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“Ao mesmo tempo, o fascismo combate o “socialismo marxista”, porque este é fundado na luta de classes e conduz à divisão e enfraquecimento do corpo social; não crê no esquema marxista do caráter irreversível da história. Censura também a liberdade econômica, o laissez-faire, que permite aos fortes esmagar os fracos, em detrimento da coletividade e, muitas vezes, esconde o domínio de um povo pobre por outro mais rico. Às internacionais comunista e capitalista, o fascismo procura contrapor o seu “socialismo nacional”
MICHEL, Henri. Os fascismos. In: MARQUES, Adhemar; BERUTTI, Flávio; FARIA, Ricardo.
História contemporânea através de textos. São Paulo: Contexto, 2003.
Sobre os regimes fascistas da Europa no período entre guerras é correto afirmar que:
Os países fascistas tinham uma visão mítica do seu passado no a qual a nação era “pura de qualquer elemento alheio”.
Baseada no nacionalismo e na pureza da raça, a ideologia fascista respeitava as fronteiras, logo era a antítese do imperialismo.
Era necessário ultrapassar a luta de classes e substituí-la pela sua cooperação aproximando comunistas dos fascistas.
Para promover o "socialismo nacional", as forças de produção são associadas em uma economia corporativa que promoveu a igualdade social entre patões e empregados.
A visão que o fascismo era antimarxista é equivocada pois defendia uma economia cooperativa entre patrões e empregados.