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Sendo a Saúde Coletiva um campo de conhecimento de natureza interdisciplinar cujas disciplinas básicas são: a epidemiologia, o planejamento/administração de saúde e as ciências sociais em saúde" considera-se que são elementos importantes na conceituação de Saúde Coletiva (OSMO, 2015):
Criticar a biologização do ensino, calcado em práticas individuais e centradas no hospital, priorizando os processos de saúde e doença baseados na incidência e prevalência das doenças, independente dos aspectos sociais;
A recomposição do bio-psico-social que tinha sido fragmentado, introduzindo a noção de Medicina Integral, com o objetivo de buscar a aperfeiçoar as práticas especializadas.
Considerar as dimensões da Medicina Social, referente a formulação de propostas de intervenção na vida social e na medicina, baseadas na conexão saúde-sociedade, considerada importante para o enfrentamento das questões relacionadas ao adoecimento, nos vários níveis de produção da assistência médica e das práticas profissionais nos serviços.
Considerar as relações entre os processos saúde e doença a partir da aproximação com as ciências humanas, visando a superação do biologismo dominante, considerando a naturalização da vida social, o aprofundamento da clínica, da epidemiologia e sua relação com o modelo médico hegemônico.