seguir:
O racismo científico à brasileira tinha nas propostas de branqueamento sua construção mais acabada e tendeu a predominar em inúmeros círculos intelectuais e políticos da Primeira República. Não faltavam mesmo aqueles que propunham soluções mais drásticas, inclusive a esterilização. Apesar disso, um pensamento antirracista não deixou de se fazer presente. Em 1906, o poeta Olavo Bilac se colocou do mesmo lado que grupos negros organizados paulistas quando combateu, com base na Constituição de 1891, a tentativa de proibição da entrada de negros e mestiços na guarda civil de São Paulo.” (MATTOS, In: SCHWARCZ, vol. 3, 2012, p. 118). |
No pós-abolição, os pensamentos e ações racistas no Brasil não raro encontraram movimentos de resistência e de luta por igualdade. O conceito que embasava a forma de racismo abordado nesse texto e uma das resistências ocorridas nesse período, respectivamente, foram:
suprematismo / Guerra do Contestado
integralismo / Irmandade do Rosário
darwinismo / Levante do Vintém
eugenismo / Revolta da Chibata