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Os gêneros do discurso e a perspectiva discursiva para o ensino de Língua Portuguesa na Escola
[...] O principal argumento em defesa da tomada dos gêneros do discurso como objeto privilegiado para o ensino de língua portuguesa é que, por meio desses, é possível construir uma prática pedagógica que enfoque “as propriedades mais discursivas, interativas ou enunciativas dos processos de compreensão/produção de discursos – tais como as situações de produção em que estas se dão; a interação entre os interlocutores; a subordinação das formas à significação, a marcação ideológica dos textos.”
Concebamos o ensino de língua como um processo sócio-histórico-cultural determinado nas e pelas práticas de interação social, pelas práticas discursivas mediadas pelos gêneros, tanto aqueles ditos cotidianos e de circulação em esferas privadas, que se constituíram em circunstâncias de “uma comunicação discursiva imediata”(diálogos familiares, íntimos,...); quanto aqueles de circulação social mais ampla, construídos nas esferas públicas de comunicação que “surgem nas condições de um convívio cultural mais complexo e relativamente m u i t o d e s e n v o l v i d o e o r g a n i z a d o (predominantemente o escrito): artístico, científico, sociopolítico, etc”. [...]
Secretaria de Educação. Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental. Vitória ,2004. Disponível em: www.vitoria.es.gov.br/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/2010218_ens_fund_dir_portugu eses.pdf
Conforme as Diretrizes Curriculares da Língua Portuguesa (Vitória), todas as alternativas referem-se a eixos norteadores do ensino de Língua Portuguesa nas escolas do Sistema Municipal de Ensino, EXCETO:
leitura.
produção de textos orais.
produção de textos escritos
análise e reflexão sobre a língua.
análise rígida das normas fonéticas.