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Vinte e cinco de julho é celebrado o Dia da Mulher Negra no Brasil. A data foi inspirada no dia da morte de Tereza de Benguela. Quem foi ela?

Conhecida especialmente por ter sido a companheira de Zumbi dos Palmares, grande homenageado no Dia da Consciência Negra no Brasil, fez história sendo um dos nomes principais da resistência quilombola do país do século XVII.
Nasceu em São Paulo, é doutora em filosofia pela Universidade de São Paulo e criadora do Geledés Instituto da Mulher Negra, um dos principais órgãos independentes de consciência racial no Brasil.
Nascida na cidade de Sacramento (MG), frequentou a escola somente por dois anos. Em busca de uma vida melhor, foi para São Paulo, onde viveu na favela de Canindé e sustentava os três filhos vendendo papel e ferro. Foi uma autora brasileira, considerada uma das primeiras e mais destacadas escritoras negras do País. Ela é autora do best seller autobiográfico “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”.
Rainha do Quilombo de Quariterê, no Mato Grosso. Após a morte do companheiro, liderou a luta do quilombo contra os soldados portugueses. Sua grande inovação foi a instituição de um Parlamento no quilombo onde se discutiam as normas que regulavam o funcionamento do lugar. Após ter tido seu exército derrotado, foi morta e decapitada com a cabeça exposta em praça pública. Desta maneira, o governo pretendia que o castigo servisse de exemplo para que ninguém voltasse a desafiá-lo.
Natural de Santa Catarina, foi professora e dedicou toda sua vida ao ensino. Escrevia jornais onde defendia ideias feministas. Na década de 30, entrou na política e foi a primeira deputada estadual negra do país e primeira deputada mulher do estado de Santa Catarina.