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“As Diretrizes Curriculares da ABEPSS de 1996 marcaram um outro caminho para o processo de formação dos assistentes sociais, indicando perspectivas de enfrentamento aos desafios postos pela questão social cujas manifestações estão a exigir, maior e melhor articulação entre as demandas do mercado, o exercício profissional e o processo de formação/estágio [...]. A grande moldura apresentada nas Diretrizes Curriculares de 1996, no âmbito da formação profissional, se propõe a abrir ‘novos caminhos para a construção de conhecimentos, como experiência concreta no decorrer da própria formação profissional’ (ABEPSS, 1996, p. 64), isto é, ela deve remeter a uma formação constituída por um conjunto de conhecimentos que se expressam [...].” (Ribeiro, 2010.)
Segundo Ribeiro (2010), no âmbito da formação profissional dos assistentes sociais, os conhecimentos a partir das Diretrizes Curriculares da ABEPSS (1996) se expressam:
Na relação entre professor supervisor e profissional de campo.
Na LDB/1996, ancorada nos pilares mercantilistas e privatistas propostos pelo FMI e BIRD.
No currículo mínimo fundamentado, ao mesmo tempo, no neotomismo e nas ciências sociais.
Nos núcleos de fundamentos teórico-metodológicos da vida social; de fundamentos da formação sócio-histórica da sociedade brasileira e de fundamentos do trabalho profissional.